TESTAMENTO DE JESUS CRISTO

e o

PODER DA VIRGEM MARIA

 

 

Download do Pergaminho do Testamento de Jesus

 

BÊNÇÃO ESPECIAL  

 

Editorial do dia 8 de Março de 2015  

 

Nesta Página da Amen, pode encontrar a abordagem do Tema Global do

Testamento de Jesus Cristo

ÍNDICE 

 Introdução

 Texto completo do Testamento de Jesus Cristo

 Conclusões

 

 

 Introdução

Testamento de Jesus Cristo é dos temas mais desconhecidos dentro da Cristandade, pois o único local onde foi referido foi na Obra da Maria de Jesus de Agreda - Mística Cidade de Deus.

O Testamento de Jesus foi feito enquanto se encontrava pregado na Cruz e rezava ao Pai. Foi feito num diálogo silencioso com Deus Pai, e daí não ter constado das Sete Palavras na Cruz referidas pelos Evangelistas..

O conteúdo deste Testamento consta de 8 partes e dirige-se a toda a Criação, mas de um modo especial, a Sua Mãe, Maria Santíssima.

Há uma evidência que ressalta da leitura deste Testamento, que é percebermos claramente de onde advém todo o Poder que a Virgem Maria detém em Suas Mãos, e por isso Ela ser a Corredentora, Advogada e Medianeira de Todas as Graças.

Tudo aquilo que Jesus Cristo lhe legou do alto da Cruz, foi confirmado com a Sua Coroação, no Céu, pela Santíssima Trindade, como Rainha de todo o Universo e de todas as Criaturas.

 

 Texto completo do Testamento de Jesus Cristo

O Testamento tem um pequeno Intróito, e só depois vem as partes em que lega todos os Seu Bens e determina o destino a todas as criaturas, tal como se segue:

 

Circunstâncias

Intróito

Herança da Virgem Maria

Herança dos Anjos

Herança dos demónios

Herança dos homens que se Salvam

Herança dos homens que se condenam

Conclusão

 

Extracto da Mística Cidade de Deus

Circunstâncias

MCD-2-1384 1384 - Logo, um dos verdugos pegou na mão de Jesus nosso Salvador, assentou-a sobre o orifício da cruz e outro a cravou, enfiando às marteladas, na palma do Senhor um grosso cravo de quinas. Romperam-se com ele as veias e os nervos, quebraram-se e deslocaram-se os ossos daquela mão sagrada que fez os Céus e tudo quanto existe. Ao irem cravar a outra mão, ela não alcançava o orifício, pois além dos nervos se terem contraído, haviam distanciado o buraco por maldade, como acima se disse (Cf. supra n. 1382). Tomaram, então, a corrente com que o mansíssimo Senhor estivera preso desde o horto e lhe prenderam o pulso na extremidade que terminava em algemas. Com inaudita crueldade, puxaram o braço até a mão alcançar o orifício, cravando-a com outro cravo. Passaram aos pés. Puseram-nos um sobre o outro e puxando com a mesma corrente, com muita força e crueldade, cravaram-nos juntos com o terceiro cravo, um pouco maior que os outros. Ficou aquele sagrado corpo ao qual estava unida a divindade, pregado na santa cruz. Seus membros deificados, e formados pelo Espírito Santo, tão desfeita e desenquadrada, que se lhe poderiam contar todos os ossos (SI 21, 18), porque todos ficaram deslocados e salientes fora do seu lugar natural; desarticularam-se os do peito, dos ombros e das costas, e todos se moveram de seu lugar, cedendo à violenta crueldade dos verdugos.

 

 

MCD-2-1386 1386 - Pregado o Senhor na cruz, para que os cravos não fossem arrancados com o peso do divino corpo, resolveram os algozes recurvar as pontas que tinham varado o sagrado madeiro. Começaram a levantar a cruz para virá-la, lançando por baixo contra a terra o Senhor crucificado. Esta nova crueldade abalou os circunstantes e da turba, movida por compaixão, elevou-se grande gritaria, mas a dolorosa e compassiva Mãe acudiu a tão desmedida impiedade, e pediu ao eterno Pai que não a permitisse como os verdugos tencionavam, e logo mandou os santos Anjos que acudissem e servissem o seu Criador com aquele favor, e tudo se executou como a grande Rainha ordenou; porque virando os algozes a cruz, para que o corpo cravado caísse com o rosto em terra, os Anjos a sustentaram rente ao solo que estava cheio de pedras e imundícies, e com isto o Senhor não tocou Sua Divina face nem no chão, nem nos pedregulhos. Os verdugos dobraram as pontas dos cravos, sem perceber o prodígio que lhes foi ocultado. O corpo estava tão rente à terra e a cruz tão firmemente sustentada pelos Anjos, que os malvados judeus acreditaram estar no duro solo.

 

 

Testamento que fez Cristo nosso Salvador, orando a seu Eterno Pai na cruz.

Intróito

MCD-2-1401 1401 - Arvorado o madeiro da Cruz Santa no monte Calvário, com o Verbo humanado que estava nela crucificado, antes de proferir nenhuma das sete palavras, falou com o seu Eterno Pai interiormente e lhe disse: Meu Pai e Deus Eterno, Eu Te confesso e enalteço desta árvore da minha cruz, e Te louvo com o sacrifício de Minhas dores, Paixão e morte, porque pela união hipostática da natureza divina elevaste minha humanidade à suprema dignidade de ser Cristo, Deus-homem, ungido com a Tua mesma Divindade. Glorifico-Te pela plenitude de todos os dons de graça e glória que, desde o instante de Minha Encarnação, comunicaste à minha humanidade, e porque a partir daquele momento, deste-Me o pleno domínio universal de todas as criaturas, na ordem da graça, e da natureza, Me fizeste Senhor dos Céus e dos elementos (Mt 28,18), do Sol, da Lua e estrelas, do fogo, do ar, da terra e dos mares, e de todas as criaturas sensíveis e insensíveis que neles existe, da disposição dos tempos, dos dias e das noites, dando-Me senhorio e poder universal sobre tudo, à Minha vontade e disposição, e porque Me fizeste Cabeça e Rei, Senhor de todos os Anjos e dos homens (Ef 1, 21), para que os governe e mande, premiando os bons e castigando os maus (Jo 5, 22), e para tudo Me deste o poder e as chaves do abismo (Apoc 20,1), desde o supremo Céu até o profundo das cavernas infernais, e porque puseste em Minhas mãos a justificação eterna dos homens, seus impérios, reinos e principados, os grandes e pequenos, os pobres e os ricos, e de todos os que são capazes de Tua Graça e glória, me fizeste Justifícador, Redentor e Glorificador universal de toda a linhagem  humana (1 Cor 1,30), Senhor da morte e da vida de todos os nascidos, da Igreja Santa e seus tesouros, das Escrituras, mistérios e Sacramentos, auxílios, leis e dons da graça; tudo puseste, Meu Pai, em Minhas mãos (Jo 13,3), e subordinaste à Minha vontade e disposição; e por isso Te louvo e exalto, te confesso e glorifico.

 

MCD-2-1402 1402 - Agora, Senhor e Pai eterno, quando volto deste mundo à Tua destra por meio de Minha morte na cruz, e com ela e com a Minha Paixão, deixo cumprida a Redenção dos homens que Me encomendaste, quero, Meu Deus, que a mesma cruz seja o tribunal de Nossa Justiça e Misericórdia, estando nela cravado, quero julgar aqueles por quem dou a vida; justificando Minha causa, quero dispor dos tesouros de Minha vinda ao mundo, de Minha Paixão e morte, para que desde agora fique estabelecida a recompensa que a cada um dos justos e dos réprobos lhe pertence, conforme com as suas obras  com que me tiverem amado ou aborrecido. A todos os mortais procurei e chamei à Minha amizade e Graça, e desde o instante em que tomei carne humana, sem cessar trabalhei para eles: padeci maldades, fadigas, afrontas, ignomínias, opróbrios, açoites, coroa de espinhos, e padeço morte acerbíssima de cruz; roguei por todos à Tua imensa piedade; orei com vigílias, jejuei e peregrinei, ensinando-lhes o caminho da vida eterna; e quanto depende de Mim e da Minha vontade, para todos quero, como para todos a mereci, sem exceptuar nem excluir ninguém e para todos dei e promulguei a Lei da Graça, e sempre a Igreja, onde serão salvos, será estável e permanente.

 

MCD-2-1403 1403 - Mas com a nossa ciência e previsão conhecemos, Deus e Pai Meu, que, por malícia e rebeldia dos homens, nem todos querem a Salvação Eterna, nem valer-se da Nossa Misericórdia e do caminho que Eu lhes abri com Minha vida, obras e morte, mas querem seguir com os seus pecados até a perdição. Sois justo, Senhor e Pai Meu, e rectíssimo são os Teus juízos (Sl 118,137).

Herança da Virgem Maria

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É justo que, tendo-Me feito Juiz dos vivos e dos mortos (At 10,42), dos bons e dos maus, dê aos justos o prémio de Me terem seguido e servido, e aos pecadores o castigo de sua perversa obstinação. Tenham aqueles parte Comigo e nos Meus Bens, enquanto os outros sejam privados de Minha herança que não quiseram aceitar. Agora, pois, Meu Eterno Pai, em Teu nome e Meu, exaltando-Te, disponho pela Minha última vontade humana, que é conforme à Tua eterna e divina, quero que, em primeiro lugar, seja nomeada Minha Puríssima Mãe, que Me deu o ser humano, constituo-A herdeira única e universal de todos os Bens da natureza, Graça e Glória, que são Meus, para que Ela seja Senhora, com pleno domínio sobre todos; e os que Ela em si possa receber da Graça, sendo pura criatura, lhos concedo com efeito, e os da glória lhe prometo para seu tempo, e quero que os Anjos e os homens sejam Seus, e que sobre eles tenha inteiro domínio e senhorio; que todos lhe obedeçam e sirvam; e os demónios a temam e lhe estejam submissos, e o mesmo façam todas as criaturas irracionais: os céus, astros e planetas, os elementos, e todos os seres vivos, aves, peixes e animais que neles estejam contidos. De tudo a faço Senhora, para que todos a glorifiquem Comigo. Quero também que Ela seja depositária e dispensadora de todos os bens encerrados nos Céus e na Terra. O que Ela ordenar e dispuser na Igreja, com os homens, Meus filhos, será confirmado no Céu pelas três Divinas Pessoas e tudo quanto pedir para os mortais, agora, depois e sempre, concederemos à Sua vontade e disposição.

Herança dos Anjos

MCD-2-1404 1404 - Aos Anjos que obedeceram à Tua vontade santa e justa, declaro que lhes pertence o supremo Céu como Sua habitação eterna, e nela o gozo da clara visão e fruição de vossa Divindade. Quero que a gozem, perpetuamente, em nossa amizade e companhia. Ordeno-lhes que reconheçam minha Mãe por Sua legítima Rainha e Senhora; que A sirvam, acompanhem, assistam e A levem em suas mãos em todo o tempo e lugar, obedecendo à Sua autoridade em tudo quanto quiser lhes ordenar.

Herança dos demónios

Aos demónios, rebeldes à nossa vontade perfeita e santa, expulso-os e separo de Nossa visão e companhia. Novamente condeno-os ao nosso aborrecimento e à privação eterna de nossa amizade e glória, e da visão de minha Mãe, dos santos e dos justos Meus amigos. Dou-lhes por habitação sempiterna o lugar mais distante de nosso real trono, as cavernas infernais no centro da Terra, com privação de luz, no horror de penosas trevas (Jud 6). Declaro que esta é sua parte e herança, escolhida pela soberba e obstinação com que se insurgiram contra o Ser Divino e as Suas ordens. Naqueles calabouços tenebrosos serão atormentados com fogo inextinguível e eterno.

 

Herança dos homens que se Salvam

 

MCD-2-1405 1405 - Da natureza humana, com a plenitude de Minha vontade, escolho, chamo e reservo todos os justos e predestinados que, por Minha Graça e imitação, hão de ser salvos, cumprindo Minha vontade e obedecendo à Minha Santa Lei. A estes, em primeiro lugar, depois de minha Mãe puríssima, nomeio herdeiros de todas minhas promessas e mistérios, bênçãos e tesouros encerrados em meus Sacramentos e Escrituras; da minha Humildade e Mansidão de coração; das virtudes da Fé, Esperança e Caridade; da Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança; dos Meus Divinos Dons e favores; de Minha cruz, trabalhos, opróbrios, desprezos, pobreza e despojamento. Esta seja Sua parte e herança na vida presente e mortal. Para que eles ao escolhê-la, o façam com alegria, constituo-a penhor de minha amizade, pois Eu a escolhi para Mim. Ofereço-lhes Minha protecção e defesa, minhas inspirações santas, os favores e auxílios de Meu poder, Meus dons e justificação, segundo a disposição e amor de cada um. Serei para eles pai, irmão e amigo e eles serão Meus filhos (2 Cor 6,18), Meus escolhidos e amados. Por estes títulos, os nomeio herdeiros de todos meus merecimentos e tesouros, sem limitação alguma de minha parte. Quero que participem de minha Santa Igreja e Sacramentos e deles recebam quanto se dispuserem a receber; que possam recuperar a Graça e bens, se a perderem, e voltar à Minha amizade renovados e amplamente lavados pelo meu sangue. Que todos se valham da intercessão de Minha Mãe e de Meus Santos, e que Ela os reconheça por filhos e os ampare como Teus; que meus Anjos os guiem, defendam, protejam e os levem nas mãos, para que não tropecem (SI 15, 11-12); mas, se caírem, ajudem-nos a se levantar.

 

MCD-2-1406 1406 - Quero também que estes Meus justos e escolhidos sejam superiores, em excelência, aos réprobos e aos demónios, e que estes Meus inimigos os temam e lhes fiquem submetidos. Que todas as criaturas racionais e irracionais os sirvam; que os céus e planetas, os astros com suas influências, os conservem e dêem vida; a Terra, os elementos e todos seus animais os sustentem; todas as criaturas que Me pertencem (1 Cor 3, 22) e Me servem, sejam deles e os sirvam como a Meus filhos e amigos, (Sab 16, 24); Sua Bênção seja o orvalho do Céu e a fertilidade da Terra (Gn 27,28). Quero também ter com eles Minhas delícias (Prov 8,31), comunicar-lhes Meus segredos, conversar e viver intimamente com eles, na Igreja militante, sob as espécies de pão e vinho, como penhor infalível da eterna felicidade e glória que lhes prometo Faço-os dela participantes e herdeiros para que Comigo a gozem no Céu em perpétua posse e gozo inadmissível.

Herança dos homens que se condenam

MCD-2-1407 1407 - Aos prescritos e reprovados, apesar de terem sido criados para o mais elevado destino, permito que Sua parte e herança nesta vida mortal seja a concupiscência da carne (1 Jo 2,16), dos olhos e a soberba com todos seus efeitos; que comam e sejam saciados da areia da Terra, de suas riquezas, da lama e corrupção da carne e seus deleites, da vaidade e presunção mundana. Para adquirir esta propriedade trabalharam e nessa diligência puseram sua vontade e sentidos. Nela empregaram as capacidades, dons e benefícios que lhe demos; eles mesmos, voluntariamente, escolheram o que é falso, detestando a verdade que lhe ofereci em minha Santa Lei (Rom 2,8). Renunciaram à que Eu gravei em seus corações e a que Minha Graça lhes inspirou; desprezaram Minha Doutrina e favores, ouviram os Meus e seus inimigos, aceitaram seus enganos, amaram a vaidade (SI 4,3), praticaram a injustiça, seguiram a ambição; deleitaram-se na vingança, perseguiram os pobres, humilharam os justos, zombaram dos simples e inocentes, apeteceram a própria exaltação e desejaram elevar-se sobre os cedros do Líbano (SI 36, 35), na lei da injustiça que seguiram.

 

MCD-2-1408 1408 - Tudo isto praticaram contra a bondade de Nossa Divindade, permanecendo obstinados em sua malícia. Renunciaram ao direito de filhos que Eu lhes adquiri; por isto, os deserdo de Minha amizade e glória. Como Abraão afastou de si os filhos das escravas, com alguns dons, e reservou sua principal herança para Isaac (Gn 25, 5), o filho de Sara, a mulher livre: assim eu privo os prescritos de Minha herança, concedendo-lhes os bens transitórios e terrenos que eles mesmos preferiram. Separo-os de Nossa companhia, da de Minha Mãe, da dos Anjos e Santos, condenando-os aos eternos cárceres e fogo do inferno. Ali eternamente, sem esperança de libertação, terão a companhia de Lúcifer e seus demónios a quem voluntariamente serviram. Esta é, Meu Pai, a sentença que pronuncio como Juiz e cabeça dos homens e Anjos (Ef 4,15; Col 2, 10), o testamento que disponho para Minha morte e efeito da Redenção humana. A cada um remunero com o que por justiça lhe pertence, conforme as próprias obras e o decreto de Tua incompreensível Sabedoria, na equidade de Tua Rectíssima Justiça (2 Tim 4,8).

Conclusão

Até aqui as palavras de nosso Salvador crucificado a Seu eterno Pai.

Este mistério ficou selado e guardado no coração de Maria Santíssima, como testamento oculto e fechado.

Por Sua intercessão e disposição, desde aquela hora iria sendo executado na Igreja, como até então viera sendo executado pela ciência e previsão Divina, onde todo o passado e o futuro estão juntos e presentes.

 

 Conclusões

Aqui se encontra a resposta para todos aqueles que de Boa-Fé se questionam sobre o porquê da Missão tão importante que a Virgem Maria tem no desenrolar da História Humana e muito particularmente no Fim dos Tempos que antecedem a Vinda Gloriosa de Jesus Cristo e dos Novos Céus e Nova Terra.

O Poder que a Virgem Santíssima tem, foi-Lhe legado por Jesus Cristo na Cruz. Foi esta vontade soberana, do Deus-homem, que lhe atribuiu todo o Poder que Ela tem de Corredentora, Advogada e Medianeira da humanidade e de Todas as Graças que descem dos Céus sobre a Terra.

Se Jesus Cristo é o único Mediador entre os homens e Deus Pai, a Virgem Maria é, por decreto de Jesus, a Medianeira entre os homens e Ele.

É por este grande Mistério de Amor Divino, que tudo o que a Virgem Maria, nossa Mãe, apresenta diante do Trono da Santíssima Trindade, Lhe é concedido.

Por esta razão, São Bernardo de Claraval ensinou-nos a rezar:

Lembrai-Vos, oh piíssima Virgem Maria,

que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à Vossa protecção,

implorado a Vossa assistência e reclamado o Vosso socorro fosse por Vós desamparado.

Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem, entre todas singular, como a Mãe recorro;

de Vós me valho; e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro a Vossos pés.

Não desprezeis as minhas súplicas, oh Mãe do Filho de Deus Humanado,

mas dignai-Vos ouvir-me, propícia, e me alcançar o que Vos rogo.

Amen.

 

www.amen-etm.org/Testamento.htm