Celestiais Revelações

de Santa Brígida

 

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 BÊNÇÃO ESPECIAL  

 

Quem não leu esta Obra, pouco sabe das coisas da vida espiritual!

 

 

ÍNDICE

Prefácio deste índice

ÍNDICE DETALHADO DAS REVELAÇÕES

ALGUMAS REVELAÇÕES DE SANTA BRÍGIDA

CONCLUSÕES

 

Prefácio deste Índice

 

Atrevo-me a dizer que quem ainda não leu esta Obra, Celestiais Revelações de Santa Brígida, sabe muito pouco dos Novíssimos do homem e das coisas espirituais, e que pouco ou nada sabe sobre a História da Salvação.

 

 

 

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/31hS%2BCv5OuL._BO1,204,203,200_.jpg   Brigida Capa

Obra actual e a original, ambas em Espanhol

Dados sobre a Obra:

- A Obra está dividida em 8 Livros, num só Tomo. Cada Livro está dividido em várias Revelações. Os Livros estão numerados de 1 a 9, porque o 5º não existe, dado um erro de numeração da obra original.

Para já, a Obra está para download e a pagar no SCRIBD:   https://pt.scribd.com/doc/3303388/Revelaciones-Celestiales-de-Santa-Brigida

Para situar qualquer trecho, bastará Pesquisar no Link acima,  com a seguinte notação - Libro x, Revelación y

Exemplo: Libro 3, Revelación 13

Surge depois uma Lista com os diversos resultados, na qual seleccionamos o desejado.

 

Atenção:

   - A Procura não pode ser feita com a Busca habitual do browser ou Ctrl+f

   - A numeração das páginas deste meu Índice não corresponde às do Pdf do SCRIBD, mas sim à Obra em espanhol e em Papel, publicada em 1901, com 623 páginas.

- Também se pode fazer o download gratuito de toda a obra, na versão para Android ou Iphone com a aplicação DOCUReader, a partir do GooglePlay. Este Download não permite no entanto copiar e colar, mas tão só fazer PrintScreens, e nem sequer fica disponível para copiar o pdf para outra máquina. Dentro do DOCUReader faz-se a busca de “Revelaciones Celestiales” e aparece a obra carregada por Leopoldo Varela Acosta.

- Também se pode fazer o download gratuito de toda a obra, na versão para Windows.

Pode encontrar algumas destas Revelações aqui na AMEN, relativamente a assuntos chaves e nos Dossiers correspondentes, nomeadamente os relativos ao Juízo Particular das almas e sobre o Purgatório:

As seguintes Revelações também se encontram no Capítulo - Algumas Revelações de Santa Brígida no final deste Dossier:

LIVRO 4 - Revelação 6 - O Purgatório e seus diferentes Graus

LIVRO 4 - Revelação 7 - Continuação da revelação sobre o Purgatório

LIVRO 4 - Revelação 8 - Conclusão do assunto sobre o Purgatório

LIVRO 4 - Revelação 91 - Há um lugar no Purgatório, onde não se padece outra pena senão o desejo de ver e estar junto de Deus

LIVRO 6 - Revelação 29 - Visão do juízo de uma alma contra a qual o demónio opõe gravíssimas acusações; a Virgem Maria defende-a, e tendo-lhe alcançado o amor a Deus no último instante da vida, a salva, mas com gravíssima pena no purgatório. Leia-se com calma, que é de muita doutrina e de grande ensinamento.       Nota - Esta Revelação 29 está em português e em espanhol.

 

Nota - Estas Revelações acima também se encontram nos Dossiers - Juízo Particular  e   Purgatório.

versão Espanhola está disponível num único Volume. Li na íntegra a publicada em espanhol em 1901, que se encontrava na Cartuxa.

Aconselho vivamente a sua leitura!

 

 

ÍDICE DETALHADO DAS REVELAÇÕES

A indicação das páginas neste ÍNDICE corresponde só à Versão Original Espanhola em papel, publicada em 1901, que tenho em meu poder.

 

Índice em Português

Índice em Espanhol

CRSB

PRÓLOGO AO LEITOR                                                                                  5

VIDA DA GLORIOSA SANTA BRÍGIDA                                                 11

EPÍST0IA DO REVERENDÍSIMO SENHOR CARDEAL DOM JUAN DE

TORQUEMADA                                                                                             20

AOS VENERÁVEIS PADRES E BARÕES RELIGIOSOS DA ORDEM DE

SÃO SALVADOR                                                                                          21

PRÓLOGO DO CARDEAL DOM  JUAN DE TORQUEMADA               22

DO MODO DE PROCEDER NA DECLARAÇÃO DOS ARTIGOS

APRESENTADOS NO CONCÍLIO                                                              24

DECRETO E SENTENÇA DO JUIZ DA CÂMARA APOSTÓLICA

ACERCA DESTAS DECLARAÇÃOES                                                       27

FÉE E TESTEMUNHO DO SECRETÁRIO DO SENHOR CARDEAL DOM JUAN

DE TORQUEMADA                                                                                      28

TESTEMUNHOS NOTÁVEIS                                                                       29

CRSB

PRÓLOGO AL LECTOR                                                                                 5

VIDA DE LA GLORIOSA SANTA BRÍGIDA                                           11

EPIST0I.A DEL REVERENDÍSIMO SEÑOR CARDENAL DON JUAN DE

TORQUEMADA                                                                                             20

A LOS VENERARLES PADRES Y VARONES RELIGIOSOS DE LA ORDEN

DE SAN SALVADOR                                                                                    21

PRÓLOGO DEL CARDENAL DON JUAN DE TORQUEMADA            22

DEL MODO DE PROCEDER EN LA DECLARACIÓN DE LOS ARTÍCULOS

PRESENTADOS EN EL CONCILIO                                                            24

DECRETO Y SENTENCIA DEL JUEZ DE LA CÁMARA APOSTÓLICA

ACERCA DE ESTAS DECLARACIONES                                                  27

FE Y TESTIMONIO DEL SECRETARIO DEL SEÑOR CARDENAL DON JUAN

DE TORQUEMADA                                                                                      28

TESTIMONIOS NOTABLES                                                                         29

 

LIVRO PRIMEIRO, 35.

Revelação I - XXXIX

- Revelação I. Testemunho que Jesus Cristo dá de Si mesmo e de Sua Divina Encarnação, 35.

- Revelação II. Palavras de Jesus Cristo a Santa Brígida sobre alguns mistérios da nossa santa fé, 37.

- Revelação III. Jesus Cristo exorta a alma ao seu amor e se queixa da ingratidão dos pecadores, 39.

- Revelação IV. O Senhor testifica estas revelações, 40.

- Revelação V. Jesus Cristo fala das obras de sua Igreja, e diz que as preces de Maria Santíssima e dos Santos a renovarão em suas virtudes, 41.

- Revelação VI. Quantos pecadores se afastam de Deus e como o Senhor lhes envia seus amigos para convertê-los, 44.

- Revelação VII. Maria exorta Santa Brígida a juntar sempre os louvores à Senhora aos de Seu divino Filho, 45.

- Revelação VIII. Quanto Jesus ama a Maria; de sua Assunção em corpo e alma; do prazer materno com o qual ajuda aqueles que invocam o seu nome e como cada um temos um anjo bom e um anjo mau, 45.

- Revelação IX. Interessante Compêndio da vida da Virgem Maria e tristíssima narração da Paixão de Seu divino Filho, 47.

- Revelação X. Revelação muito proveitosa sobre a Paixão do Senhor e como imitá-lo nela, 53.

- Revelação XI. Jesus Cristo ensina a Santa Brígida como ela deve orar e descreve três classes de homens que o servem neste mundo, 53.

- Revelação XII. Vê a santa a bem-aventurada, rezar por uma pecadora, e como por Maria Santíssima se converteu, 54.

- Revelação XIII. Jesus Cristo ameaça com terríveis punições a um escandaloso pecador, aqueles que por não se converter, caíram sobre ele, 56.

Página, 608

- Revelação XIV. Conversa muito suave entre Jesus e Maria; conselho dado a Santa Brígida, e quantos hão de aproveitar suas revelações, 58.

- Revelação XV. A Virgem Maria consola docemente a Santa Brígida em suas tristezas; utilidade destes e vantagens da pregação, 60.

- Revelação XVI. Palavras do Pai Eterno na presença de todo a Côrte Celestial, queixando-se da opressão e calamidades espirituais que padece a Igreja, 61.

- Revelação XVII. Palavras do Criador para Santa Brígida, revelando-lhe porque a sua justiça e misericórdia sofrem e dão tantas largas ao pecador, inimigo de Deus, 62.

- Revelação XVIII. Louvores dados a Deus onipotentes pelos coros celestiais, resposta do Senhor, queixas que Sua Majestade tem do homem, 63.

- Revelação XIX. Maneira de consolar Maria Santíssima nas dores da Paixão de Seu Filho Jesus, e alguns pormenores dela, 68.

- Revelação XX. Julgamento terrível e espantosa condenação de uma alma, 69.

- Revelação XXI. Preciosos conselhos de Maria Santíssima e como Ela ajuda os seus devotos na hora da morte, 71.

- Revelação XXII. Ingratidão dos homens para com Deus, e misericórdia de Deus e de Maria Santíssima para eles, 73.

- Revelação XXIII. Preciosa descrição das virtudes e atributos de Maria Santíssima, 74.

- Revelação XXIV. As gratíssimas promessas que Jesus Cristo faz a Santa Brígida pelos bens que ela deixou por seu amor, 76.

- Revelação XXV. Doutrinas que Jesus Cristo dá a Santa Brígida para regular sua vida. Malícia do inimigo, com uma idéia da inefável misericórdia de Deus para com os pecadores, 77.

- Revelação XXVI. Descrição admirável que faz Maria Santíssima do quanto Seu coração sofreu na Paixão de Seu Divino Filho, 80.

- Revelação XXVII. Louvor dado por Deus ao Anjo da Guarda de Santa Brígida, e quanto importa aos justos sofrer nesta vida, 81.

- Revelação XXVIII. A Virgem fala a Santa Brígida da excelência de Seu divino Filho, e quanto mais dignos de punição são aqueles que hoje o crucificam espiritualmente, do que os antigos judeus, 82.

- Revelação XXIX. Diviníssimas Virtudes de que nos deu exemplo o salvador da Sua Paixão, e quão pouco deve ser prometido áquele não as imite, 85.

- Revelação XXX. Digníssimo elogio de Maria, nossa mãe, 86.

- Revelação XXXI. Jesus manifesta a Santa Brígida como, a partir de um pequeno princípio de bondade, a alma pode ser elevada à grande santidade e, ao contrário, 87.

- Revelação XXXII. Lamenta-se Jesus Cristo do pouco que os homens cuidam hoje das suas maravilhas e ameaças, 89.

- Revelação XXXIII. Magnífica idéia da grandeza e divindade de Jesus Cristo e sentença que será dada contra aqueles que a neguem, 90.

- Revelação XXXIV. Mútuas e doces louvores que na presença de Santa Brígida se dão Jesus e Maria, excelências e vantagens da Lei da Graça sobre a lei judaica, 92.

- Revelação XXXV. Excelência e vantagens da Lei da Graça sobre a lei judaica. Grandeza do sacrifício do altar. Poder do sacerdote sobre o dos anjos e terríveis ameaças de Jesus Cristo contra aqueles que ousam dizer missa em pecado mortal, 93.

- Revelação XXXVI. Bênçãos que Maria Santíssima dá a Jesus, e como Jesus responde a sua doce Mãe, prometendo-lhe que pode alcançar misericórdia para aqueles que sofrem no purgatório e mesmo para aqueles que vivem na terra. Notável doutrina sobre o purgatório, 94

- Revelação XXXVII. Dulcíssimas saudações que a Virgem Maria dirige a Jesus, e como Jesus a compara ao belo lírio dos campos e se agrada, vê-la no céu em corpo e alma, 96,

- Revelação, XXXVIII. Doce elogio de Santíssima Maria feito por Jesus Cristo e da consolação espiritual que hão de dar aos bons estas revelações, 91

- Revelação XXXIX. O Senhor reclama que os maus o araancam do seu coração; Ele os convida à penitência com infinita caridade e os ameaça com sua justiça, 100.

Página, 609

LIBRO PRIMERO, 35.

Revelación I - XXXIX

- Revelación I. Testimonio quo Jesucristo da de Sí mismo y de su Divina Encarnación, 35.

- Revelación II. Palabras de Jesucristo á santa Brígida sobre algunos misterios de nuestra santa fe, 37.

- Re­velación III. Jesucristo exhorta al alma á su amor y se queja de la ingratitud de los pecadores, 39.

- Revelación IV. El Señor da testimonio de estas revelaciones, 40.

- Revelación V. Habla Jesucristo de los trabajos de su Iglesia, y dicé que los ruegos de María Santísima y de los Santos la renovarán en sus virtudes, 41.

- Revelación VI. Cuánto los pecadores se alejan de Dios, y cómo el Señor, los envía sus amigos para que los conviertan, 44.

- Revelación VII. Exhorta María á santa Brígida á que una siempre las alabanzas de la Señora á las de su divino Hijo, 45.

- Revelación VIII. Cuánto Jesús ama á María; de su Asunción en cuerpo y alma; del maternal agrado conque asiste á los que invocan su Nombre y cómo cada uno tenenmos un ángel bueno y un ángel malo, 45.

- Revelación IX. Interesante compendio de la vida de la Virgen María y tristísima narra­ción de la Pasión de su divino Hijo, 47.

- Revelación X. Revelación muy provechosa sobre la Pasión del Señor, y modo de imitarlo en ella, 53.

- Revelación XI. Enseña Jesucristo á santa Brígida cómo deba orar, y le describe tres clases de hombres que la sirven en este mundo, 53.

- Revelación XII. Ve la Santa á bienaventurado, rogar por una pecadora, y cómo por María Santísima se convirtió, 54.

- Revelación XIII. Amenaza Jesucristo con terribles castigos á un pecador escandaloso, los que por no convertirse cayeron sobre él, 56.

Pagina, 608.

- Revelación XIV. Suavísimo coloquio entre Jesús y María; consejos dados á santa Brígida, y cuántos han de aprovechar sus revelacio­nes, 58.

- Revelación XV. La Virgen María consuela dulcemente á santa Brígida en sus penas; utilidad de éstas y ventajas de la predicación, 60.

- Revelación XVI. Palabras del Padre Eterno en presencia de toda la Corte celestial, quejándose de la opresión y calamidades espirituales que padece la Iglesía, 61.

- Revelación XVII. Palabras del Criador á santa Brígida, revelándole por qué su justicia y su misericordia sufren y dan tantas largas al pecador, enemigo de Dios, 62.

- Revelación XVIII. Alabanzas dadas á Dios omnipotente por los coros celestiales, contestación del Señor, quejas que tiene su Majestad del hombre, 63.

- Revelación XIX. Modo de consolar á María santísi­ma en los dolores de la Pasión de su Hijo Jesús, y algunos pormenores de la misma, 68.

- Revelación XX. Terrible juicio y espantosa condenación de un alma, 69.

- Revelación XXI. Preciosos consejos de María santísima, y cómo asiste á sus devotos en la hora de la muer­te, 71.

- Revelación XXII. Ingratitud de los hombres para con Dios, y misericordia de Dios y de María santísima para con ellos, 73.

- Revelación XXIII. Preciosa descripción de las virtudes y atributos de María santísima, 74.

- Revelación XXIV. Gratísimas promesas que Jesucristo hace á santa Brígida por los bienes que dejó por su amor, 76.

- Revelación XXV. Doctrinas que Jesucristo da á santa Brígida para regular su vida. Malicia del enemigo, con una idea de la inefable misericordia de Dios para con los pecadores, 77.

- Reve­lación XXVI. Admirable descripción que hace María santísima de lo mucho que sufrió su corazón en la Pasión de su Divino Hijo, 80.

- Revelación XXVII. Alabanza que da Dios al ángel custodio de san­ta Brígida, y cuánto importa á los justos padecer en esta vida, 81.

- Revelación XXVIII. Habla la Virgen á santa Brígida de la excelen­cia de su divino Hijo, y cuánto y más dignos de castigo son los que hoy lo crucifican espiritualmente, que los antiguos judíos, 82.

- Revelación XXIX. Divinísimas virtudes de que nos dió ejemplo el Sal­vador de su Pasión, y cuán poco debe prometerse el que no lo imita en ellas, 85.

- Revelación XXX. Dignísimo elogio de María, Madre nuestra, 86.

- Revelación XXXI. Manifiesta Jesús á santa Brígida cómo de un pequeño principio de bien puede elevarse el alma á grande santidad y al contrario, 87.

- Revelación XXXII. Lamentase Jesucristo de lo poco que hoy se cuidan los hombres de sus maravi­llas y amenazas, 89.

- Revelación XXXIII. Magnífica idea de la grandeza y divinidad de Jesucristo y sentencia que se dará contra los que la nieguen, 90.

- Revelación XXXIV. Mutuas y dulces alabanzas que en presencia de santa Brígida se dan Jesús y María, ex­celencias y ventajas de la Ley de gracia sobre la Ley judaica, 92.

- Revelación XXXV. Excelencia y ventajas de la Ley de gracia sobre la Ley judaica. Grandeza del sacrificio del altar. Poder del sacerdote sobre el de los ángeles, y terribles amenazas de Jesucristo contra los que se atreven á decir misa en pecado mortal, 93.

- Revelación XXXVI. Bendiciones que María santísima da á Jesús, y cómo Je­sús contesta á su dulce Madre, prometiéndole que puede alcanzar mi­sericordia para los que padecen en el purgatorio y aún los que viven en la tierra. Notable doctrina sobre el purgatorio, 94

- Revela­ción XXXVII. Dulcísimas salutaciones que la Virgen María dirige á Jesús, y cómo Jesús la compara al hermoso lirio de los campos y se complace, de verla en los cielos en cuerpo y alma, 96,

- Revelación, XXXVIII. Dulce elogio de María santísima hecho por Jesucristo, y del consuelo espiritual que han de dar á los buenos estas revelaciones, 91

- Revelación XXXIX. Quejase el Señor de que los malos lo arrojan de su corazón; los convida á penitencia con infinita caridad, y los amenaza con su justicia, 100.

Pagina, 609.

 

LIVRO SEGUNDO, 103.

Revelação I - XVI

- Revelação I. O Salvador compara sua Divindade a uma coroa, com muitos ensinamentos sobre o estado religioso, e se manifesta com o exemplo dos heróis militares, que devem ser estes para a glória de Deus, para a defesa da fé e da justiça, 103.

- Revelação II. Entrada triunfal e aplauso honorífico que os anjos emprestaram no céu a alma de um nobre militar, de que se falou na revelação anterior, que ajustara sua vida à lei de Deus, 106.

- Revelação III. Palavras de Jesus Cristo sobre a imutabilidade e eternidade de sua justiça divina, e como ele exerce sua infinita misericórdia para com todos, até mesmo para os mais pecadores, 108.

- Revelação IV. Sublime idéia da divindade e grandeza de Deus. O Senhor fala a Santa Brígida de quão gratos estão os cavaleiros que lutam sob a sua bandeira, e como eles devem se comportar, 112.

- Revelação V. Virtudes produzidas pela palavra de Deus e condições de seus verdadeiros servos, 113.

- Revelação VI. Grandes benefícios relatados pela vinda de Jesus Cristo, com preciosas imagens de sua misericórdia para connosco, 118.

- Revelação VII. Por que o Senhor se manifesta nestas revelações a Santa Brígida em preferência a outros santos? Adicionam-se preciosas máximas espirituais, 121.

- Revelação VIII. Grande poder e sabedoria da Divindade. Todo o transitório é como uma sombra. Queda do primeiro anjo. Poder que o homem tem sobre Jesus Cristo para ocupar a sua cadeira, 122.

- Revelação IX. Se o homem visse os anjos e os bem-aventurados como eles são em si mesmo, diz Deus a Santa Brígida, se quebraria na sua natureza como um vaso apodrecido, não podendo suportar tanto esplendor. O mesmo aconteceria com ele, caso visse os demónios e condenados na sua mesma horrível fealdade, 126.

- Revelação X. Jesus Cristo nosso Senhor fala aos seus através dos seus ministros, e às vezes através de tribulações. Linda parábola em que o Senhor compara a Igreja a uma colméia, cujo Rei é Jesus Cristo e as abelhas, os fiéis, 127.

- Revelação XI. Conta a Virgem Maria a Santa Brígida a descida da cruz, com muito ternos detalhes, 132.

- Revelação XII. Alta doutrina da Virgem Maria, com a qual ensina a Santa Brígida a sabedoria de Deus, afastando-a da falsa prudência do mundo, 133.

- Revelação XIII. Misericórdia e humildade incomparáveis ​​da Virgem Maria, e preciosos frutos dessa virtude, 135.

- Revelação XIV. Queicha-se a Virgem Maria dos poucos cristãos que se lembram hoje das Suas dores. Simile que explica porque, não dão frutos em todas as palavras de Jesus, 136.

- Revelação XV. Exorta a Virgem Maria a Santa Brígida para meditar muito sobre a Paixão do Seu Divino Filho, 137.

- Revelação XVI. Infinita veracidade de nosso Senhor Jesus Cristo, e quanto devemos acatar as suas palavras e submeter em tudo a nossa vontade à dele, 138.

LIBRO SEGUNDO, 103.

Revelación I - XVI

- Revelación I. Compara el Salvador su Divinidad á una corona, con mucha enseñanza sobre el estado religioso, y manifiesta con el ejemplo de heroicos militares, cuales deban ser éstos á gloria de Dios, para defensa de la fe y de la justicia, 103.

- Revelación II. Entrada triunfal y honorifico aplauso con que los ángeles prestaron en cielo el alma de un noble militar de quien se habla en la revelación anterior, el cual había ajustado su Vida á la ley de Dios, 106.

- Revelación III. Palabras de Jesucristo sobro la inmutabilidad y eternidad de su divina justicia, y cómo ejerce su infinita misericordia para con todos, aun con los más pecadores, 108.

- Revelación IV. Sublime idea de la divinidad y grandeza de Dios. Habla el Señor á santa Brígida de cuan gratos le son los caballeros que militan bajo su bandera, y como deben éstos conducirse, 112.

- Revelación V. Virtudes que produce la palabra de Dios, y condiciones de sus verdaderos siervos, 113.

- Revelación VI. Grandes beneficios reportados por la venida de Jesucristo, con preciosas imágenes de su misericordia para con nosotros, 118.

- Revelación VII. Por qué á santa Brígida con preferencia á otros santos se manifiesta el Señor en estas revelaciones. Añádanse preciosas máximas espirituales, 121.
- Revelación VIII. Gran poder y sapientísima sabiduría de la Divinidad. Todo lo transitorio es como una sombra. Caída del primer ángel. Poder que el hombre tiene en Jesucristo para ocupar su silla, 122.

- Revelación IX. Si el hombre viese los ángeles y los bien­ aventurados cuáles son en sí, dice Dios a santa Brígida, se rompería en su naturaleza como un vaso podrido, no siendo capaz de soportar tanto esplendor. Otro tanto lo sucedería, en caso si viese a los demonios y condenados en su misma horribilísima fealdad, 126.

- Revelación X. Jesucristo nuestro Señor habla á los suyos por sus ministros, y á veces por las tribulaciones. Hermosa parábola en que el Señor compara la Iglesia á una colmena, cuyo Rey es Jesucristo y las abejas los fieles, 127.

- Revelación XI. Cuenta la Virgen María á santa Brígida el descendimiento de la cruz, con muy tiernos pormenores, 132.

- Revelación XII. Alta doctrina de la Virgen María, con la que enseña á santa Brígida la sabiduría de Dios, apartándola de la falsa prudencia del mundo, 133.

- Revelación XIII. Incomparable misericordia y humildad de la Virgen María, y preciosos frutos de esta virtud, 135.

- Revelación XIV. Quéjase la Virgen María de los pocos cristianos que se acuerdan hoy de sus dolores. Símil que explica por qué, no dan frutos en todos las palabras de Jesús, 136.

- Revelación XV. Exhorta la Virgen María á santa Brígida á que medite mucho la Pasión de su Divino Hijo, 137.

- Revelación XVI. Infi­nita veracidad de nuestro señor Jesucristo, y cuánto debemos acatar sus palabras y someter en todo á la suya nuestra voluntad, 138.

 

 

LIVRO TERCEIRO, 141.

Revelação I - XX

- Revelação I. Santo Ambrósio revela a Santa Brígida o quanto vale a oração dos bons para com Deus, 141.

- Revelação II. Algumas excelências da Santíssima Virgem são declaradas a Santa Brígida pela boca da mesma Senhora, 142.

- Revelação III. A Santíssima Virgem fala a Santa Bridget sobre a verdade destas revelações, 143.

- Revelação IV. São João confirma a Santa Brígida a verdade de suas revelações, 144.

- Revelação V. Diz Santa Inês a Santa Brígida, que não de deve deixar a conversão para a hora da morte, 145.

- Revelação VI. Contém muita doutrina e um precioso final sobre o zelo das almas, 146.

- Revelação VII. Palavras da Virgem a Santa Brígida elogiando Santo Domingo de Guzmán, 149.

Revelação VIII. Lamenta-se Santa Brigida ao Senhor, das distrações que sofria em seus exercícios espirituais; e como Jesus a conforta, 150.

Página, 610

- Revelação IX. A Virgem Maria fala a Santa Brígida sobre os dons do Espírito Santo e louva o Patriarca São Bento, 154.

- Revelação X. Novos louvores feitos pela Santíssima Virgem do Patriarca São Bento, 155.

- Revelação XI. Responde o Pai Eterno às preces da Santa, dando-lhe testemunho da alma daqueles que realmente crêem, 157.

- Revelação XII. Instrui o Salvador Santa Brígida sobre a importância de rezar pelos maus e pelos infiéis, 158.

- Revelação XIII. Palavras da Virgem, queixando-se do esquecimento que os cristãos têm de seu divino filho, 161.

- Revelação XIV. Magnífica idéia da Beatíssima Trindade e da imensa misericórdia de Deus, 161.

- Revelação XV. Reze a Santa pela cidade de Roma, e revela a Virgem Maria muitas grandes coisas desta cidade e seus inumeráveis ​​mártires, 163.

- Revelação XVI. Grande doutrina da Virgem Maria, sobre o amor e a caridade de Deus, com um maravilhoso exemplo de quatro cidades, nas quais se entende o limbo, o purgatório, o inferno e o Céu, 165.

- Revelação XVII. Preciosa descrição e louvor da Virgem Maria e resposta da Senhora, 167.

- Revelação XVIII. Santa Inês fala a Santa Brígida do imenso amor que Jesus tem a sua mãe, 169.

- Revelação XIX. Como o imã atrai o ferro, também a Virgem Maria atrai pecadores a Deus, 172.

- Revelação XX. Conselhos dados pela Virgem Maria a Santa Brígida sobre a pureza da alma e a abstinência do corpo, 172.

LIBRO TERCERO, 141.

Revelación I - XX

- Revelación I. San Ambrosio revela á santa Brígida cuánto valga la oración de los buenos para con Dios, 141.

- Revelación II. Decláranse á santa Brígida algunas excelencias de la santísima Virgen por la boca de la misma Señora, 142.

- Revelación III. La santísima Virgen habla á santa Brígida sobre la Verdad de estas revelaciones, 143.

- Revelación IV. San Juan confirma á santa Brígida la verdad de sus revelaciones, 144.

- Revelación V. Dice santa Inés á santa Brígida, que no se debe dejar la conversión para la hora de la muerte, 145.

- Revelación VI. Contiene mucha doctrina y un precioso final sobre el celo de las almas, 146.

- Revelación VII. Palabras de la Virgen á santa Brígida elogiando á santo Domingo de Guzmán, 149.

- Revelación VIII. Lamentase santa Brígida al Señor, de las distracciones, que padecía en sus ejercicios espirituales; y cómo la consuela Jesucristo, 150.

Pagina, 610.

- Revelación IX. Habla la Virgen María a santa Brígida sobre los dones del Espíritu Santo y hace un grande elogio del patriarca san Benito, 154.

- Revelación X. Nuevos elogios que hace la santísima Virgen del patriarca san Benito, 155.

- Revelación XI. Responde el Padre Eterno á los ruegos de la Santa, dándole testimo­nio de el alma de los que de veras creen, 157.

- Revelación XII. Instruye el Salvador á santa Brígida sobre la importancia de rogar por los malos y por los infieles, 158.

- Revelación XIII. Palabras de la Virgen, quejándose del olvido que los cristianos tienen de su divino hijo, 161.

- Revelación XIV. Magnífica idea de la Beatísima Trinidad y de la inmensa misericordia de Dios, 161.

- Revelación XV. Ruega la Santa por la ciudad de Roma, y descúbrele la Virgen María muchas grandezas de esta ciudad y de sus innumerables mártires, 163.

- Revelación XVI. Gran doctrina de la Virgen María, sobre la caridad y amor de Dios, con un maravilloso ejemplo de cuatro ciudades, en las que se significan el limbo, el purgatorio, el infierno y el cie­lo, 165.

- Revelación XVII. Preciosa descripción y elogio de la Virgen María, y contestación de la Señora, 167.

- Revelación XVIII. Santa Inés habla á santa Brígida del inmenso amor que Jesús tiene su Madre, 169.

- Revelación XIX. Como el imán atrae el hierro, así la Virgen María atrae los pecadores á Dios, 172.

- Revelación XX. Consejos que da la Virgen María á santa Brígida sobre la pureza del alma y la abstinencia del cuerpo, 172.

 

LIVRO QUATRO, (Por engano na obra não há Quinto Livro), 172.

- Revelação I - XCV

Revelação I. São João Evangelista diz a Santa Brígida que nenhuma boa obra ficará sem recompensa. Fala-lhe também da excelência da Bíblia, 173.

- Revelação II. Visão admirável que teve a Santa, na qual Deus representa o pecador cristão na forma de um animal monstruoso; aos gentios na forma de um peixe horrível e estranho, e aos amigos de Deus divididos em três classes, 174.

- Revelação III. Instrução que Jesus Cristo dá à Santa sobre os movimentos do bom e do mau espírito, 176.

- Revelação IV. O glorioso Príncipe dos Apóstolos aparece a Santa Brígida, estimulando-a com seu exemplo ao exercício das virtudes e à dor de seus pecados, 180.

- Revelação V. São Paulo aparece a Santa Brígida, dizendo-lhe que ele deveu a sua conversão às orações de Santo Estêvão, 180.

- Revelação VI. Admirável sobre o purgatório e seus diferentes graus, 181.

- Revelação VII. Continua a matéria da revelação anterior sobre o purgatório, 187.

- Revelação VIII. É o término duas anteriores, sobre o mesmo assunto, 188.

- Revelação IX. A gloriosa santa Santa Inês aparece a Santa Brígida, abençoando e louvando a Virgem Maria, 190.

- Revelação X. Palavras da Virgem instruindo o justo para o tempo da tribulação e para o tempo de consolação, 192.

- Revelação XI. Jesus Cristo diz a Santa Brígida que lágrimas são aceitáveis ​​a Deus e quais não, e quão indigna é aos seus olhos divinos a esmola dos bens usurpados ao próximo, 193.

- Revelação XII. Jesus Cristo consola Santa Brígida em suas tribulações espirituais e a adverte contra as ciladas do diabo, que não perde ocasião ou de induzir ao mal, ou de atribular-nos, quando isso não pode, 194.

- Revelação XIII. Porque é que os bons vivem muitas vezes atribulados e os maus em grande prosperidade, 195.

- Revelação XIV. A Santíssima Virgem diz a Santa Brígida para se guardar de algumas pessoas que, sob as aparências de piedade, abrigam intenções perversas. Diz-lhe também que disposições preparam o espírito para ganhar as indulgências, 197.

- Revelação XV. Instrução preciosa dada por Santa Inês a Santa Brígida, para atingir de uma vida santa, 200.

Página, 611.

- Revelação XVI. Muito preciosa saudação a Maria, 203.

- Revelação XVII. Magníficas e muito ternos louvores que Santa Brígida dá à Virgem Maria, e a resposta da Senhora, com grandes promessas que faz a seus devotos, 205.

- Revelação XVIII. Óptima e de grande ensinamento, para a discrição de espíritos e de penitência, 206.

- Revelação XIX. Muito boa e de grande consolo para os pregadores que trabalham sem dar frutos, 208.

- Revelação XX. Queixa-se Deus à Santa, dizendo que os homens estão mais dispostos a pecar do que o inimigo a tentá-los, e quanto os ministros de Deus devem trabalhar para se opor a tantos males, 210.

- Revelação XXI. São João instrui Santa Brígida sobre a discrição dos espíritos, 211.

- Revelação XXII. A Virgem Maria diz a Santa Brígida como os servos de Deus devem suportar os impacientes e pouco sofridos, 213.

- Revelação XXIII. Documentos da Virgem Maria para moderar e reger o nosso corpo, sujeitando-o ao espírito, 214.

- Revelação XXIV. Valor de obediência, 215.

- Revelação XXV. Queixa-se a Virgem Maria a Santa Brigida de um que se orgulhava de ser devoto da Senhora, a quem compara a um homem mal armado, 216.

- Revelação XXVI. Novamente a Virgem Maria fala a Santa Brígida, explicando-lhe três maneiras de tribulações, que ela compara a três tipos de pão, 216.

- Revelação XXVII. Diferentes maneiras com que o inimigo tenta os homens, 217.

- Revelação XXVIII. As honras por si mesmas não prejudicam a alma, quando subordinadas à glória e vontade deÌ Deus, 217.

- Revelação XXIX. Consoladora para os operários, ainda que não obtenham fruto nem conversão alguma, 218.

- Revelação XXIX. Julgamento misericordioso de uma alma, 218.

- Revelação XXXI. Quanto os prazeres e bens do mundo se opõem ao Espírito de Deus, 219.

- Revelação XXXII. Misteriosa revelação em que Deus pergunta a Santa Brigida o que ela pensa do estado actual do mundo. Resposta da Santa e ameaças do Senhor contra os maus, 220.

- Revelação XXXIII. Previne o Senhor Santa Brígida para que não se fie supersticiosamente nos sonhos, se bem que nem todos devam ser menosprezados, 220.

- Revelação XXXIV. Misteriosas palavras de Jesus Cristo a Santa Brígida, sob o símile de um leão e um cordeiro, 222.

- Revelação XXXV. Preciosa morte dos justos e o quanto lhes importa ser atribulados nesta vida, 223.

- Revelação XXXVI. A Virgem Maria diz a Santa Brigida como os sacerdotes facultados podem absolver, por maus que eles sejam: compara-os a Virgem a um porteiro leproso, 224.

- Revelação XXXVII. Quão edificantes devem ser os ministros do Senhor para ganhar almas, 224.

- Revelação XXXVIII. Quando Deus se inclina e favorece aquele que com piedade O invoca e a Ele se acolhe, e como sem Deus não há bem algum, 225.

- Revelação XXXIX. Palavras do Filho de Deus à Esposa, como nos devemos precaver. As tentações do diabo comparando-o com os ataques deste inimigo, 226.

- Revelação XL. Revelação notável em que a Santa viu o julgamento de pessoas que ainda viviam, 227.

- Revelação XLI. Terrível purgatório de uma alma, manifestado por Deus a Santa Brígida, 228.

- Revelação XLII. Espantosa sentença e condenação de um homem e uma mulher que viviam mal amigados, e esclarecimento que foi feito da visão por meio do anjo, 230.

- Revelação XLIII. Palavras da Virgem Maria a Santa Brígida, mostrando o quanto ela está disposta e pronta a favorecer em seus três estados respectivos, às virgens, às casadas e às viúvas, se neles amam e servem a Deus, e se acolhem a Senhora, com devoção, 233

- Revelação XLIV. Excelência do sacerdócio, quanto é seu poder e quão grande é aos olhos de Jesus Cristo, 234.

- Revelação XLV. Real presença de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento do altar, 237.

- Revelação XLVI. Admirável sobre o Santíssimo Sacramento, 239.

Página, 612

- Revelação XLVII. Doutrina da Virgem Maria sobre a utilidade das tribulações, seguindo o exemplo de seu Divino Filho, 242

- Revelação XLVIII. Importância e acrescido mérito dos pregadores que trabalham na vinha do Senhor, 243.

- Revelação XLIX. Palavras da Virgem Maria a Santa Brígida, ensinando-lhe que não tanto prejudica a posse de riquezas como o vicioso apego e afeição a elas, 244.

- Revelação L. Diz Nosso Senhor Jesus Cristo a Santa Brigida como tudo se verga à sua vontade, excepto a alma do pecador, 245.

- Revelação LI. Importantes lições da Virgem Maria sobre aa astúcias do inimigo, comparando-o a uma raposa, 246.

- Revelação LII. Refere a Virgem Maria a Santa Brígida de uma maneira muito patética a Paixão de seu divino filho, e descreve-lhe também a formosura de sua sagrada humanidade, 248.

- Revelação LIII. Os três estados de donzelas, casadas ​​e viúvas, agradam a Deus, se forem tomados por vocação, 251.

- Revelação LIV. Jesus Cristo exorta Santa Brígida e a sua filha santa Catarina, para que lhe estejam muito agradecidas pela especial vocação com que as chamou, 252.

- Revelação LV. Demonstra-se, a santa Brígida em certa visão, como morreu já um parente seu muito próximo, 253.

- Revelação LVI. consumada e altíssima perfeição cristã, descrita pela Virgem Maria, 254.

- Revelação LVII. Louvores e humildes preces que santa Brígida dirige ao Senhor, 260.

- revelação LLVIII. Louvor e ação de graças que santa Brígida dirige a Deus pelos benefícios com que a enriqueceu; e o Senhor diz-lhe que depositou nela essas revelações para o bem de muitos, 263.

- Revelação LIX. Verdade destas revelações e, de seu espírito, com notável aviso enviado a um prelado, 266.

- Revelação LX. Saudáveis conselhos ​​que dá a santa a um irmão seu espiritual, 267

- Revelação LXI. Muito instrutiva sobre três classes, de homens, e diferença entre as lágrimas boas e ruins, 269.

- Revelação ILXII. Nosso Senhor Jesus Cristo diz a Santa Brígida as condições que deve ter a alma devota para fazer-se grata ao seu Deus, 272.

- Revelação LXIII. Misericórdia e justiça de Deus e quanto importa ao homem responder à inspiração divina. Conta-se a punição de um que não fez assim, 273.

- Revelação LXIV. A Virgem Maria se compara a uma flor que derrama doçura entre os seus devotos, 271.

- Revelação LXV. Espiritual e formosa comparação entre os sentidos e membros do corpo com as potências da alma, 275.

- Revelação LXVI. Nosso Senhor Jesus Cristo compara os homens deste mundo a três navios, mais ou menos bem equipados e dispostos, 276.

- Revelação LXVII. O Senhor descreve a Santa Brígida como deve armar-se para a guerra espiritual o verdadeiro soldado de Jesus Cristo, 278.

- Revelação LXVIII. Como os justos se transformam em Jesus Cristo, 280.

- Revelação LXIX. Aconselha Jesus Cristo Santa Brígida que se humilhe diante de quatro classes de homens, 280.

- Revelação LXX. Jesus adverte a Santa Brígida do progresso em todas as virtudes, imitando os santos e a rainha de todos eles, a fim de unir-se com o próprio Jesus, 281.

- Revelação LXXI. Dita o Senhor a Santa Brígida algumas orações que pode recitar ao se vestir, ao sentar-se à mesa e ao se retirar-se para descansar, 282.

- Revelação LXXII Indizível obstinação do demónio no mal e quem são seus sequazes, 282.

- Revelação LXXIII. Faz à Santa algumas explicações sobre a Revelação anterior, 283.

- Revelação LXXIV. Preciosa símile pela qual se mostra quatro classes de pessoas que não buscam realmente a Deus, 284

- Revelação LXXV. Paciência admirável de Deus, mas com ameaças também aos que desprezam a sua lei e os anátemas da Igreja, 25.

- Revelação LXXVl. Jesus Cristo diz a Santa Brígida que a escolheu só pela sua bondade, para que seja como um clarim que publica os seus louvores e dê glória a Deus no mundo, 91.

Página, 613

- Revelação LXXVII. Louvores que a Virgem Maria faz da doçura e misericórdia do coração de seu divino Filho, e meios de conseguir esta misericórdia, 287.

- Revelação LXXVIII. Preciosas máximas de espírito que Jesus Cristo dá a Santa Brígida e diz-lhe que não desanime, mesmo que caia em faltas, 287.

- Revelação LXXIX. A Virgem Maria diz a Santa Brígida que o pecador que se converte,deve, reparar com humildade e paciência o tempo antes perdido, 288.

- Revelação LXXX. Dá-lhe Deus a conhecer a Santa Brígida a diferença entre o bom e o mau espírito, 289.

- Revelação LXXXI. Jesus Cristo adverte Santa Brigida do vício da soberba, 292.

- Revelação LXXXII. Quem elege Deus para as suas obras e grande castigo que sofria um soberbo nos insfernos, 290.

- Revelação LXXXIII. Necessidade da pureza da intenção no fazer, 292.

- Revelação LXXXI. Indizível bondade de Deus e com quanto amor acode aos que o invocam, 293.

- Revelação LXXXII. Como Deus atrai para si com infinito amor as almas que o buscam, 293.

- Revelação LXXXIII. Sete coisas boas que se encontram em Jesus Cristo, às quais o homem desconhecido corresponde com sete ingratidões, 291.

- Revelação LXXXVII. Instrui Jesus Cristo a Santa sobre a diferença entre prazer espiritual e corporal, 294.

- Revelação LXXXVIII. Como as santas práticas e costumes, e não o hábito exterior, formam o verdadeiro religioso, 295.

- Revelação LXXXIX. Sete riquíssimas joias de virtudes que enobrecem e iluminam a alma que ama a Deus, 296.

- Revelação XC. Fala a Virgem Maria com Santa Brígida, dando-lhe conselhos e documentos de suma importância, 297.

- Revelação XCI. Há um lugar no purgatório onde não se padece outra pena além do desejo, 299.

- Revelação XCII. Instrui a Virgem Maria Santa Brígida de quanto importa às vezes deixar a Deus por Deus, e preferir a saúde e o zelo das almas ao próprio consolo espiritual, 299.

- Revelação XCIII. Nesta revelação se digna Jesus Cristo declarar Santa Brígida, que em termos menos claros lhe havia dito na revelação segunda deste mesmo Livro Quarto. Se dão nela muito proveitosos documentos para conseguir a piedade e para instruir ministros e operários evangélicos, 300.

- Revelação XCIV. Revelação feita à Santa no Monte Gargano, sobre a excelência e proteção dos santos anjos, 307.

- Revelação XCV. Raiva dos judeus contra Jesus na sua Paixão e morte, 308.

LIBRO CUARTO , (Por engaño en la obra no hay Libro Quinto), 172.

Revelación I - XCV

- Revelación I. Dícele san Juan evangelista á santa Brígida, que ninguna obra buena quedará sin premio. Háblale también de la excelencia de la Biblia, 173.

- Revelación II. Admirable visión que tuvo la Santa, en la que le representa Dios al pecador cristiano en forma de un animal monstruoso; á los gentiles en forma de un pez horrible y extraño, y á los amigos de Dios divididos en tres clases, 174.

- Revelación III. Instrucción que Jesucristo da á la Santa sobre los movimientos del bueno y del mal espíritu, 176.

- Revelación IV. El glorioso Príncipe de los apóstoles se aparece á santa Brígida, estimulándola con su ejemplo al ejercicio de las virtudes y al dolor de sus culpas, 180.

- Revelación V. San Pablo se aparece á santa Brígida, diciéndole que debió su conversión á las oraciones de san Esteban, 180.

- Revelación VI. Admirable sobre el purgatorio y sus diferentes grados, 181.

- Revelación VII. Continúa la materia de la revelación anterior sobre el purgatorio, 187.

- Revelación VIII. Es terminación de las dos anteriores, sobre el mismo asunto, 188.

- Revelación IX. La gloriosa santa Inés se aparece á santa Brígida, bendiciendo y dando alabanzas á la Virgen María, 190.

- Revelación X. Palabras de la Virgen instruyendo al justo para el tiempo de la tribulación y para el tiempo del consuelo, 192.

- Revelación XI. Dice Jesucristo á santa Brígida qué lágrimas sean aceptas á Dios y quales no, y cuán abo­minable sea á sus divinos ojos la limosna hecha de los bienes usurpados al prójimo, 193.

- Revelación XII. Jesucristo consuela á santa Brígida en sus tribulaciones espirituales y la previene contra las asechanzas del demonio, que no pierde ocasión ó de inducirlas al mal ó de atribularnos cuando eso no puede, 194.

- Revelación XIII. Por qué los buenos viven muchas veces atribulados y los malos en grande prosperidad, 195.

- Revelación XIV. La santísima Virgen di­ce á santa Brígida que se guarde de algunas personas, que bajo las apariencias de piedad abrigan intenciones perversas. Dícele tam­bién qué disposiciones preparan el ánimo para ganar las indulgen­cias, 197.

- Revelación XV. Preciosa instrucción que da santa Inés á santa Brígida, para el arreglo de una vida santa, 200.

Pagina, 611.

- Revelación XVI. Muy preciosa salutación á María, 203.

- Revelación XVII. Magníficas y muy tiernas alabanzas que santa Brígida da á la Virgen María, y contestación de la Señora, con grandes promesas quo hace á sus devotos, 205.

- Revelación XVIII. Optima y de mucha en­señanza, para discreción de espíritus y de penitencia, 206.

- Revelación XIX. Bonísima y de mucho consuelo para los predicadores que trabajan sin conseguir fruto, 208.

- Revelación XX. Quéjase Dios á la Santa, diciéndolo que son los hombres más prestos para pecar, que el enemigo para tentarlos, y cuánto deban trabajar los ministros de Dios para oponerse á tantos males, 210.

- Revelación XXI. San Juan instruye á santa Brígida sobre la discreción de espíritus, 211.

- Revelación XXII. Dice la Virgen María á santa Brígida cómo los siervos de Dios han de soportar á los impacientes y poco sufridos, 213.

- Revelación XXIII. Documentos de la Virgen María para moderar y regir nuestro cuerpo, sujetándolo al espíritu, 214.

- Revelación XXIV. Valor de la obediencia, 215.

- Revelación XXV. Quéjase la Virgen María á santa Brígida de uno que se preciaba ser devoto de la Señora, á quien compara con un mal armado, 216.

- Revelación XXVI. Otra vez habla la Virgen Ma­ría á santa Brígida, explicándole tres maneras de tribulaciones, las que compara á tres clases de pan, 216.

- Revelación XXVII. Diferen­tes modos con que el enemigo tienta á los hombres, 217.

- Revela­ción XXVIII. Los honores por sí no dañan al alma, cuando se su­bordinan á la gloria y voluntad de Dios, 217.

- Revelación XXIX. Consoladora para los operarios, aunque no obtengan fruto ni con­versión alguna, 218.

- Revelación XXIX. Juicio misericordioso de un alma, 218.

- Revelación XXXI. Cuánto se oponen al Espíritu de Dios los placeres y bienes del mundo, 219.

- Revelación XXXII. Mis­teriosa revelación en quo Dios pregunta a santa Brígida qué opina del actual estado del mundo. Contestación de la Santa y amenazas del Señor contra los malos, 220.

- Revelación XXXIII. Previene el Señor á santa Brígida para que no se fíe supersticiosamente de los sueños, si bien no todos han de menospreciarse, 220.

- Revelación XXXIV. Misteriosas palabras de Jesucristo á santa Brígida, bajo el símil de un león y un cordero, 222.

- Revelación XXXV. Pre­ciosa muerte de los justos, y cuánto los importa ser atribulados en esta vida, 223.

- Revelación XXXVI. La Virgen María dice á santa Brígida cómo los sacerdotes facultados pueden absolver, por malos que ellos sean: compáralos la Virgen á un portero leproso, 224.

- Revelación XXXVII. Cuán edificantes deben ser los ministros del Señor para poder ganar almas, 224.

- Revelación XXXVIII. Cuándo so inclina y favorece Dios al que con piedad lo invoca y á El se acoge, y cómo sin Dios no hay bien alguno, 225.

- Revelación XXXIX. Palabras del Hijo de Dios á la Esposa, cómo debemos precaver. Las tentaciones del diablo comparándosele con los ataques de este enemigo, 226.

- Revelación XL. Notable revelación en la que vio la Santa el juicio de personas que aún vivían, 227.

- Revelación XLI. Terrible purgatorio de un alma, manifestado por Dios á santa Brígida, 228.

- Revelación XLII. Espantosa sentencia y condenación de un hombre y de una mujer que vivían mal amistados, y aclaración que fue hecha de la visión por medio del án­gel, 230.

- Revelación XLIII. Palabras de la Virgen María á santa Brígida, manifestándole cuánto se halla dispuesta y pronta á favorecer en sus tres estados respectivos, á las vírgenes, á las casadas y á las viudas, si en ellos aman y sirven á Dios, y se acogen á la Señora, con devoción, 233.

- Revelación XLIV. Excelencia del sacerdocio, cuánto es su poder, y cuán grande es á los ojos de Jesucristo, 234.

- Revelación XLV. Real presencia de Jesucristo en el Santísimo Sacramento del altar, 237.

- Revelación XLVI. Admirable sobre el Santísimo Sacramento, 239.

Pagina, 612.

- Revelación XLVII. Doctrina de la Virgen María sobre la utilidad de las tribulaciones, á ejemplo de su Divino Hijo, 242.

- Revelación XLVIII. Importancia y crecido mérito de los predicadores que trabajan en la viña del Señor, 243.

- Revelación XLIX. Palabras de la Virgen María á santa Brígida, enseñándole que no tanto daña la posesión de las riquezas cuanto el Vicioso apego y afición á ellas, 244.

- Revelación L. Dice Nuestro señor Jesucristo á santa Brígida cómo todo se pliega á su voluntad, menos el alma del pecador, 245.

- Revelación LI. Importantes lec­ciones de la Virgen María sobre las astucias del enemigo, comparándole á una zorra, 246.

- Revelación LII. Refiere la Virgen María á santa Brígida de un modo muy patético la Pasión de Su divino hijo, y descríbele también la hermosura de su sagrada humanidad, 248.

- Revelación LIII. Los tres estados de doncellas, casadas y viudas, agradan á Dios, si se toman por vocación, 251.

- Revelación LIV. Jesucristo exhorta á Santa Brígida y á su hija santa Catalina, para que le estén muy agradecidas por la especial vocación con que las ha llamado, 252.

- Revelación LV. Se demuestra, á santa Brígida en cierta visión, como difunto ya á un pariente suyo muy próximo, 253.

- Revelación LVI. Consumada y altísima perfección cristiana, descrita por la Virgen María, 254.

- Revelación LVII. Ala­banzas y humildes preces que santa Brígida dirige al señor, 260.

- Revelación LLVIII. Alabanza y acción de gracias que santa Brígida dirige á Dios por los beneficios con que la ha enriquecido; y el Señor le dice que ha depositado en ella estas revelaciones para bien de muchos, 263.

- Revelación LIX. Verdad de estas revelaciones y, de su espíritu, con notable aviso mandado á un prelado, 266.

- Revela­ción LX. Saludables consejos que da la santa á un hermano suyo espiritual, 267.

- Revelación LXI. Muy instructiva sobre tres clases, de hombres, y diferencia entro las buenas y malas lágrimas, 269.

- Revelación ILXII. Nuestro Señor Jesucristo dice á santa Brígida las condiciones que deba tener el alma devota para hacerse gratísima á su Dios, 272.

- Revelación LXIII. Misericordia y justicia de Dios y cuánto le importa al hombre responder á la inspiración divina. Cuentase el castigo de uno que no lo hizo así, 273.

- Revelación LXIV. La Virgen María se compara á una flor que derrama dulzura y consuelo entre sus devotos, 271.

- Revelación LXV. Espiritual y hermosa comparación entre los sentidos y miembros del cuerpo con las potencias del alma, 275.

- Revelación LXVI. Nuestro Señor Jesucristo compara á los hombres de este mundo á tres naves, más ó menos bien equipadas y dispuestas, 276.

- Revelación LXVII. El Señor describe á santa Brígida cómo debe armarse para la guerra espiritual el verdadero soldado de Jesucristo, 278.

- Revelación LXVIII. Cómo los justos se transforman en Jesucristo, 280.

- Revelación LXIX. Aconseja Jesucristo á santa Brígida que se humille ante cuatro clases de hombres, 280.

- Revelación LXX. Je­sucristo amonesta á santa Brígida el progreso en toda virtud, imi­tando á los Santos y á la Reina de todos ellos, para unirse de este modo con el mismo Jesús, 281.

- Revelación LXXI. Dieta el Señor á santa Brígida algunas oraciones que pueda recitar al vestirse, al sentarse á la mesa, y al retirarse para descansar, 282.

- Revelación LXXII Indecible obstinación del demonio en el mal y quiénes son sus secuaces, 282.

- Revelación LXXIII. Hace á la Santa algunas aclaraciones sobre la Revelación anterior, 283.

- Revelación LXXIV. Precioso símil por el que se muestran cuatro clases de personas quo no buscan de veras á Dios, 284

- Revelación LXXV. Paciencia admirable de Dios, pero cómo amenaza también á los que desprecian su ley y los anatemas de la Iglesia, 25.

- Revelación LXXVl. Dice Jesucristo á santa Brígida haberla escogido du per su sola bondad, para que sea como un clarín que publique sus alabanzas y dé gloria á Dios en el mundo, 91.

Pagina, 613.

- Revelación LXXVII. Alabanzas que la Virgen María hace de la dulzura y misericordia del corazón de su divino Hijo, y medios de conseguir esta misericordia, 287.

- Revelación LXXVIII. Preciosas máximas de espíritu que Jesucristo da á santa Brígida, y dícele que no se desanime, aunque caiga en faltas, 287.

- Revelación LXXIX. La Virgen María dice á santa Brígida, que el pecador que se convierte à Dios

debe, reparar con la humildad y la paciencia el tiempo antes perdido, 288.

- Revelación LXXX. Dale Dios á conocer á santa Brígida la diferencia entre el bueno y el mal espíritu, 289.

- Revelación LXXXI. Jesucristo precave á santa Brígida del vicio de la soberbia, 292.

- Revelación LXXXII. Quiénes elige Dios para sus obras, y gran castigo que padecía un Soberbio en los infiernos, 290.

- Revelación LXXXIII. Necesidad de la pureza de intención en el obrar, 292.

- Revelación LXXXI. Indecible bondad de Dios, y con cuánto amor acude á los que le invocan, 293.

- Revelación LXXXII. Como Dios atrae hacia sí con infinito amor las almas que le buscan, 293.

- Revelación LXXXIII. Siete cosas buenas que se encuentran en Jesucristo, á las que el hombre desconocido corres­ponde con siete ingratitudes, 291.

- Revelación LXXXVII. Instruye Jesucristo á la Santa sobre la diferencia entre el placer espiritual y el corporal, 294.

- Revelación LXXXVIII. Cómo las santas prácticas y costumbres y no el habito exterior, forman el verdadero religioso, 295.

- Revelación LXXXIX. Siete riquísimas joyas de virtudes que ennoblecen y abrillantan el alma que ama á Dios, 296.

- Revelación XC. Habla la Virgen María con santa Brígida, dándole consejos y documentos de suma importancia, 297.

- Revelación XCI. Hay un lugar en el purgatorio donde no se padece otra pena que del deseo, 299.

- Revelación XCII. Instruye la Virgen María á santa Brígida de cuanto importa á veces dejar á Dios por Dios, y preferir la salud y celo de las almas al propio consuelo es­piritual, 299.

- Revelación XCIII. En esta revelación se digna Jesu­cristo declarar á santa Brígida, lo que en términos menos claros le había dicho en la revelación segunda de este mismo libro cuarto. Se dan en ella muy provechosos documentos para conseguir la piedad y para instruir á los ministros y operarios evangélicos, 300.

- Revelación XCIV. Revelación hecha á la Santa en el monte Gárgano, sobre la excelencia y protección de los santos ángeles, 307.

- Revelación XCV. Rabia de los judíos contra Jesús en su Pasión y muerte, 308.

 

 

LIVRO SEXTO, (Por engano na obra não há Livro Quinto), 309

Revelação I - LXXVI

- Revelação I. A Virgem Maria fala a Santa Brígida da infância de Jesus da sua beleza e atractivos divinos, 309.

- Revelação II. Viu a santa em espírito como o diabo fugia de uma pessoa que rezava com fervor, 309.

- Revelação III. Jesus Cristo exorta à pregação da sua palavra, prometendo grandes tesouros a seus ministros, 310.

- Revelação IV. Jesus Cristo reprova Santa Brígida de uma impaciência, e a aconselha que nunca corrija até se acalmar, 311.

- Revelação V. Incomparável poder e misericórdia da Virgem Maria. Sete espantosos tormentos sofridos pela alma de um príncipe no purgatório e eficácia das esmolas, da missa e da sagrada comunhão, para libertá-los deles, 311.

- Revelação VI. Aconselha a Virgem Maria a Santa a nunca esquecer a paixão do Senhor, e diz-lhe como naquela Paixão se comoveram os Céus, a Terra e os abismos, 315

- Revelação VII. A Virgem Maria se compara a uma colméia de dulcíssimo mel, da qual todos recebem bênção e doçura, 316.

- Revelação VIII. Aconselha o Senhor e manda aos seus, que se dêem sem reserva ao seu divino serviço de corpo e alma, 317.

Página, 614

- Revelação IX. Trâmites por onde conduz e eleva Deus a alma até à perfeição, 318.

- Revolução X. Imensa glória dos abençoados e, ao contrário, incríveis sofrimentos dos réprobos, com o exemplo de uma mulher que se condenou, cujos tormentos se descrevem, 319.

- Revelação XI. A Virgem Maria instrui Santa Brígida sobre como descartar as tentações, 320.

- Revelação XII. Queicha-se o Senhor da má correspondência de muitos cristãos aos seus infinitos benefícios, 321.

- Revelação XIII. Exorta a Virgem Maria à contínua meditação e memória da Paixão do seu Divino Filho, como o caminho mais eficaz para acender na alma o fogo do amor a Deus, 323.

- Revelação XIV. Viu Santa Brígida que uma alma no purgatório recebia muito pouco alívio em suas penas, pela ostentação e orgulho com que os seus filhos e executores lhe ofereciam os sufrágios, 325.

- Revelação XV. Roga a Virgem Maria ao Seu divino Filho por um insigne pecador, e Deus lhe concede muitas graças pela sua intercessão, 327.

- Revelação XVI. Prosegue a revelação anterior. Grande misericórdia de Jesus Cristo, e como promete perdão e esquecimento das suas culpas ao pecador em questão, se se arrepende, ameaçando-o pelo contrário, 329.

- Revelação XVII. terminam as duas revelações anteriores. Novas ameaças de Jesus Cristo contra o pecador de que nelas se fala, cujas ameaças se cumpriram, perdendo-se eternamente, porque não quis se converter, 331.

- Revelação XVIII. Previne Jesus Cristo a Santa Brígida e a adverte, por ela, a todos, a que se abstenham das loucas vaidades do mundo e se ocupem de Deus, em quem está a verdadeira paz, 332.

- Revelação XIX. Espantoso julgamento e condenação eterna da alma de um nobre, que morreu repentinamente sentado à mesa, 333.

- Revelação XX. Riqueza e santos efeitos da Sagrada Eucaristia, 336

- Revelação XXI. Nosso Senhor Jesus Cristo diz a Santa Brígida que toda a perfeição consiste em se submeter à vontade de Deus, 337.

- Revelação XXII. lamentável condenação de certa alma, e a salvação de outra com circunstâncias muito notáveis, 340.

- Revelação XXIII. Queixa-se o Pai Eterno da decadência da religião entre os cristãos, e ameaça transferir a fé para outra parte, 345.

- Revelação XXIV. A Virgem Maria obteve de seu divino Filho que ele manifestasse estas revelações a Santa Brígida para o bem de muitos que as receberão com docilidade, 347.

- Revelação XXV. Manifesta Jesus Cristo à Santa como no último término da morte se purificou no seu próprio corpo com dores, a alma de que se fala na revelação anterior, 348.

- Revelação XXVI. Disposição dos Apóstolos para receber o Espírito Santo; má  disposição do mundo para que Deus se lhe comunique; e fala novamente Jesus Cristo sobre a excelência destas revelações, 349.

- Revelação XXVII. Verdadeiros e falsos devotos da Virgem Maria, com o prémio ou castigo que a Senhora promete a cada um, 351.

- Revelação XXVIII. Do bom e mau espírito e dos sinais dados por Jesus Cristo para conhecê-lo, 352.

- Revelação XXIX. Visão do juízo de uma alma contra a qual o diabo opõe gravíssimas acusações; a Virgem Maria a defende e, tendo-lhe alcançado amor de Deus no último momento da vida, a salva, mas com gravíssima pena no purgatório, 352.

- Revelação XXX. Continua a admirável revelação precedente. Deus glorifica a alma que lhe foi apresentada em juízo, e se uma breve, mas altíssima da imensa glória dos santos, 362.

- Revelação XXXI. Méritos da obediência e os frutos da paciência nos combates e vitórias dos justos, 363.

- Revelação XXXII. Jesus Cristo, valendo-se de duas comparações, diz: primeiro, que, por muitas almas que se perdem, criará outras e outras até que se preencha o reino dos céus; e segundo, que buscará entre os gentios frutos de conversão e santidade para glória sua, 365.

- Revelação XXXIII. A Virgem Maria queixa-se na presença do seu Filho da muita cegueira e miséria em que se vêem envoltos os homens, e a resposta do seu divino filho, 366.

Página, 615

- Revelação XXXIV. Santa Brígida pede à Virgem Maria que lhe alcance, o perfeito amor a Deus, e a resposta da Senhora, 368.

- Revelação XXXV. Jesus Cristo se compara a um médico cheio de caridade para com os seus, 370.

- Revelação XXXVI. A Virgem Maria testemunho a Santa Brígida da sua concepção imaculada, 370.

- Revelação XXXVII. A Virgem Maria instrui Santa Brígida que o amor de Deus está acima de todas as coisas e apresenta o exemplo de uma mulher pagã que se converteu e cresceu muito em virtude, 371.

- Revelação XXXVIII. Indizíveis ​​e horribilíssimas penas de avó e neta, uma no inferno e outra no purgatório, pelo orgulho e vaidade de suas vidas, com muita doutrina e ensinamentos que nisto a Virgem Maria dá a Santa Brígida, 372.

- Revelação XXXIX. Recorda Jesus Cristo a santa Brígida dos bens que sua vinda trouxe ao mundo, e quanto os homens os esquecem, 383.

- Revelação XL Casamento de São Joaquim e Santa Ana. A Virgem Maria chama ditosa e feliz a hora em que Deus a criou para tanto bem do mundo, 385.

- Revelação XLI. A Virgem Maria revela a Santa Brígida o quanto seu nascimento encheu de alegria os anjos no céu, e de júbilo os justos sobre a Terra e de espanto os demónios no inferno, 385.

- Revelação XLII. Notável revelação feita pela Virgem Maria a Santa Brígida sobre sua Purificação, e a amarga dor que causaram em sua alma as palavras de Simeão, 386.

- Revelação XLIII. Conta a Virgem Maria a Santa Brígida de um modo muito terno a infância e a vida oculta de Jesus, 388.

- Revelação XLIV. Visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel. Vida admirável e virtuosíssima da Virgem Maria e São José em Nazareth, com grandes elogios que este santo Patriarca faz da Virgem, 389.

- Revelação XLV. Assunção da Virgem Maria em corpo e alma aos Céus e louvor que a Senhora faz de São Jerónimo, 391.

- Revelação XLVI. Admirável vida da Virgem Maria após a ascensão de seu divino Filho. Fala-se também da Assunção desta Senhora em corpo e alma, 391.

- Revelação XLVII. Assunção da Virgem Maria, com notável revelação sobre o fim do mundo, 392.

- Revelação XLVIII. Jesus Cristo ameaça os que, esquecendo os seus pecados, vivem no mundo com segurança e alegria: mas promete o perdão se se converterem, 594.

- Revelação XLIX. Perfeito resumo de uma vida santa em todos os estados, 394.

- Revelação L. Diz Jesus que a alma é sua esposa e acrescenta quem são os criados e as escravas da alma. Também revela a Santa Brígida as terríveis penas que padecia uma alma no purgatório e como ela podia ser aliviada delas, 401.

- Revelação LI. Segundo o Evangelho, são dois os caminhos para alcançar o Céu: humilhar-se como uma criança e violentar-se a si mesmo, 408.

- Revelação LII. Manifesta Deus a Santa Brígida quanto mérito tem aos olhos o ministério da pregação. Aqui também se refere a espantosa condenação de um soldado, que blasfemou ao ouvir as palavras de um pregador, 409.

- Revelação LIII. Notável revelação sobre um que celebrava a missa, não estando ordenado sacerdote, 411.

- Revelação LIV. Jesus Cristo repreende gravemente aqueles que consultam os adivinhadores e os maus espíritos, e instrui sobre isso a Santa Brígida, 411.

- Revelação LV. Revela o Senhor a Santa Brígida como em algum tempo os gentios serão mais fervorosos do que os actuais cristãos, 412.

- Revelação LVI. Diz o Senhor a Santa Brigida o quanto aborrece sua Majestade aqueles que retêm injustamente os bens alheios. Refere-se o castigo de uma alma que esteve quarenta anos no purgatório por sua negligência nesta parte, 412.

- Revelação LVII. Milagre da Santa Eucaristia, 413.

Página, 616

- Revelação LVIII. A Santíssima Virgem manifesta a Santa Brígida como Deus quer valer-se destas revelações para esclarecer muitos fiéis na Igreja, 413.

- Revelação LIX. São João Evangelista diz a Santa Brígida ter sido ele, que inspirado por Deus, escreveu o Apocalipse, 414.

- Revelação LX. Notável revelação sobre as almas que Jesus Cristo tirou do limbo, e como, embora muitos corpos tenham ressuscitado, somente as almas subiram com Jesus Cristo para a glória, 415.

- Revelação LXI. Asombrosa conversão e morte santa pela intercessão da Virgem Maria, de um pecador que fazia sessenta anos que não se havia confessado, 416.

- Revelação LXII. Enontro destas revelações feitas por Jesus Cristo, e diz-lhe o Senhor a Santa Brigida que, embora devam ser desprezadas por alguns invejosos e por outros que se reputam sábios, hão de estender em seus dias a honra e a glória de Deus, 417 .

- Revelação LXIII. Manda Deus à Santa que escreva estas revelações e as envie aos seus servos e entes queridos, através das quais o Senhor tenta atrair muitas almas ao divino serviço, 418.

- Revelação LXIV. Preço das indulgências, grandeza da glória e mérito de bons desejos. Grande idéia da misericórdia de Deus, 418.

- Revelação LXV. São Nicolau de Bari aparece à Santa, dando-lhe um testemunho de sua glória, 420.

- Revelação LXVI. Aparece a Santa Brígida a gloriosa santa, Ana, e diz-lhe como é a advogada dos que vivem piedosamente no santo matrimónio, 420.

- Revelação LXVII A Virgem Maria diz a Santa Brígida que visite os santuários de Roma, 421.

- Revelação LXVIII. Consultando um hipocritamente a Santa em que estado serviria melhor a Deus, o Senhor respondeu que abandone a afeição ao mundo e aos seus bens; com preciosa doutrina sobre isto, 421.

- Revelação LXIX. Fala Deus do cuidado que tem dos seus; faz o Senhor um grande elogio Santo André Apóstolo e anima Santa Brígida a não desconfiar de suas necessidades, nem mesmo temporárias, 422.

- Revelação LXX. Rezando santo Brígida e louvando Santo Estevão e protomártir, lhe aparece o santo, conta-lhe parte de sua vida, e as três coisas que lhe dão muita glória no Céu, 423.

- Revelação LXXI. Repreende a Virgem Maria um certo devoto que, com algumas virtudes, juntava muitos defeitos, particularmente de locuacidade e dissipação, 424.

- Revelação LXXII. Diz Jesus Cristo a Santa Brigida, quando é impossível se confessar, substitui a dor e boa vontade, assim como a má vontade condena o homem e condenou o primeiro anjo, 424.

- Revelação LXXIII. Jesus revela à Santa o quanto lhe agrada mais um homem simples, que serve a Deus, do que um sábio orgulhoso que a tudo desdenha, 425.

- Revelação LXXIV. Incomparável misericórdia e dignidade da Virgem Maria, com a qual promete acolher o maior pecador, se com piedade a invoca, 426.

- Revelação LXXV. Jesus Cristo compara a caridade a uma árvore que leva como frutos as demais virtudes, entre as quais a obediência obtém a primazia, 427.

- Revelação LXXVI. Diz, Jesus Cristo, que a seu exemplo devem os seus moderar as exterioridades, para que não se viciem as boas obras e se diminua seu prémio, 427

LIBRO SEXTO, (Por engaño en la obra no hay Libro Quinto), 309

Revelación I - LXXVI

- Revelación I. La Virgen María habla á santa Brígida de la niñez de Jesús de su hermosura y divinos atractivos, 309.

- Revelación II. Vio la santa en espíritu como el demonio huía de una persona que oraba con fervor, 309.

- Revelación III. Exhorta Jesucristo a la predicación de su palabra, prometiendo grandes tesoros á sus ministros, 310.

- Revelación IV. Jesucristo reprende á santa Brígida de una impaciencia, y le aconseja que nunca corrija hasta calmarse, 311.

- Revelación V. Incomparable poder y misericordia de la Virgen María. Siete espantosos tormentos padecidos por el alma de un príncipe en el purgatorio y eficacia de la limosna, de la misa y de la sagrada comunión, para librarle de ellos, 311.

- Revelación VI. Aconseja la Virgen María á la Santa que no se olvide jamás de la Pasión del señor, y dícele cómo en dicha Pasión se conmovieron los cielos, la tierra y los abismos, 315.

- Revelación VII. La Virgen María se compara á una colmena de dulcísima miel, de la que todos reciben bendición y dulzura, 316.

- Revelación VIII. Aconseja el Señor y manda á los suyos, que se den sin reserva á su divino servicio en cuerpo y alma, 317.

Pagina, 614.

- Revelación IX. Trámites por donde conduce y eleva Dios el alma hasta la perfec­ción, 318.

- Revolución X. Inmensa gloria de los bienaventurados, y por el contrario, increíbles padecimientos de los réprobos, con el ejemplo de una mujer que se condenó, cuyos tormentos si descri­ben, 319.

- Revelación XI. La Virgen María instruye á santa Brígida sobre el modo de desechar las tentaciones, 320.

- Revelación XII. Quéjase el señor de la mala correspondencia de muchos cristianos á sus infinitos beneficios, 321.

- Revelación XIII. Exhorta la Virgen María á la continua meditación y memoria de la Pasión de su divino Hijo, como el medio más eficaz para que prenda en el alma el fuego del amor de Dios, 323.

- Revelación- XIV. Vio santa Brígida que un alma del purgatorio recibía muy poco alivio en sus penas, por la ostentación y orgullo con que sus hijos y albaceas le ofrecían los sufragios, 325.

- Revelación XV. Ruega la Virgen María á su divino Hijo por un insigne pecador, y Dios le concede muchas gra­cias por su intercesión, 327.

- Revelación XVI. Prosigue la revelación anterior. Gran misericordia de Jesucristo, y cómo promete perdón y olvido de sus culpas al pecador en cuestión, si se arrepiente, ame­nazándole de lo contrario, 329.

- Revelación XVII. Terminan las dos revelaciones anteriores. Nuevas amenazas de Jesucristo contra el pecador de que en ellas se habla, cuyas amenazas se cumplieron, perdiéndose eternamente, porque no quiso convertirse, 331.

- Reve­lación XVIII. Previene Jesucristo á santa Brígida y amonesta por ella á todos, á que se abstengan de las locas vanidades del mundo y se ocupen de Dios, en quien está la verdadera paz, 332.

- Revela­ción XIX. Espantoso juicio y eterna condenación del alma de un noble, que murió de repente sentado á la mesa, 333.

- Revela­ción XX. Riqueza y santos efectos de la Sagrada Eucaristía, 336.

- Revelación XXI. Nuestro Señor Jesucristo dice á santa Brígida que toda la perfección consiste en someterse á la voluntad de Dios, 337.

- Revelación XXII. Lamentable condenación de cierta alma, y sal­vación da otra con circunstancias muy notables, 340.

- Revelación XXIII. Quéjase el Padre Eterno de la decadencia de la religión entre los cristianos, y amenaza trasladar la fe á otra parte, 345.

- Revelación XXIV. La Virgen María obtuvo de su divino Hijo el que manifestase á santa Brígida estas revelaciones para bien de muchos que las recibirán con docilidad, 347.

- Revelación XXV. Manifiesta Jesucristo á la Santa cómo en el último término de la muerte se purificó en su mismo cuerpo con dolores, el alma de quien se habla en la revelación anterior, 348.

- Revelación XXVI. Disposición de los apóstoles para recibir el Espíritu Santo; mala disposición del mundo para que Dios se le comunique; y habla otra vez Jesucristo sobre la excelencia de estas revelaciones, 349.

- Revelación XXVII. Verdaderos y falsos devotos de la Virgen María, con el premio ó castigo que la Señora promete á cada uno, 351.

- Revelación XXVIII. Del bueno y mal espíritu, y las señales dadas por Jesucristo para conocerlo, 352.

- Revelación XXIX. Visión del juicio de un alma contra la que el demonio opone gravísimas acusaciones; la Virgen María la defiende, y habiéndole alcanzado amor de Dios en el último instante de la vida, la salva, pero con gravísima pena en el purgatorio, 352.

- Revelación XXX. Continúa la admirable revelación precedente. Dios glorifica el alma que se le había presentado en juicio, y se da una idea breve pero altísima de la inmensa gloria de los santos, 362.

- Revelación XXXI. Méritos de la obediencia y frutos de la paciencia en los combates y victorias de los justos, 363.

- Revelación XXXII. Jesucristo, valiéndose de dos comparaciones, dice: primero, que por muchas almas que se pierdan, criará otras y otras de nuevo hasta que se llene el reino de los cielos; y segundo que buscará entre los gentiles frutos de conversión y de santidad para gloria suya, 365.

- Revelación XXXIII. La Virgen María se queja en presencia de su Hijo de la mucha ceguedad y miseria en que se ven envueltos los hombres, y contestación de su divino hijo, 366.

Pagina, 615.

- Revelación XXXIV. Santa Brígida ruega á la Virgen María le alcance, el perfecto amor de Dios, y contestación de la Señora, 368.

- Revelación XXXV. Jesucristo se compara á un médico lleno de caridad para con los suyos, 370.

- Revelación XXXVI. La Virgen María da testimonio á santa Brígida de su concepción inmaculada, 370.

- Revelación XXXVII. La Virgen María instruye á santa Brígida que el amor de Dios es sobre todas las cosas, y le presenta el ejemplo de una mujer pagana que se convirtió y creció mucho en virtud, 371.

- Revelación XXXVIII. Indecibles e horribilísimas penas de abuela y nieta, una en el infierno y otra en el purgatorio, por el orgullo y vanidad de sus vidas, con mucha doctrina y enseñanza que sobre esto da la Virgen María á santa Brígida, 372.

- Revelación XXXIX. Recuerda Jesucristo á santa Brígida los bienes que su venida trajo al mundo, y cuánto los hombres se olvidan de ellos, 383.

- Revelación XL Matrimonio de san Joaquín y santa Ana. La Virgen María llama dichosa y feliz la hora en que Dios la crió para tanto bien del mundo, 385.

- Revelación XLI. La Virgen María revela á santa Brígida cuánto su nacimiento llenó de alegría a los ángeles en el cielo, y de júbilo á los justos sobre la tierra y de espanto á los demonios en el infierno, 385.

- Revelación XLII. Notable reve­lación que hace la Virgen María a Santa Brígida sobre su Purifica­ción, y el acerbo dolor que causaron en su alma las palabras de Simeón, 386.

- Revelación XLIII. Cuenta la Virgen María á santa Brígida de un modo muy tierno la infancia y la vida oculta de Jesús, 388.

- Revelación XLIV. Visitación de nuestra Señora á santa Isabel. Vida admirable y virtuosísima de la Virgen María y de San José en Nazaret, con grandes elogios que este santo Patriarca hace de la Virgen, 389.

- Revelación XLV. Asunción de la Virgen María en cuerpo y alma á los cielos, y alabanza que la Señora hace de san Jerónimo, 391.

- Revelación XLVI. Admirable vida de la Virgen María después de la ascensión de su divino Hijo. Hablase también de la Asunción de esta Señora en cuerpo y alma, 391.

- Revelación XLVII. Asunción de la Virgen María, con notable revelación sobre el fin del mundo, 392.

- Revelación XLVIII. Jesucristo amenaza á los que, olvidando sus pecados, viven en el mundo con segu­ridad y alegría: pero les promete el perdón si se convierten, 594.

- Revelación XLIX. Perfecto resumen de una vida santa en todos los estados, 394.

- Revelación L. Dice Jesucristo que el alma es su esposa, y añade quiénes sean los criados y las esclavas del alma. Revela también á santa Brígida las terribles penas que padecía un alma en el purgatorio, y cómo podía ser aliviada en ellas, 401.

- Revelación LI. Según el Evangelio, dos son los caminos para alcanzar el cielo: humillarse como un niño y hacerse violencia á sí mismo, 408.

- Revelación LII. Manifiesta Dios á santa Brígida de cuánto mérito es á sus ojos el ministerio de la predicación. Refiérese también aquí la espantosa condenación de un soldado, que blasfemó al oír las palabras de un predicador, 409.

- Revelación LIII. Notable revelación sobre uno que celebraba misa, no estando ordenado de sacerdote, 411.

- Revelación LIV. Jesucristo reprende gravemente á los que consultan con los agoreros y los malos espíritus, é instruye sobre esto á santa Brígida, 411.

- Revelación........... LV. Revela el señor á santa Brígida cómo en algún tiempo los gentiles serán más fervorosos que los actuales cristianos, 412.

- Revelación LVI. Dice el señor á santa Brígida cuánto aborrece su Majestad á los que retienen injustamente los bienes ajenos. Refiérese el castigo de un alma que estuvo cuarenta años en el purgatorio por su negligencia en esta parte, 412.

- Revelación LVII. Milagro de la Sagrada Eucaristía, 413.

Pagina, 616.

- Revelación LVIII. La santísima Virgen manifiesta á santa Brígida cómo Dios quiere valerse de estas revelaciones para ilustrar á muchos fieles en la Iglesia, 413.

- Revelación LIX. San Juan Evangelista dice á santa Brígida haber sido él, quien inspirado por Dios, escribió el Apocalipsis, 414.

- Revelación LX. Notable revelación sobre las almas que sacó del limbo Jesucristo, y cómo, aunque resucitaron entonces muchos cuerpos, sólo las almas subieron con Jesucristo á la gloria, 415.

- Revelación LXI. Asombrosa conversión y santa muerte por la intercesión de la Virgen María, de un pecador que hacía sesenta años no se había confesado, 416.

- Revelación LXII. Encomio de estas revelaciones hechas por Jesucristo, y dídele el Señor á santa Brígida, que aunque hayan de ser despreciadas por algunos envidiosos y por otros que se, reputan sabios, han de extender en su día la honra y gloria de Dios, 417.

- Revelación LXIII. Manda Dios á la Santa que escriba estos revelacio­nes y las envíe á sus siervos y queridos, por cuyo medio intenta el Señor atraer muchas almas á divino servicio, 418.

- Revela­ción LXIV. Precio de las indulgencias, grandeza de la gloria, y mérito de los buenos deseos. Grande idea de la misericordia de Dios, 418.

- Revelación LXV. San Nicolás de Bari se aparece a la Santa, dándole un testimonio de su gloria, 420.

- Revelación LXVI. Aparece á santa Brígida la gloriosa santa, Ana, y lo dice cómo es la abogada de los que viven piadosamente en el santo rnatrimonio, 420.

- Revelación LXVII La Virgen María dice á santa Brígida que visite los santuarios de Roma, 421.

 

- Revelación LXVIII. Con­sultando uno hipócritamente á la Santa en qué estado serviría me­jor á Dios, el Señor respondo que abandone antes la afición al mundo y á sus bienes; con preciosa doctrina sobre esto, 421.

- Revela­ción LXIX. Habla Dios del cuidado que tiene de los suyos; hace el Señor un grande elogio de san Andrés apóstol, y anima á santa Brí­gida á que no desconfíe en sus necesidades ni aun temporales, 422.

- Revelación LXX. Orando santa Brígida y alabando á san Esteban e protomártir se le aparece el Santo, le cuenta parte de su vida, y las tres cosas que le dan mucha gloria en el cielo, 423.

- Revelación LXXI. Reprende la Virgen María á cierto devoto que con algu­nas virtudes juntaba muchos defectos, particularmente de locuacidad y disipación, 424.

- Revelación LXXII. Dice, Jesucristo á santa Brígida, cuando es imposible confesarse, suple el dolor y la buena voluntad, así como la mala voluntad condena al hombre y condenó al primer ángel, 424.

 

- Revelación LXXIII. Revela Jesu­cristo á la Santa cuánto más lo agrada un hombre sencillo, que á Dios sirve, que un sabio orgulloso que de todo se desdeña, 425.

- Revelación LXXIV. Incomparable misericordia y dignación de la Virgen María, con la que promete acoger al más grande pecador, si con piedad la invoca, 426.

- Revelación LXXV. Jesucristo compara la caridad á un árbol que lleva por frutos las demás virtudes, entre las cuales la obediencia obtiene la primacía, 427.

- Revelación LXXVI. Dice, Jesucristo, que á su ejemplo deben los suyos moderar las exterioridades, para que no se vicien las buenas obras y se disminuya su premio, 427.

 

LIVRO SEPTIMO, 429

Revelação I - XXI

- Revelação I. Intenso acto de amor de Santa Brígida à Santíssima Virgem e amável resposta da Senhora, 429.

- Revelação II. Admirável visão que no dia da Purificação teve a Santa sobre as dores e a glória da Virgem Maria, 429.

- Revelação III. São Francisco de Assis aparece a Santa Brígida e a convida para um banquete espiritual, no qual estão simbolizadas as preciosas virtudes do Santo, 430.

- Revelação IV. Grandes louvores que Jesus Cristo nosso Senhor faz das relíquias, e com quanto respeito devem ser veneradas, 431.

Página, 617.

- Revelação V. Rogando a Santa Brígida um príncipe ilustre para que recomendasse a Deus, a Santa responde-lhe da parte da Virgem, dando-lhe uma admirável instrução sobre como perseverar na sua juventude e estádios na graça e santo temor de Deus, 432.

- Revelação VI. Não há.

- Revelação VII. Ordena o Senhor a santa Brigida que por temor aos sarracenos, ela não faça uma mudança de roupa, mas se entregue à Sua Vontade, 437.

- Revelação VIII Desde a queda de Adão, estão em oposição, Deus, para que o homem façar a Divina Vontade, e o diabo, para para que siga os seus diabólicos desejos, 437.

- Revelação IX. Favorável sentença dada por Jesus Cristo a Carlos, filho de santa Brígida, e por quem advogava no julgamento de Deus o seu Anjo da Guarda e a Santíssima Virgem, e contra quem o demónio opunha gravíssimos acusações, 438.

- Revelação X. Nesta revelação notável ameaça com graves penas, que fez aos habitantes de Chipre, se não obedecem às advertências que lhes fez, 444.

- Revelação XI. Jesus Cristo louva a religião dos franciscanos, 448.

- Revelação XII. Revelação muito terna em que a Virgem Maria descreve à santa o nascimento do Seu divino Filho em Belém, 449.

- Revelação XIII. Revelação também feita em Belém à Santa sobre o mesmo nascimento do Senhor, 450.

- Revelação XIV. Prosegue a muito doce história do nascimento do Salvador, e como o adoraram os pastores, 451.

- Revelação XV. Segue a mesma dulcíssima história com a dos Reis, 451.

- Revelação XVI. A Santíssima Virgem diz a santa Brígida quanto a Senhora e o Seu Divino Filho eram humildes, enquanto viviam na Terra, e digna-se de acrescentar que não menos humilde e gentil são agora que estão no Céu, 451.

- Revelação XVII. A Santíssima Virgem aparece a Santa Brígida e conta-lhe a sua gloriosa Assunção, 453.

- Revelação XVIII. Orando a Santa pelos habitantes da cidade de Nápoles, Deus queixa-se dos muitos pecados com os quais O ofendem, encoraja-os à emenda e os ameaça, 453.

- Revelação XIX. A Virgem Maria se compara a uma cuidadosa jardineira da Igreja de Jesus Cristo, 457.

- Revelação XX. Admirável visão na qual Jesus Cristo, na presença de toda a sua corte, dirige a palavra aos pecadores de todo o mundo, encorajando-os com o Seu divino exemplo e Paixão, e com eternos suplícios, se não se convertem, 458.

- Revelação XXI. Revela Deus à santa o dia de sua morte, anuncia-lhe além disso quanto bem hão de fazer a seu tempo estas revelações e derramará a Sua Divina Graça nos que as recebam com humildade e devoção, 460.

LIBRO SEPTIMO, 429

Revelación I - XXI

- Revelación I. Intenso acto de amor de santa Brígida á la santísima Virgen, y amable contestación de, la Señora, 429.

- Revelación II. Admirable visión que el día de la Purificación tuvo la. Santa sobre los dolores y gloria de la Virgen María, 429.

- Revelación III. Apa­récese á santa Brígida san Francisco de Asís, y la convida á un banquete espiritual, en el que están simbolizadas las preciosas virtudes del Santo, 430.

- Revelación IV. Grandes elogios que Jesucristo nuestro Señor hace de las reliquias, y con cuánto respeto deben venerarse, 431.

Pagina, 617.

- Revelación V. Rogando á santa Brígida un ilustre príncipe que lo encomendase á Dios, la Santa le contesta de parte de la Virgen, dándole una admirable instrucción sobre el modo de perseverar durante su juventud y estadios en la gracia y temor santo de Dios, 432.

- Revelación VI. No hay.

- Revelación VII. Ordena el Señor á santa Brígida que por temor á los sarracenos non haga variación en los vestidos, sino que se entregue á su voluntad, 437.

- Revelación VIII. Desde la caída de Adán están en oposición, Dios, para que el hombre haga la divina Voluntad, y el demonio, para que siga sus diabólicos deseos, 437.

- Revelación IX. Favorable sentencia dada por Jesucristo á Carlos, hijo de santa Brígida, y por quien abogaban en el juicio de Dios su ángel de guarda y la santísima Virgen, y contra quien el demonio oponía gravísimos cargos, 438.

- Revelación X. En esta notable revelación amenaza con muy graves penas que ha hecho á los habitantes de Chipre si no obedecen las amonestaciones que les ha hecho, 444.

- Revelación XI. Jesucristo encomia la religión de los franciscanos 448.

- Revelación XII. Muy tierna revelación en la que la Virgen María describe á santa el nacimiento de Su divino Hijo en Belén, 449.

- Revelación XIII. Revelación hecha también en Belén á la Santa sobre el mismo nacimiento del Señor, 450.

- Revelación XIV. Prosigue la muy dulce historia del nacimiento del Salvador, y cómo 1e adoraron los pastores, 451.

- Revelación XV. Sigue la misma dulcísima historia con la de los Reyes, 451.

- Revelación XVI. La santísima Virgen dice á santa Brígida cuánto la Señora y su divino hijo eran humildes mientras vivían sobre la tierra, y se digna añadirle que no son menos humildes y apacibles ahora que están en el Cielo, 451.

- Revelación XVII. La santísima Virgen se aparece, á santa Brígida, y le habla de su gloriosa Asunción, 453.

- Revelación XVIII. Orando la Santa por los habitantes de la ciudad de Napoles, Dios se queja de los muchos pecados con que lo ofenden, los estimula á la enmienda y los amenaza, 453.

- Revelación XIX. La Virgen María se compara á una cuidadosa jardinera de la Iglesia de Jesucristo, 457.

- Revelación XX. Admirable visión en la que Jesucristo, en presencia de toda su corte, dirige la palabra á los pecadores de todo el mundo, estimulándoles con su divino ejemplo y Pasión, y con eternos suplicios, si no se convierten, 458.

- Revelación XXI. Revela Dios á la Santa el día de su muerte, anúnciale además cuán­to bien han de hacer á su tiempo estas revelaciones y que derra­mará su divina gracia en los que las receban con humildad y devoción, 460.

 

LIVRO OITAVO, 463

Revelação I - XII

- Revelação I. Jesus Cristo diz aos reis da terra, que Ele é o Rei dos reis que reina na Trindade e na Unidade, dando-nos soberanas idéias desses inefáveis mistérios, 463.

- Revelação II. O Supremo Jesus Cristo faz na presença de Santa Brigida um grande louvor da Virgem Maria sua Mãe e Rainha do Céu, 405.

- Revelação III. Jesus Cristo, nosso Senhor, mostra o quanto os cônjuges devem ser prudentes na correção de suas esposas, 407.

- Revelação IV. Jesus Cristo adverte novamente e ameaça, com palavras muito sérias, a princesa mencionada, se continua, no mau caminho, 468.

- Revelação V. Com algum palacianismo menospreza-se de uma forma irrisória a lei de Deus. O Senhor manda ao Rei através de santa Brígida quo não o deixe sem castigo, caso contrário, o rei vai experimentar em si a ira de Deus, 468.

- Revelação VI. Mãe de Deus diz, de si mesma, que é um vaso cheio de graça, e como a reparte no coração dos seus devotos, 469.

Página, 618.

- Revelação VII. Revelação admirável na qual são dadas incomparáveis idéias ​​sobre a divindade e atributos de Deus. Refere-se também aqui o julgamento muito temível a sentença dada por Jesus Cristo contra três reis, com muita mais doutrina e eternos princípios, muito apropriados para infundir na alma o santo temor de Deus, 470.

- Revelação VIII. Porque Deus castigou o povo de Israel no deserto e não no Egito, 491.

- Revelação IX O Salvador manda dizer ao Imperador da Alemanha diga que estas revelações foram dadas por Ele a Santa Brígida, e faz  delas louvor, 492.

- Revelação X. Manda Deus a Santa Brigida que não tenha medo de manifestar ao mundo estas revelações, e que nem se exalte pelos elogios nem se abate pelos desprezos que possam ocasionar, 493.

- Revelação XI. Manifesta-se a santa Brigida o terrível julgamento e espantosa sentença dada contra um rei que ainda estava vivo, com muitas outras coisas a considerar, 494.

- Revelação XII. A Santíssima Virgem dá a conhecer três classes de vícios pelos quais Deus afligia muito um certo reino, e como devem ser reparados, 504.

LIBRO OCTAVO, 463

Revelación I - XII

- Revelación I. Jesucristo dice á los reyes de la Tierra, que El es el Rey de los reyes, que reina en la Trinidad y en la Unidad, dándonos soberanas ideas de estos inefables misterios, 463.

- Revelación II. El Sumo Jesucristo hace en presencia de santa Brígida un grande elogio de la Virgen María su Madre, y Reina de los cielos, 405.

- Revelación III, Jesucristo Señor nuestro manifiesta cuán­to los esposos deban ser prudentes en corregir á sus esposas, 407.

- Revelación IV. Jesucristo amonesta de nuevo y amenaza, con pala­bras muy graves á la princesa antedicha, si prosigue, en mal camino, 468.

- Revelación V. Con cierto palaciego menospreciase de un modo irrisorio la ley de Dios. El Señor manda al Rey por medio de santa Brígida quo no lo deje sin castigo, pues de lo contrario, el mismo rey experimentará en sí la cólera divina, 468.

- Revelación. VI. La Madre de Dios dice, de sí misma que es un vaso lleno de gracia, y cómo la reparte en el corazón de sus devotos, 469.

Pagina, 618.

- Revelación VII Admirable revelación en la que se dan incomparables ideas sobre la divinidad y atributos de Dios. Refiérese también aquí el muy temible juicio y sentencia dada por Jesucristo contra tres reyes, con mucha más doctrina y eternos principios, muy propios para infundir en el alma el santísimo temor de Dios, 470.

- Revela­ción VIII. Por qué castigó Dios al pueblo de Israel en el Desierto y no en Egipto, 491.

- Revelación IX. E1 Salvador manda á decir á emperador de Alemania que estas revelaciones han sido dadas por El á santa Brígida, y hace de ellas alabanza, 492.

- Revelación X. Manda Dios á santa Brígida que no tema manifestar al mundo estas revelaciones, y que ni se ensalce por las alabanzas ni se abata por los desprecios que puedan ocasionarlo, 493.

- Revelación XI. Mani­fiéstase á santa Brígida el terrible juicio y espantosa sentencia dada contra un rey que aún vivía, con otras cosas muy para considerar­se, 494.

- Revelación XII. La santísima Virgen da á conocer tres clases de vicios per los que Dios afligía mucho á cierto reino, y cómo deban repararse, 504.

 

 

LIVRO NONO, 505

Revelação I - XLIV

- Revelação I. Jesus Cristo ordena a Santa Brígida que vá para Roma, onde durante quinze anos sofreu a santa muitas tribulações e como se estabelceu na sua Ordem o canto de "Ave Maris Stella", 505.

- Revelação II. Disse Deus a santa Brígida porque se vale dela para manifestar aos homens a Sua vontade, 506.

- Revelação III. Como se comunicou a Santa Brígida o Espírito do Senhor, 507

- Revelação IV. Jesus manda o prior do mosteiro de Alvastro que escreva as revelações da Santa, e como o Senhor puniu a sua resistência, 507.

- Revelação V. Prosegue a revelação anterior com os procedimentos pelos quais Jesus Cristo se manifestou a Santa Brígida nestas revelações, 509.

- Revelação VI. Louvor de Jesus Cristo à Virgem Maria e misericórdia de ambos, 510.

- Revelação VII. Queixa-se o Salvador das maldades do mundo e descreva as imensas dores da sua divina paixão. Três tipos de possuídos pelo demónio, 512.

- Revelação VIII. Se acusa santa Brígida diante da Virgem Maria das distrações de sua mente e como a Senhora a consola, 515.

- Revelação IX. Visão simbólica da Santa, na qual se mostra a inveja do nosso inimigo, 516.

- Revelação X. Revela Deus a um santo monge a santidade e a insigne virtude de Santa Brígida, 517.

- Revelação XI. O anjo da guarda ensina a santa Brígida como há de vencer as tentações da gula, 518.

- Revelação XII. Instrui a Virgem Maria Santa Brígida acerca das três condições que tornam meritório o jejum, 519.

- Revelação XIII. A mortificação deve submeter-se à obediência, 520.

- Revelação XIV. Como Santa Brígida se deu totalmente a Deus, e quanto é a malícia do nosso comum inimigo, 520.

- Revelação XV O quanto Santa Brígida amava a Virgem Maria e como esta Senhora correspondia ao seu amor, 521.

- Revelação XVI. Cinco laços que o inimigo lança às pessoas espirituais que buscam a Deus, 522.

- Revelação XVII. Palavras de consolo que a Virgem Maria dirigiu a Santa Brígida na sua última enfermidade, 523.

- Revelação XVIII. A Virgem Maria explica a Santa Brígida o que é morrer e o que é viver, segundo Deus, 524.

- Revelação XIX. Louvo que a Virgem Maria faz de Santa Catarina, filha de Santa Brígida, 524.

- Revelação XX. Jesus abençoa Santa Brígida pela sua beneficência e amor aos pobres, 525.

- Revelação XXI. San Juan Baptista fala a Santa Brígida, elogiando a paciência de um certo sacerdote, 526.

- Revelação XXII. Graves ameaças de Jesus Cristo contra um certo reino, e como deve ser aplacada a sua ira, 526.

- Revelação XXIII. Repreende Deus com palavras muito fortes a vaidade e graves delitos de certa senhora principal, e convida-a em sua misericórdia, 527.

Página, 619

- Revelação XXIV. Faz Jesus Cristo magnífico relato doa seus atributos e virtudes, convidando o pecador com sua misericórdia e ameaçando-o com sua eterna justiça, 529.

- Revelação XXV. Ameaça Jesus Cristo abandonar os maus cristãos e chamar em seu lugar os gentios, 520.

- Revelação XXVI. Recomenda a Virgem Maria três louváveis propriedades ​​da alma, e outras três do corpo, e exorta um devoto sacerdote para que se dedique à conversão das almas, 531.

- Revelação XXVII. A graça do Espírito Santo não pode conciliar-se com o afecto ao pecado, 533.

- Revelação XXVIII. Quanto a Virgem Maria favorece os pecadores que querem se converter a Deus, 533

- Revelação XXIX. Elogia o Salvador as virtudes de São Francisco de Assis, e dá testemunho da verdade das indulgências da Porciúncula, 535.

- Revelação XXX. Excelência e divina virtude das palavras da Sagrada Escritura, 536.

- Revelação XXXI. Aparece São Dionísio à santa e consola-a numa tribulação, 536.

- Revelação XXXII. A Santíssima Virgem certifica a Santa Brígida a autenticidade de uma preciosa relíquia da Senhora, 537.

- Revelação XXXIII. Foraleza e conformidade de Santa Brígida na morte da sua filha, 537.

- Revelação XXXIV. Um santo crucifixo impede uma certa dama e revela-lhe a sua morte estar próxima, 538.

- Revelação XXXV. O senhor vem em favor de Santa Brígida para que possa pagar algumas dívidas que tinha contraído, 539.

- Revelação XXXVI. O Senhor corrige um bispo que havia julgado pouco bem a Santa, 539.

- Revelação XXXVII. Louvor do Sagrado Lignum Crucis, 540.

- Revelação XXXVIII. Deus permitiu que fosse atribulada a santa, não encontrando por muito tempo onde habitar em Roma, 540.

- Revelação XXXIX. Cura milagrosa recebida por aquele que escreveu estas revelações, 541.

- Revelação XL. Deve ser recebido com acção de Graças o que por Deus se dá, 542.

- Revelação XLI. Como os cânticos e a Regra de Santa Brígida para as suas religiosas foram inspirados pelo Espírito Santo, 542.

- Revelação XLII. Como se comunica o espírito do Senhor e que são seus os cânticos da religião das Brígidas, 543.

- Revelação XLIII. Importância e fruto da esmola feita por Deus, 543.

- Revelação XLIV. Deus promete a Santa Brígida que depois de sua morte se deve conhecer quão verdadeiro era o seu espírito, e que muitos por seu intermédio voltarão a Deus, 544.

LIBRO NOVENO, 505

Revelación I - XLIV

- Revelación I. Jesucristo manda á santa Brígida que vaya á Roma donde por quince años padeció la

Santa muchas tribulaciones, y cómo se estableció en su Orden el canto del «Ave Maris Stella», 505.

- Revelación II. Dícele Dios á santa Brígida por qué se vale de ella para manifestar á los hombres su voluntad, 506.

- Revelación III. Cómo se comunicó á santa Brígida el Espíritu del Señor, 507.

- Revelación IV. Jesucristo manda al prior del monasterio de Alvastro que escriba las revelaciones de la Santa, y cómo el Señor castigó su re­sistencia, 507.

- Revelación V. Prosigue la revelación anterior con los trámites por donde Jesucristo so manifestó á santa Brígida en estas revelaciones, 509.

- Revelación VI. Elogios de Jesucristo á la Virgen María, y misericordia de ambos, 510.

- Revelación VII. Qué­jase el Salvador de las maldades del mundo, y describe los inmen­sos dolores de su divina Pasión. Tres clases de poseídos por el de­monio, 512.

- Revelación VIII. Se acusa santa Brígida delante de la Virgen María de las distracciones de su mente, y cómo la Señora la consuela, 515.

- Revelación IX. Simbólica visión de la Santa, en la que se le muestra la envidia de nuestro enemigo, 516.

- Revelación X. Revela Dios á un santo monje la santidad y virtud insigne de santa Brígida, 517.

- Revelación XI. El ángel custodio enseña á santa Brígida como ha de vencer las tentaciones de la gula, 518.

- Revelación XII. Instruye la Virgen María á santa Brígida acerca de tres condiciones que hacen meritorio el ayuno, 519.

- Revelación XIII. La mortificación debe someterse á la obediencia, 520.

- Revelación XIV. Cómo santa Brígida se dio enteramente á Dios, y cuánta es la malicia de nuestro común enemigo, 520.

- Revelación XV. Cuánto santa Brígida amaba á la Virgen María, y cómo esta Señora correspondía á su amor, 521.

- Revelación XVI. Cinco lazos quo tiende el enemigo á las personas espirituales que buscan á Dios, 522.

- Revelación XVII. Palabras de consuelo que la Virgen María dirigió á santa Brígida en su última enfermedad, 523.

- Revelación XVIII. La Virgen María explica á santa Brígida qué sea morir y qué vivir, según Dios, 524.

- Revelación XIX. Elogio que la Virgen María hace de Santa Catalina, hija de santa Brígida, 524.

- Revelación XX. Jesucristo bendice á santa Brígida por su benefi­cencia y amor á los pobres, 525.

- Revelación XXI. San Juan Baptista habla á santa Brígida, elogiando la paciencia de cierto sacerdote, 526.

- Revelación XXII. Graves amenazas de Jesucristo contra cierto reino, y cómo deba aplacarse su ira, 526.

- Revelación XXIII. Reprende Dios con palabras muy fuertes la vanidad, y graves delitos de cierta señora principal, y la convida en su misericordia, 527.

Pagina, 619.

- Revelación XXIV. Hace Jesucristo magnífica relación de sus atributos y virtudes, invitando al pecador con su misericordia, y amenazándole con su eterna justicia, 529.

- Revelación XXV. Amenaza Jesucristo abandonar á los malos cristianos y llamar en su lugar á los gentiles, 520.

- Revelación XXVI. Recomienda la Virgen María tres laudables propiedades del alma, y otras tres del cuerpo, y ex­horta á un devoto sacerdote para que se emplee en la conversión de las almas, 531.

- Revelación XXVII. La gracia del Espíritu Santo no puede conciliarse con el afecto al pecado, 533.

- Revelación XXVIII. Cuánto favorece la Virgen María á los pecadores que quieren convertirse á Dios, 533.

- Revelación XXIX. Elogia el Salvador las vir­tudes de san Francisco de Asís, y da un testimonio de la verdad de las indulgencias de la Porciúncula, 535.

- Revelación XXX. Exce­lencia y divina virtud de las palabras de la Sagrada Escritura, 536.

- Revelación XXXI. Se aparece san Dionisio á la santa, y la consuela en una tribulación, 536.

- Revelación XXXII. La santísima Virgen certifica á santa Brígida la autenticidad de una preciosa re­liquia de la Señora, 537.

- Revelación XXXIII. Fortaleza y confor­midad de santa Brígida en la muerte de una hija suya, 537.

- Revelación XXXIV. Un santo crucifijo previene á cierta señora y le revela su próxima muerte, 538.

- Revelación XXXV. El señor viene en favor de santa Brígida para que pueda pagar algunas deudas que había, contraído, 539.

- Revelación XXXVI. El Señor corrige á un obispo que había juzgado poco bien de la Santa, 539.

- Revelación XXXVII. Alabanza del Sagrado Lignum Crucis, 540.

- Revelación XXXVIII. Dios permitió que fuese atribulada la santa, no encontrando por mucho tiempo dónde habitar en Roma, 540.

- Revelación XXXIX. Milagrosa curación recibida por el que escribió estas revelaciones, 541.

- Revelación XL. Debe recibirse con acción de gracias lo que por Dios se da, 542.

- Revelación XLI. Cómo los cánticos y la regla de santa Brígida para sus religiosas fueron inspiradas por el Espíritu Santo, 542.

- Revelación XLII. Cómo se comunica el espíritu del Señor y que son suyos los cánticos de que usa la religión de las Brígidas, 543.

- Revelación XLIII. Importan­cia y fruto de la limosna hecha por Dios, 543.

- Revelación XLIV. Dios promete á santa Brígida que después de su muerte se ha de co­nocer cuán verdadero era su espíritu, y que muchos por su medio volverán á Dios, 544.

 

 

ALGUMAS REVELAÇÕES DE SANTA BRÍGIDA

As Profecias e Revelações de Santa Brígida

LIVRO 4 - Revelação 6 - Sobre o Purgatório

LIVRO 4 - Revelação 7 - Continuação da revelação sobre o Purgatório

LIVRO 4 - Revelação 8 - Conclusão do assunto sobre o Purgatório

LIVRO 4 - Revelação 91 - Há um lugar no Purgatório, onde não se padece outra pena senão o desejo de ver e estar junto de Deus

LIVRO 6 - Revelação 29 - O Julgamento Particular de uma alma

REVELAÇÕES DO PURGATÓRIO

LIVRO 4 - Revelação 6  

O Purgatório e seus diferentes Graus

 O Juízo Particular de uma alma

Santa Brígida estava rezando, quando numa visão espiritual, viu um palácio muito grande e cheio de gente, todos com roupas brancas resplandecentes e cada um em seu assento. Mas havia um trono judicial superior aos outros, que estava ocupado por um Ser como o Sol. Dele saía uma prodigiosa Luz e o resplendor era de dimensões notáveis na longitude, latitude e profundidade. Próximo ao trono estava uma Virgem com uma preciosa coroa na cabeça, e todos do palácio serviam Aquele que estava no trono brilhando como um Sol, dando-Lhe mil louvores com hinos e cânticos.

Atrás Dele, vi um negro, como se fosse um etíope, feio e de aspecto abominável, cheio de imundice e inflamado de cólera, que começou a gritar dizendo:

“Ó Juiz justo, julga esta alma e ouve as suas obras, porque pouco lhe resta de estar no corpo, e me dá licença para que atormente a alma e o corpo no que for justo.”

Depois, a Santa viu um soldado armado junto ao trono, com aspecto modesto, sábio nas palavras e educado em seus gestos, dizendo:

“Ó Juiz, vês aqui as boas obras que esta alma fez até hoje.”

E logo se ouviu uma voz do trono dizendo:

“São, pois, os vícios que existem nesta alma, mais que as virtudes. Não é justiça que tenha a soma dos vícios como parte da virtude, nem elas podem se juntar.”

Em seguida disse o negro:

“Para mim é de justiça que esta alma me seja entregue; que ela tenha vícios não importa, porque estou cheio de maldades, e assim, ela estará bem comigo.”

Disse o soldado:

“A misericórdia de Deus acompanha todas as pessoas até à morte, e até que a alma tenha saído do corpo não se pode dar uma sentença; e esta alma, sobre a qual pleiteamos, ainda está no corpo e tem sua liberdade para escolher o seu caminho.”

Replicou o negro:

“A Escritura que não pode mentir diz: Amarás a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. E tudo que esta alma tem feito é por temor, não por amor a Deus, e todos os pecados que ela confessou, foi com pouca contrição e arrependimento. Assim sendo, ela não merece o Céu, justo é que ela seja enviada ao inferno, pois seus pecados estão aqui absolutamente claros diante da Justiça Divina, e deles, ela nunca teve uma verdadeira contrição e arrependimento.”

Disse o soldado:

“Esta infeliz, esperou e acreditou que assistida pela graça teria essa verdadeira contrição.”

Respondeu o negro:

“Tens trazido aqui tudo o bem feito por esta alma, todas as sua palavras e pensamentos que possam lhe servir para a salvação; mas tudo isto não é suficiente nem com muita boa vontade, comparando ao que vale um  verdadeiro acto de contrição e arrependimento, nascido da caridade Divina com fé e esperança; e por conseguinte, não pode servir para apagar todos os seus pecados. Isto porque, a Justiça é de Deus, definida em sua eternidade, que ninguém se salvará sem arrependimento; e como é possível que Deus vá contra este seu decreto eterno? Resulta que, com toda a razão peço que esta alma seja atormentada com a pena eterna no inferno.”

O soldado não replicou, e logo apareceram inúmeros demónios, semelhantes às centelhas que saem de um fogo ardente, e uma voz clamava dizendo ao que estava no trono:

“Bem sabemos que és um Deus em três Pessoas Divinas, que não tem princípio e nem fim, nem existe outro Deus senão Tu, que é o verdadeiro Amor (Caridade), em Quem se junta a Misericórdia e a Justiça. Tu estás em Ti Mesmo desde o princípio, não há em Ti nenhuma modificação ou inconstância, Tu és o Mesmo, tudo está em Ti perfeitamente acabado e completo como convém a um Deus; fora de Ti não existe nada, e sem Ti não existe satisfação e nem alegria.”

“Teu Amor fez os Anjos com o poder de Tua Divindade, e os fizestes segundo a Vossa infinita Misericórdia. Mas depois que interiormente nos inflamámos com a soberba, inveja e avareza, Tua Caridade, que ama a Justiça, jogou-nos do Céu com o fogo de nossa malícia ao incompreensível e tenebroso abismo que se chama inferno. Assim fez então Tua Caridade, que também não se afastará agora de Teu justo julgamento, que se faz segundo a Tua Misericórdia, ou segundo a Tua Justiça. E ainda nos atrevemos a dizer, que se o que amas com preferência a todas as coisas, que é a Virgem Maria, Tua Mãe e que Te gerou, e que nunca pecou, se tivesse pecado mortalmente e morrido sem contrição Divina, amas tanto a Justiça, que sua alma nunca teria subido ao Céu. Logo, oh Juiz, porque não declaras ser nossa esta alma, para que a atormentemos segundo as suas obras”?

Ouviu-se depois o som de uma trombeta e todos ficaram em silêncio, e uma voz disse:

“Calai e ouvi todos vocês, Anjos, almas e demónios, vai falar a Mãe de Deus.”

Em seguida a Virgem Maria apareceu diante do trono do Juiz, trazendo muitas coisas escondidas debaixo do manto, e disse aos demónios:

“Vocês, inimigos, perseguis a misericórdia, e sem nenhuma caridade pregais a justiça. Ainda que seja verdade que esta alma se acha em falta com as boas obras, e por falta delas não possa entrar no Céu, olhem o que trago debaixo de meu manto.”

E levantando uma abertura por ambos lados, via-se uma pequena igreja e nela alguns religiosos; e pelo outro lado viam-se homens e mulheres, amigos de Deus, e todos rezavam a uma só voz, dizendo:

“Senhor, tende misericórdia dessa alma.”

Reinou um grande silêncio e Nossa Senhora prosseguiu:

“A Sagrada Escritura diz que aquele que tem uma verdadeira fé pode mudar os montes de um lugar para outro. O que não podem fazer então os clamores e súplicas de todos aqueles que têm fé e servem a Deus com fervoroso amor? O que não podem alcançar os amigos de Deus, que rogaram e pediram por esta alma, para que fosse afastada do inferno e conseguisse o Céu, e bem mais ainda quando por suas boas obras não procuraram outra vantagem que os bens celestes para aquele que necessitava? Porventura, não podem as lágrimas e as orações de todos os bem-aventurados ajudar a levantar esta alma, para que antes de sua morte tenha uma verdadeira contrição com o Amor de Deus? Eu também unirei os meus rogos as orações de todos os Santos que estão no Céu, a quem esta pessoa honrava com particular veneração. “E a vós demónios, vos mando da parte do Juiz e de seu poder, que atendais em sua justiça ao que estão vendo agora.”

E todos responderam numa só voz:

“Vemos que no mundo as lágrimas e o arrependimento aplacam a ira de Deus, assim os pedidos que são feitos O inclinam à Misericórdia com Amor.”

Depois disto, ouviu-se uma voz que saiu Daquele que estava sentado no Trono resplandecente:

“Pelos rogos de Meus amigos, esta pessoa terá contrição antes da morte e não irá para o inferno, irá para o Purgatório com os que ali padecem tormentos por causa de seus pecados; e assim que terminar de pagar todos os seus pecados, receberá seu prémio no Céu, com aqueles que tiveram fé e esperança, mas com pouca caridade.”

E assim que ouviram isto, os demónios fugiram.

Depois, Santa Brígida viu que foi aberto um abismo profundo tenebroso, no qual havia um forno imenso incandescente, e no meio daquele fogo sobrenatural estavam os demónios e as almas vivas, que se abrasavam ardendo num calor insuportável e impiedoso. Sobre aquele forno estava a alma cheia de aflição. Tinha os pés fixos numa haste do forno, com o corpo levantado, e não estava no mais alto nem no mais baixo do forno. Sua figura tinha um aspecto horrível. O fogo parecia sair debaixo dos pés da alma e vir subindo, como a água sobe por um cano; e se comprimindo violentamente, passava por cima da cabeça da alma, de modo que por todos os seus poros e veias corria um fogo abrasador. As orelhas lançavam fogo como de uma forja, que com o contínuo sopro lhe atormentava o cérebro.

Os olhos estavam torcidos e afundados, como se estivessem na nuca. A boca estava aberta e a língua enfiada pelas aberturas das narinas, e pendurada até aos lábios. Os dentes eram agudos como cravos de ferro, fixos no palato. Os braços aumentaram tanto que chegavam até os pés. As mãos estavam cheias e comprimiam sebo e peixe incandescentes. A pele que cobria o corpo da alma, era suja e asquerosíssima, tão feia e fria, que só de ver causava tremor, e dela saía uma matéria como de uma úlcera inflamada com sangue e pus, com um fedor tão horrível, que não se pode comparar com nada asqueroso do mundo.

Depois de ver este tormento, a Santa ouviu uma voz que saía do íntimo daquela alma, que repetiu cinco vezes:

“Ai de mim! Ai de mim"! Clamando com toda força e derramando abundantes lágrimas. "Ai de mim que tão pouco dei atenção e amei a Deus pelas Suas Supremas Virtudes e pelas graças que me concedeu, e que eu não soube aproveitá-las! Ai de mim, que não temi como devia a Justiça de Deus! Ai de mim, que amei os prazeres de meu Corpo e de minha carne pecadora! Ai de mim, porque conheci os terríveis Luiz e Juana!”

E logo o Anjo disse a Santa Brígida:

“Eu vou te explicar esta visão. Aquele palácio que tu viste é à semelhança do Céu. A multidão que estava nos assentos e tronos com veste branca e resplandecentes são os Anjos e as Almas dos Santos. O Sol que estava no trono mais alto, é Jesus Cristo na sua Divindade. A mulher é a Virgem Mãe de Deus. O negro é o diabo que acusa a alma e quer se apossar dela. O soldado é o Anjo da Guarda, que apresenta as boas obras feitas por aquele homem. O forno incandescente é o inferno, que permanece ardendo com suas terríveis chamas em toda pujança, e tão violentas elas são, que se o mundo com tudo o que tem se incendiasse, ainda não podia se comparar com a veemência e o horror daquele fogo. No inferno ouvem-se diversas vozes, todas contra Deus, e todas principiam e acabam com um ai, um grito de horror, de angústia e de sofrimento. E as almas parecem pessoas, cujos membros se estendem e são atormentados pelos demónios, sem descanso algum. Por outro lado, as almas que estão a se abrasar no fogo que arde na fornalha das trevas eternas, não têm todas as mesmas penas. Tudo é determinado pela Justiça Divina pela grandeza e imensidão dos pecados de cada uma.

Aquele tenebroso lugar que viste ao redor do imenso forno, é o limbo, que participa das trevas do forno, mas não de suas penas, e ambos são lugares do inferno, e os que ali entram, nunca alcançarão a visão de Deus. Acima dessas trevas, ou seja, bem perto do inferno, está a maior pena que as almas podem sofrer no Purgatório. E para além deste lugar, na outra extremidade, há outro lugar, onde se sofre a pena menor do Purgatório, que somente consiste em faltas menores, de pecados veniais e outras coisas semelhantes.

Existe também um outro lugar no Purgatório, superior a esses dois, onde não se padece outra pena, senão a do desejo de ver Deus e gozar da Sua adorável companhia. Nesta purificação espiritual a alma sente uma indomável vontade de ver e de se aproximar de Deus, mas sente que não consegue enquanto não concluir a sua sentença.

Em primeiro lugar, a alma é colocada sobre as trevas do inferno, onde ela sofre a maior pena do Purgatório, conforme viste padecer aquela alma. Ali há vermes peçonhentos e animais selvagens; há calor e frio; existe confusão e trevas vindas das penas do inferno, e umas almas têm ali maiores penas e tormentos que outras, conforme fizeram maior ou menor reparação dos seus próprios pecados, até quando as suas almas deixaram os seus corpos.

Logo a Justiça de Deus tira a alma daquele local e envia a outros lugares, onde permanecem detidas até alcançar algum refrigério e ajuda de seus amigos particulares, ou dos sacrifícios e das contínuas boas obras da Santa Igreja. A alma que tem maiores auxílios, mais rápido cumpre sua pena e se livra daquele lugar.

Dali a alma vai para o terceiro estágio, onde não existe mais pena além do imenso desejo de chegar na presença de Deus, e de gozar de sua visão beatífica. Neste lugar existem muitas pessoas há bastante tempo, porque quando viveram no mundo, não tiveram um perfeito desejo de chegar à presença de Deus e desfrutar da alegria e satisfação de estar na presença dEle.

O Anjo também narrou que muitos morrem tão justos e tão inocentes, que logo após a morte, chegam à presença de Deus, gozam da alegria e do prazer de estar junto do Senhor; outros morrem, depois de reparar todos os seus pecados no mundo, de modo que suas almas não recebem nenhuma pena ou castigo. Mas são poucos os que não vão ao lugar aonde se padece o castigo do desejo de encontrar Deus, de matar a saudade de Deus. As almas que estão nestes três lugares, participam das orações e boas obras da Santa Igreja, que se faz no mundo; principalmente daquelas que elas fizeram enquanto viveram, e das que seus amigos fazem por elas depois da morte. Dessa forma, como os pecados são diferentes e de muitas classes, assim também as penas são diferentes; significa dizer que no Purgatório existe o local certo para cada alma pagar sua dívida com a Justiça de Deus. Assim, todas as orações, sacrifícios e Santas Missas que forem celebradas em sufrágio das almas, são providências preciosas, e elas lucram e participam de tudo o que por elas se faz no mundo.

Prosseguiu o Anjo: seja bendito de Deus todo aquele que no mundo ajuda as almas com suas orações e com os seus sacrifícios. A Justiça de Deus diz, que as almas que vão se purificar depois da morte com a pena do Purgatório, podem ser ajudadas com as boas obras de seus amigos e da Igreja, para que saiam mais cedo.”

Depois disto, ouviram-se muitas vozes do Purgatório que diziam:

"Meu Senhor Jesus Cristo, justo Juiz, envie Seu Amor para aqueles que têm o poder espiritual no mundo, e então nós poderemos participar mais do que agora de seu canto, das lições e dos oferecimentos.”

Em cima, de onde saíam estes clamores havia uma espécie de casa, na qual se ouviam muitas vozes que diziam:

"Deus pague àqueles que nos ajudam e aliviam as nossas faltas.”

Na mesma casa parecia nascer a aurora, e em baixo desta apareceu uma nuvem que não participava da clareza da aurora, da qual saiu uma grande voz que disse:

"Oh Senhor Deus, dá de Teu incompreensível poder cem por um, a todos os que no mundo nos ajudam e nos elevam com suas boas obras, para que vejamos a luz de Tua Divindade, e gozemos da Tua presença e da Tua Divina Face.”

 

LIVRO 4 - Revelação 7    

Continuação da revelação sobre o Purgatório.

Disse o Anjo a Santa Brígida:

“Aquela alma de que viste e ouviste a sentença, está na pena mais grave do Purgatório. Isto foi ordenado por Deus, porque ela se vangloriava muito com as coisas do mundo e de seu corpo; mas das espirituais e de sua alma não fazia caso, porque não se lembrava do muito que devia a Deus e o desprezava. Por isso sua alma padece no ardor do fogo e treme de frio; as trevas a deixam cega, à horrível e temerosa vista de satanás e seus esbilros, e a vozearia e clamor dos demónios a deixam surda, interiormente padece fome e sede, e exteriormente se sente cheia de confusão e vergonha.

Deus concedeu a esta alma uma graça especial, não permitindo que os demónios a tocassem e a atormentassem, quando ocorreu o óbito. Isto aconteceu porque ela se encontrava em início de conversão. Todo o bem que fez e tudo o que prometeu e deu dos seus bens adquiridos licitamente, e principalmente as orações dos amigos de Deus, diminuíram e aliviaram a sua pena, segundo foi determinado pela justiça Divina. Mas quanto aos bens que deu os quais não foram adquiridos correctamente, ficou em proveito daqueles que justamente os possuíam antes, ou lhes servem em seu corpo, se são dignos disso, segundo a disposição do Senhor.”

 

LIVRO 4 - Revelação 8  

Conclusão do assunto sobre o Purgatório.

Disse o Anjo a Santa Brígida:

“Já ouviste como pelos rogos dos amigos de Deus aquela alma antes de morrer teve arrependimento de seus pecados. Nascida do amor de Deus, o seu arrependimento a livrou do inferno. Assim, a Justiça de Deus sentenciou que ela ardesse no Purgatório por seis períodos de tempo, ou seja, por seis vezes a quantidade de anos em que ela viveu, desde que com pleno conhecimento cometeu o primeiro pecado mortal até o dia em que por amor a Deus começou a se arrepender da transgressão. Este tempo poderá ser reduzido, se receber auxílio do mundo e dos amigos de Deus (na Igreja ou no lar).

O primeiro período se compreende por aquele em que não amou a Deus por sua Divina paixão e morte, e pelas muitas tribulações que o Senhor sofreu para a salvação das almas. O segundo período é aquele em que não amou a sua própria alma como deveria fazer um cristão responsável, nem dava graças a Deus por ter recebido o Baptismo, e porque não era judeu e nem pagão. O terceiro período abraça aquele tempo em que sabendo bem o que Deus tinha mandado, teve pouco interesse em fazer ou proceder daquele modo. O quarto período é aquele em que sabia bem o que Deus tinha proibido aos que quisessem ir para o Céu, e atrevidamente fez exactamente aquilo que não podia e nem devia fazer, se deixando levar pelo desejo sexual e desobedecendo à voz de sua consciência. O quinto período foi aquele em que não usou a graça Divina que se lhe oferecia, nem da Confissão, como é absolutamente normal a todas as pessoas, embora tivesse muito tempo para isso, para revelar o seu arrependimento pelos pecados cometidos. O sexto período compreende aquele no qual recebia com pouca frequência o Corpo e Sangue de Jesus porque não deixava de pecar, nem teve a devida caridade ao recebê-lO no final de sua vida.”

 

LIVRO 4 - Revelação 91    

Há um lugar no Purgatório, onde não se padece outra pena senão o desejo de ver e estar junto de Deus.

Santa Brígida estava rezando por um sacerdote idoso ermitão, seu amigo, que acabava de morrer, e tinha tido uma vida exemplar, cheia de grandes virtudes, e já estava num caixão na Igreja pronto para ser sepultado.

Então lhe apareceu a Santa Virgem Maria e lhe disse:

“Saiba Minha filha, que a alma deste ermitão, seu amigo, teria entrado no Céu no momento em que deixou o seu corpo, mas no instante de sua morte ele não teve o desejo de se apresentar à presença de Deus e de ver o Senhor. E por esta razão encontra-se detido no “Purgatório do desejo”, onde não há nenhuma pena, a não ser a impossibilidade de cumprir o desejo de ir ao encontro de Deus. Contudo, antes que seja sepultado o seu corpo, a sua alma pelos méritos adquiridos em vida entrará na glória eterna.

A Virgem Maria aproveitou para instruir Santa Brígida de quanto é importante deixar os acontecimentos nas Mãos de Deus como manifestação de amor a Deus, não se esfalfando preocupadamente em solucionar dificuldades que fogem totalmente ao controle humano. A confiança em Deus é fundamental e necessária como demonstração de amor a Deus, e ela se concretiza desde os menores actos de colocar confiantemente nas Mãos do Senhor, a súplica de uma orientação, para a solução de algum problema.

 

LIVRO 6 - Revelação 29  

Visão do Julgamento de uma alma contra a qual o diabo faz

gravíssimas acusações; a Virgem Maria defende-a, e tendo alcançado

 o amor a Deus no último instante, da vida, salva-a, mas com

uma gravíssima pena no Purgatório.

Leia-se atentamente, porque é de muita doutrina e grande ensinamento.

Nota - Mantive nesta tradução a forma erudita e arcaica do texto original espanhol, mas com uma melhor formatação

PORTUGUÊS

ESPAÑOL

Notas

Viu Santa Brígida que se apresentou no tribunal de Deus um demónio, o qual agarrava a alma de um certo defunto, o qual estava tremendo como um coração que palpita.

E o demónio disse ao Juiz: Aqui está a presa. Teu Anjo e eu estávamos seguindo esta alma desde o seu princípio até o fim; ele para defendê-la e eu para fazer-lhe mal, e ambos a perseguimos como caçadores, mas finalmente ela caiu em minhas mãos, e para alcançá-la estou tão ávido e impetuoso como a torrente que cai do alto, à qual nada resiste senão um forte estribo, isto é, a tua justiça, a que todavia ainda não decidiu neste juízo e, portanto, ainda não a possuo com segurança. Quanto ao resto, desejo-a com tanta avidez, como um animal tão consumido pela abstinência, que de fome comeria os próprios membros. E assim, como és um justo Juiz, dá, no que lhe diz respeito, uma justa sentença.

E o Juiz respondeu: Por que caiu antes nas tuas mãos, e porque te aproximaste dela mais que o meu Anjo?

E respondeu o demónio: Porque os seus pecados foram mais do que as suas boas obras.

E disse o Juiz: Mostra quais são.

Respondeu o demónio: Eu tenho um livro cheio com seus pecados.

E disse o Juiz: Que nome tem esse livro?

Seu nome é desobediência, respondeu o demónio, e nesse livrosete livros, e cada um deles tem três colunas, e cada coluna tem mais de mil palavras, mas nenhuma menos de mil, e algumas muitas mais que mil.

Respondeu o Juiz: Diz-me os nomes desses livros, pois ainda que eu tudo saiba, quero, não obstante, que fales, para que outros possam conhecer a tua malícia e a minha bondade.

Vió santa Brigida que se presentó en el tribunal de Dios un demonio, el cual tenia asida el alma de cierto difunto, la cual estaba temblando como un corazón que palpita.

Y el demonio dijo al Juez: Aquí esta la presa. Tu angel y yo estabamos siguiendo esta alma desde su principio hasta el fin; él para defenderla, y yo para hacerle daño, y ambos la acechábamos como cazadores, más al fin cayó en mis manos, y para alcanzarla soy tan ávido e impetuoso como el torrente que cae desde arriba, al cual nada resiste sino algún fuerte estribo, esto es, tu justicia, la que todavia no ha decidido en este juicio, y, por tanto, aún no la poseo con seguridad. Por lo demás, la deseo con tanto afán, como el animal que se halla tan consumido por la abstinencia, que de hambre se comeria hasta sus propios miembros. Y así, puesto que eres justo Juez, da tocante a ella justa sentencia.

Y respondió el Juez: ¿Por qué cayó más bien en tus manos, y por qué te acercaste a ella más que mi angel?

Y contestó el demonio: Porque sus pecados fueron más que sus buenas obras.

Y dijo el Juez: Muestra cuáles son.

Respondió el demonio: Un libro tengo lleno con sus pecados.

Y dijo el Juez: ¿Qué nombre tiene ese libro?

Su nombre es inobediencia, respondió el demonio, y en ese libro hay siete libros, y cada uno de ellos tiene tres columnas, y cada columna tiene más de mil palabras, pero ninguna menos de mil, y algunas muchas más de mil.

Respondió el Juez: Dime los nombres de esos libros, pues aunque yo todo lo sé, quiero, no obstante que hables, para que conozcan otros tu malicia y mi bondad.

A alma de que Santa Brígida viu o julgamento era de um seu conhecido defunto e a quem Santa Brígida profetizou a morte da sua esposa fora da sua terra natal.

Neste julgamento particular estão presentes:

 Jesus Cristo, como Juiz, a Virgem Maria, o Anjo da Guarda e o acusador satanás ou diabo.

No fim aparecem Santos intercessores pela alma.

Toda a vida da alma está resumida nos livros de acusação com os seus pecados, e de defesa, com as suas boas obras.

 

 

O livro de acusação que tem o diabo tem outros 7 livros, e cada um destes tem 3 colunas em que estão contidos todos os tipos de pecados.

Cada um destes 7 livros corresponde a um pecado capital, que aqui surgem sem ser pela ordem do Catecismo.

O nome do primeiro livro, disse o demónio, é soberba, e nele há três colunas.

A primeira, é a soberba espiritual na sua consciência, porque estava orgulhoso com a boa vida que cria ter melhor que a dos outros; e orgulhava-se também pela sua inteligência e consciência que cria mais prudente que a dos demais.

A segunda coluna era, porque estava soberbo com os bens que se lhe haviam concedido, com os criados, com os vestidos e demais coisas.

A terceira coluna era, porque se orgulhava com a beleza dos membros, com o seu ilustre nascimento e com as suas obras. Nestas três colunas há infinitas palavras, como muito bem sabes.

 

El nombre del primer libro, dijo el demonio, es soberbia, y en él hay tres columnas.

La primera, es la soberbia espiritual en su conciencia, porque estaba ensoberbecido con la buena vida que creía tener mejor que la de los otros; y ensoberbecíase también por su inteligencia y conciencia que creia más prudente que la de los demás.

La segunda columna era, porque estaba soberbio con los bienes que se le habían concedido, con los criados, con los vestidos y demás cosas.

La tercera columna era, porque se ensoberbecía con la hermosura de los miembros, con su ilustre nacimiento y con sus obras. En estas tres columnas hay infinitas palabras, según muy bien sabes.

 

O primeiro pecado ou vício capital é a Soberba ou Orgulho.

A Soberba no Catecismo

O segundo livro é sua ganância: Este tem três colunas.

A primeira é espiritual, porque pensou que seus pecados não eram tão graves como se dizia, e indignamente desejou o reino dos Céus, que não se dá senão ao que está perfeitamente limpo.

A segunda é, porque desejou do mundo mais do necessário, e seu desejo se encaminhou unicamente para exaltar o seu nome e a sua descendência, a fim de criar e exaltar os seus herdeiros, não a tua honra, mas sim segundo a honra do mundo.

A terceira coluna é, porque estava orgulhoso com a honra do mundo e com ser mais que os outros. E nestas colunas, como bem sabes, há incontáveis palavras, com que buscava o favor e a benevolência, e adquiria bens temporais.

 

El segundo libro es su codicia: Este tiene tres columnas.

La primera es espiritual, porque pensó que sus pecados no eran tan graves como se decía, e indignamente deseó el reino de los cielos, que no se da sino al que esta perfectamente limpio.

La segunda es, porque deseó del mundo más de lo necesario, y su deseo se encaminó unicamente a exaltar su nombre y su descendencia, a fin de criar y ensalzar sus herederos, no a honra tuya, sino según la honra del mundo.

La tercera columna es, porque estaba soberbio con la honra del mundo y con ser más que los otros. Y en estas columnas, según bien sabes, hay innumerables palabras, con que buscaba el favor y la benevolencia, y adquiría bienes temporales.

 

O segundo pecado ou vício capital é a ganância ou gula.

A gula no Catecismo

O terceiro livro é a inveja, e tem três colunas.

A primeira foi mental ou em sua alma, porque ocultamente invejava a dos que tinham mais que ele, e prosperavam mais.

A segunda coluna é, porque por inveja recebeu coisas dos que tinham menos que ele, e mais o necessitavam.

A terceira, porque por inveja prejudicou o seu próximo ocultamente com seus conselhos, e ainda publicamente, tanto de palavra como por obras, tanto para si como para os seus, e até incitou outros a que o fizessem.

 

El tercer libro es la envidia, y tiene tres columnas.

La primera fué mental o en su ánimo, porque ocultamente envidiaba a los que tenian más que él, y prosperaban más.

La segunda columna es, porque por envidia recibió cosas de los que tenian menos que él, y más lo necesitaban.

La tercera, porque por envidia perjudicó a su prójimo ocultamente con sus consejos, y aún públicamente, tanto de palabra como de obra, tanto por si como por los suyos, y hasta incitó a otros a que lo hicieren.

 

O terceiro pecado ou vício capital é a inveja.

A inveja no Catecismo

O quarto livro é a avareza, e nele há três colunas.

A primeira é a avareza mental, porque não quis dizer a outros o que sabia, com o que teriam os outros tido consolo e alento, e pensava consigo desta maneira: Que vantagem tenho se dou esse conselho a este ou aqueloutro?

Que recompensa tenho, se fosse a outro útil esse conselho ou palavra? E assim, qualquer se afastava dele muito aflito, não edificado nem instruído, como podia ter sido, se tivesse ele querido.

A segunda coluna é, porque quando podia pacificar os dissidentes, não quis fazê-lo, e quando podia consolar os aflitos, não se preocupou de o fazer.

A terceira coluna é a avareza dos seus bens, de modo, que se devia dar um elogio ao teu nome, se angustiava e era-lhe penoso, mas por honra mundana dava cem de boa vontade. Nestas colunas há infinitas palavras, como muito bem sabes. Tudo sabes e nada se te pode ocultar; mas por teu poder me obrigas a falar, porque queres que isto seja proveitoso para outros.

 

El cuarto libro es la avaricia, y en él hay tres columnas.

La primera es la avaricia mental, porque no quiso decir a otros lo que sabia, con lo cual hubieran los otros tenido consuelo y adelanto, y pensaba consigo de esta manera: ¿Qué provecho me resulta, si doy ese consejo a este o al otro?

¿Qué recompensa tengo, si le fuere a otro útil ese consejo o palabra? Y asi, cualquiera se apartaba de él muy afligido, no edificado ni instruido, como hubiera podido ser, si hubiese él querido.

La segunda columna es, porque cuando podía pacificar los disidentes, no quiso hacerlo, y cuando podia consolar los afligidos, no se cuidó de ello.

La tercera columna es la avaricia en sus bienes, en términos, que si debia dar un maravidí en tu nombre, se angustiaba y se le hacía penoso, y por honra del mundo daba ciento de buena gana. En estas columnas hay infinitas palabras, como muy bien te consta. Todo lo sabes y nada se te puede ocultar; más por tu poder me obligas a hablar, porque quieres que esto sirva de provecho a otros.

 

O quarto pecado ou vício capital é a avareza.

A avareza no Catecismo

O quinto livro é a preguiça, e tem três colunas.

Primeira, porque foi preguiçoso em fazer boas obras por honra tua, isto é, em cumprir os teus mandamentos; pois pelo descanso do seu corpo perdeu seu tempo, e eram-lhe muito deliciosos o proveito e prazer do seu corpo.

A segunda coluna é porque foi preguiçoso em pensar, pois sempre que o teu bom espírito infundia em seu coração um arrependimento, ou alguma boa ideia espiritual, parecia-lhe aquilo demasiado difuso, e afastava a sua mente do pensamento espiritual, e tinha por grato e suave todo o gozo do mundo.

A terceira coluna é porque foi preguiçoso de boca, isto é, em orar e em falar o que era de proveito para os outros e em honra tua; mas era muito aficionado a palavras de chacota. Quantas palavras há nestas colunas, e quão incontáveis são, só tu o sabes.

 

El quinto libro es la pereza, y tiene tres columnas.

Primera, porque fué perezoso en hacer buenas obras por honra tuya, esto es, en cumplir tus mandamientos; pues por el descanso de su cuerpo perdió su tiempo, y le eran muy deleitables el provecho y placer de su cuerpo.

La segunda columna es porque fué perezoso en pensar, pues siempre que tu buen espiritu infundia en su corazon el arrepentimiento, o alguna buena idea espiritual, pareciale aquello demasiado difuso, y apartaba su mente del pensamiento espiritual, y tenía por grato y suave todo gozo del mundo.

La tercera columna es porque fué perezoso de boca, esto es, en orar y en hablar lo que era de provecho a los otros y en honra tuya; pero era muy aficionado a palabras chocarreras. Cuántas palabras hay en estas columnas, y cuán innunerables son, tú sólo lo sabes.

 

O quinto pecado ou vício capital é a preguiça.

A preguiça no Catecismo

O sexto livro é a ira, e tem três colunas.

A primeira, porque irritava-se com o seu próximo por coisas que não lhe interessavam.

A segunda coluna é, porque com a sua ira prejudicou a obra do seu próximo, e às vezes por ira destruía as suas coisas.

A terceira é, porque por ira incomodava o seu próximo.

 

El sexto libro es la ira, y tiene tres columnas.

La primera, porque irritabase con su prójimo por cosas que no le interesaban.

La segunda columna es, porque con su ira dañó de obra a su prójimo, y a veces por ira destrozaba sus cosas.

La tercera es, porque por ira molestaba a su prójimo.

 

O sexto pecado ou vício capital é a ira.

A ira no Catecismo

O sétimo livro era a sua sensualidade, e tem também três colunas.

A primeira é, porque de uma maneira indevida e desordenada deleitava-se carnalmente; pois ainda era casado, e não se misturava com outras mulheres, contudo pecou impudicamente de um modo ilícito com ademanes, com palavras e obras inconvenientes.

A segunda coluna é, porque era demasiado atrevido em falar, e não só estimulava a sua mulher a falar com liberdade, e até muitas vezes com as suas palavras atraiu também outros, para que ouvissem e pensassem leviandades.

A terceira coluna é, porque mantinha o seu corpo com excessiva delicadeza, fazendo preparar para si em abundância as mais exóticas carnes para maior prazer do seu corpo, e para que os homens o louvassem e o apelidassem de esplêndido.

 

El séptimo libro era su sensualidad, y tiene también tres columnas.

La primera es, porque de una manera indebida y desordenada deleitábase carnalmente; pues aunqe era casado, y no se mezclaba con otras mujeres, con todo pecó impúdicamente de un modo ilicito con ademanes, con palabras y obras inconvenientes.

La segunda columna es, porque era demasiado atrevido en hablar, y no sólo estimulaba a su mujer a hablar con libertad, sino que muchas veces con sus palabras atrajo también a otros, para que oyesen y pensasen liviandades.

La tercera columna es, porque mantenia su cuerpo con excesiva delicadeza, haciendo preparar para si en abundancia las más exquisitas viandas para mayor placer de su cuerpo, y para que los hombres lo alabasen y lo apellidasen espléndido.

 

O sétima pecado ou vício capital é a sensualidade ou luxúria.

A luxúria no Catecismo

Mas de mil palavras há nestas colunas, porque se sentava à mesa para além do justo, sem considerar a perda do tempo; falava muitas coisas inoportunas, e comia mais do que pedia a natureza. Aqui tens, oh Juiz, todo o meu livro: Concede-me, pois, essa alma.

 

Mas de mil palabras hay en estas columnas, porque se sentaba a la mesa más despacio de lo justo, sin considerar la pérdida del tiempo; hablaba muchas cosas inoportunas, y comia más de lo que pedia la naturaleza. Aquí tienes, oh Juez, todo mi libro: Adjudicame, pues, esa alma.

 

 

Guardou silêncio então o Juiz, e aproximando-se a Mãe, que estava mais longe, disse:

Eu quero disputar com esse demónio sobre a justiça.

E respondeu o Filho: Amadíssima Mãe, quanto ao demónio não se lhe nega a justiça, como se te poderá negar a ti, que és minha Mãe e a Senhora dos Anjos? Tu tudo podes e tudo sabes em Mim, mas no entanto, fala, para que outros saibam o amor que Te tenho.

Em seguida disse a Virgem ao demónio: Te mando, diabo, que Me respondas a três coisas que te pergunto, e ainda que o faças à força, estás obrigado por justiça, porque sou tua Senhora. Diz-me, conheces tu, porventura, todos os pensamentos do homem?

E respondeu o demónio: Não, a não ser somente aqueles que posso julgar pelas atitudes exteriores do homem e pela sua disposição, e os que eu mesmo o sugiro no seu coração, pois ainda que tenha perdido a minha dignidade, no entanto, pelo subtil da minha natureza, me restou tanta penetração, que pela disposição do homem posso entender o estado da sua mente; mas os seus bons pensamentos não posso conhecê-los.

Então voltou a falar ao demónio a Bem-aventurada Virgem, e lhe disse: Diz-me, diabo, ainda que seja à força: O que é aquilo que pode apagar o que está escrito no teu livro?

Nada pode apagar, respondeu o demónio, senão uma coisa, que é o amor a Deus; e o que tiver em seu coração, por pecador que seja, se apaga o que acerca dele estava escrito em meu livro.

Diz-me, diabo, lhe perguntou pela terceira vez a Virgem: Há, porventura, algum pecador tão imundo e tão afastado do Meu Filho, que não possa alcançar perdão enquanto vive?

E respondeu o demónio: Ninguém há tão pecador que, se quiser, não possa voltar à Graça enquanto vive. Sempre que qualquer, por grande pecador que seja, mude a sua vontade má para boa, tenha amor a Deus e queira permanecer nEle, todos os demónios não são bastantes para arrancá-lo.

Em seguida a Mãe da Misericórdia disse aos circunstantes: No final da sua vida, se voltou para Mim esta alma, e Me disse: Vós sois a Mãe da Misericórdia e o auxilio dos infelizes. Eu sou indigno de suplicar a Vosso Filho, porque os meus pecados são graves e muitíssimos, e merecidamente Lhe provoquei a ira, porque amei mais o meu prazer e o mundo que a Deus meu Criador. Vos rogo, pois, tende misericórdia de mim, Vós, que não a negais a nenhum que vos pede, e portanto, volto-me para Vós e Vos prometo, que se viver, quero emendar-me e voltar a minha vontade para o Vosso Filho, e não amar nenhuma outra coisa senão a Ele. Mas sobre tudo pesa-me e sinto não ter feito nada para a honra do Vosso Filho, meu Criador; e assim Vos rogo que tenhais misericórdia de mim, piadosíssima Senhora, porque a ninguém senão a vós tenho a quem acudir.

Com tais palavras e com este propósito veio a Mim esta alma ao final da sua vida. E não devia eu ouvi-la? Quem há, que se de todo o coração e com propósito de emenda faz uma súplica a outro, não mereça ser ouvido? E quanto mais Eu, que sou a Mãe da Misericórdia, não devo ouvir a todos os que Me clamam?

E respondeu o demónio: Nada sei acerca desse assunto; mas se é como dizes, prova-o com razões manifestas.

És indigno de que eu te responda, disse a Virgem; mas no entanto, porque isto se faz para proveito de outros, te vou responder. Tu, miserável, já disseste, que nada do que está escrito no teu livro possa apagar-se senão pelo amor a Deus.

E voltando-se então a Virgem para o Juiz, disse: Filho Meu, faz que abra o diabo esse livro e leia, e veja se tudo está ali escrito por completo, ou se algo se apagou.

Então disse o Juiz ao demónio: Onde está o teu livro?

No meu ventre, respondeu o demónio.

E lhe disse o Juiz: Qual é o teu ventre?

 Minha memória, respondeu o diabo; porque como no ventre está toda  imundície e fedor, assim na minha memória está toda a perversidade e malícia, que com um péssimo fedor cheiram na tua presença. Pois quando por minha soberba me afastei de Ti e da Tua Luz, então encontrei em mim toda a malícia, e obscureceu-se a minha memória com respeito às coisas boas de Deus, e nesta memória está escrita toda a maldade dos pecados.

Disse então o Juiz ao demónio: Te mando, que vejas com minúcia e busques em teu livro o que está escrito e o que se apagou com respeito aos pecados desta alma, e di-lo publicamente.

E respondeu o demónio: Olho o meu livro, e vejo escritas coisas diferentes das que cria. Vejo que foram apagados aqueles sete catálogos, e nada resta deles no meu livro, senão os excessos e demasias.

Guardó silencio entonces el Juez, y acercandose la Madre, que estaba más lejos, dijo:

Yo quiero disputar con ese demonio sobre la justicia.

Y respondió el Hijo: Amadisima Madre, cuando al demonio no se le niega la justicia, ¿cómo se te podra negar a ti, que eres mi Madre y la Señora de los ángeles? Tu todo lo puedes y todo lo sabes en mí, pero sin embargo, habla, para que otros sepan el amor que te tengo.

En seguida dijo la Virgen al demonio: Te mando, diablo, que me respondas a tres cosas que te pregunto, y aunque lo hicieres a la fuerza, estas obligado por justicia, porque soy tu Señora. ¿Dime, conoces tú, por ventura, todos los pensamientos del hombre?

Y respondió el demonio: No, sino solamente aquellos que puedo juzgar por las operaciones exteriores del hombre y por su disposición, y los que yo mismo le sugiero en su corazón, pues aunque perdi mi dignidad, sin embargo, por lo sutil de mi naturaleza, me quedó tanta penetración, que por la disposición del hombre puedo entender el estado de su mente; pero sus buenos pensamientos no puedo conocerlos.

Entonces le volvió a hablar al demonio la bienaventurada Virgen, y le dijo: Dime, diablo, aunque sea a la fuerza: ¿Qué es aquello que puede borrar lo escrito en tu libro?

Nada puede borrarlo, respondio el demonio, sino una cosa, que es el amor de Dios; y el que lo tuviere en su corazón, por pecador que sea, al punto se borra lo que acerca de él estaba escrito en mi libro.

Dime, diablo, le preguntó por tercera vez la Virgen: ¿Hay, por ventura, algún pecador tan inmundo y tan apartado de mi Hijo que no pueda alcanzar perdón mientras vive?

Y respondió el demonio: Nadie hay tan pecador que, si quisiere, no pueda volver a la gracia mientras vive. Siempre que cualquiera, por gran pecador que sea, mude su voluntad mala en buena, tiene amor de Dios y quiere permanecer en él, todos los demonios no son bastantes para arrancarlo.

En seguida la Madre de la misericordia dijo a los circunstantes: Al final de su vida se volvió a mi esta alma, y me dijo: Vos sois la Madre de la misericordia y el auxilio de los infelices. Yo soy indigno de suplicar a vuestro Hijo, porque mis pecados son graves y muchísimos, y en gran manera lo he provocado a ira, porque he amado más mi placer y el mundo que a Dios mi Creador. Os ruego, pues, tengáis misericordia de mí, Vos, que no la negáis a ninguno que os la pide, y por tanto, me vuelvo a Vos y os prometo, que si viviere, quiero enmendarme y volver mi voluntad a vuestro Hijo, y no amar ninguna otra cosa sino a él.

Pero sobre todo me pesa y siento no haber hecho nada para honra de vuestro Hijo, mi Creador; y asi os ruego tengáis misericordia de mi, piadosísima Señora, porque a nadie sino a vos tengo a quien acudir.

Con tales palabras y con este propósito vino a mi esta alma al final de su vida. ¿Y no debia yo oirla? ¿Quién hay, que si de todo corazón y con propósito de la enmienda hace una suplica a otro, no merezca ser oido? ¿Y cuanto más yo, que soy la Madre de la misericordia, no debo oir a todos los que me claman?

Y respondió el demonio: Nada sé acerca de ese propósito; pero si es según dices, pruébalo con razones manifiestas.

Eres indigno de que yo te responda, dijo la Virgen; sin embargo, porque esto se hace para provecho de otros, te voy a contestar. Tú, miserable, tienes ya dicho, que nada de lo escrito en tu libro puede borrarse sino por amor de Dios.

Y volviéndose entonces la Virgen al Juez, dijo: Hijo mío, haz que abra el diablo ese libro y lea, y vea si todo esta allí escrito por completo, o si se ha borrado algo.

Entonces dijo el Juez al demonio: ¿Dónde esta tu libro?

En mi vientre, respondió el demonio.

Y le dijo el Juez: ¿Cual es tu vientre?

 Mi memoria, respondió el diablo; porque como en el vientre esta toda inmundicia y hedor, asi en mi memoria esta toda perversidad y malicia, que como pésimo hedor huelen en tu presencia. Pues cuando por mi soberbia me aparté de ti y de tu luz, entonces hallé en mi toda malicia, y obscurecióse mi memoria respecto a las cosas buenas de Dios, y en esta memoria esta escrita toda la maldad de los pecados.

Dijole entonces el Juez al demonio: Te mando, que veas con esmero y busques en tu libro qué es lo que hay escrito y qué borrado respecto a los pecados de esta alma, y dilo públicamente.

Y respondió el demonio: Miro mi libro, y veo escritas cosas diferentes de las que crei. Veo que han sido borrados aquellos siete catálogos, y nada queda de ellos en mi libro sino los excesos y demasías.

Começa aqui a intervenção da Virgem Maria.

 

 

 

 

O diabo não pode conhecer os pensamentos dos homens.

 

 

 

 

O Amor a Deus apaga os pecados.

 

 

 

 

 

A vontade do homem é soberana e não pode ser mudada pelos diabos.

 

Arrependimento sincero de uma alma antes da morte salva-a.

 

 

 

 

 

 

O arrependimento sincero da alma e a súplica à Virgem Maria salvou esta alma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O arrependimento sincero, o amor a Deus e a Intercessão da Virgem Maria, apagaram os pecado do livro do diabo.

Em seguida disse o Juiz ao Anjo bom que se achava presente: Onde estão as boas obras desta alma?

E respondeu o Anjo: Senhor, todas as coisas estão na vossa presciência e conhecimento, as presentes, as passadas e as futuras. Tudo sabemos e o vemos em Vós, e Vós em nós, nem necessitamos falar-vos, porque tudo sabeis. Mas porque quereis mostrar o Vosso Amor, manifestais a Vossa vontade a quem Vos apraz. Desde que no princípio se uniu esta alma num corpo, estive eu sempre com ela, e tenho também escrito um livro das suas boas obras. e se quiserdes ver esse livro, está em vosso poder.

E disse o Juiz: Não convém julgar senão depois de ouvir e entender o bem e o mal, e examinado tudo bem, deve então sentenciar-se conforme à justiça, quer seja para a vida, quer seja para a morte.

Meu livro, respondeu o Anjo, é a obediência, com que vos obedeci, e nele há sete colunas.

A primeira, é o Baptismo;

a segunda, é a sua abstinência jejuando, e o conter-se das obras ilícitas, nos pecados, e até no prazer e tentações da carne;

a terceira coluna é a oração e o bom propósito que teve para convosco;

a quarta coluna são os seus bons feitos em esmolas e outras obras de misericórdia;

a quinta, é a Esperança que em Vós tinha;

a sexta, é a Fé que teve como cristão;

a sétima, é o Amor a Deus.

Ouvindo isto o Juiz, voltou a dizer ao Anjo bom: Onde está o teu livro?

E ele respondeu: Na Vossa visão e Amor, Senhor meu.

En seguida dijo el Juez al angel bueno que se hallaba presente: ¿Dónde estan las buenas obras de esta alma?

Y respondió el ángel: Señor, todas las cosas están en vuestra presciencia y conocimiento, las presentes, las pasadas y las futuras. Todo lo sabemos y lo vemos en Vos, y Vos en nosotros, ni necesitamos hablaros, porque todo lo sabéis. Pero porque queréis mostrar vuestro amor, manifestais vuestra voluntad a quienes os place. Desde que en un principio se unió esta alma en el cuerpo, estuve yo siempre con ella, y tengo también escrito un libro de sus buenas obras. Y si quisierais ver ese libro, esta en vuestro poder.

Y dijo el Juez: No conviene juzgar sino después de oir y entender lo bueno y lo malo, y examinado todo bien, debe entonces sentenciarse con arreglo a justicia, ya sea para la vida, ya para la muerte.

Mi libro, respondió el angel, es la obediencia, con que os obedecid, y en él hay siete columnas. La primera, es el bautismo;

la segunda, es su abstinencia ayunando, y el contenerse en las obras ilicitas, en los pecados, y hasta en el placer y tentaciones de la carne;

la tercera columna es la oración y el buen propósito que respecto a Vos tuvo;

la cuarta columna son sus buenos hechos en limosnas y otras obras de misericordia;

la quinta, es la esperanza que en Vos tenía;

la sexta, es la fe que tuvo como cristiano;

la séptima, es el amor de Dios.

Oyendo esto el Juez, volvió a decir al angel bueno: ¿Donde esta tu libro?

Y él respondio: En vuestra visión y amor, Señor mio.

O Anjo da Guarda tem o no seu Livro as Boas Obras da alma e intercede por ela.

 

 

 

 

 

 

 

A favor da alma, tem:

● Baptismo.

● Abstinência.

 

● Oração.

● Boas obras e esmolas.

● Esperança.

● Fé em Deus.

● Amor a Deus.

Então em tom de reconvenção, disse a Virgem ao diabo: Como guardaste o teu livro, e como se apagou o que nele estava escrito?

E respondeu o demónio: Ai! Ai! Porque tu me enganaste.

Em seguida disse o Juiz à Sua piadosíssima Mãe: Neste particular foi-Te com razão favorável a sentença, e com justiça ganhaste esta alma.

Depois vociferava o demónio, e dizia: Perdi, e fui vencido; mas diz-me, Juiz: Até quando hei de ter esta alma por seus excessos e demasias?

Eu to mostrarei, respondeu o Juiz; abertos e lidos estão os livros. Mas diz-me, diabo, ainda que eu tudo saiba, diz-me se com rigor à justiça deve esta alma entrar ou não no Céu. Te permito que agora vejas e saibas a verdade da Justiça.

E respondeu o demónio: é justiça em ti, que se alguém morrer sem pecado mortal, não entrará nas penas do inferno, e todo o que tem amor a Deus, por direito pode entrar no Céu. E como esta alma não morreu em pecado mortal e teve amor a Deus, é digna de entrar no Céu, depois que purgue o que deve.

E disse o Juiz: Já que te abri o entendimento e te permiti ver a Luz da verdade e da Justiça, diz para que o ouçam quem eu quero: Qual deve ser a sentença desta alma?

 Respondeu o demónio: Que se purifique de tal modo, que não fique nela uma só mancha; porque ainda que por justiça Te foi adjudicada, com tudo, está todavia imunda, e não pode chegar a Ti, senão depois de se purificar. E como Tu, oh, Juiz, me perguntaste, agora também pergunto: Como deve purificar-se e até quando há de estar em minhas mãos?

Respondeu o Juiz: Te mando, diabo, que não entres nela, nem a absorvas em ti; mas deves purificá-la até que esteja limpa e sem mancha, pois segundo sua culpa padecerá sua pena.

De três modos pecou com a vista, de três modos no ouvido e de outros três modos no tacto. Por conseguinte, deve ser castigada de três modos.

Na vista: Primeiro, deve ver pessoalmente seus pecados e abominações; segundo, deve ver-te na tua malícia; terceiro, deve ver as misérias e terríveis penas das demais almas.

Igualmente se há de afligir de três modos no ouvido. Primeiro, ouvirá um horrível  ai! Porque quis ouvir seu próprio louvor e se deleitava com o mundo; Segundo, deve ouvir os horrorosos clamores e enganos dos demónios; Terceiro, ouvirá opróbrios e intoleráveis misérias, porque ouviu mais e com mais gosto o amor e o favor do mundo, que o de Deus, e serviu com mais empenho o mundo que a seu Deus.

De três modos também se há de afligir no tacto. Primeiro, há de arder em abrasadíssimo fogo interior e exteriormente, de maneira que nela não reste nenhuma nem a menor mancha, que não se purifique no fogo; Segundo, há de padecer grandíssimo frio, porque ardia na sua inveja e era frio em meu amor; Terceiro, estará nas mãos dos demónios, para que não haja nem o menor pensamento nem a mais leve palavra que não se purgue, até que se ponha como o ouro, que se purifica no crisol e na forja, à vontade do seu dono.

Entonces en tono de reconvencion, dijo la Virgen al diablo: ¿Cómo custodiaste tu libro, y como se borró lo que en él estaba escrito?

Y respondió el demonio: Ay! ay! porque tú me engañaste.

En seguida dijo el Juez a su piadosísima Madre: En este particular te ha sido en razón favorable la sentencia, y con justicia has ganado esa alma.

Después daba voces el demonio, y decía: Perdi, y he sido vencido; pero dime, Juez: ¿Hasta cuándo he de tener esta alma por sus excesos y demasias?

Yo te lo manifestaré, respondio el Juez; abiertos y leidos estan los libros. Pero dime, diablo, aunque yo todo lo sé, dime si con arreglo a justicia debe esta alma entrar o no en el cielo. Te permito que ahora veas y sepas la verdad de la justicia.

Y respondió el demonio: Es justicia en ti, que si alguien muriere sin pecado mortal, no entrara en las penas del infierno, y todo el que tiene amor de Dios, de derecho puede entrar en el cielo. Y como esta alma no murió en pecado mortal y tuvo amor de Dios, es digna de entrar en el cielo, después que purgue lo que deba.

Y dijo el Juez: Ya que te he abierto el entendimiento y te he permitido ver la luz de la verdad y de la justicia, di para que lo oigan quienes yo quiero: ¿Quál debe ser la sentencia de esta alma?

 Respondió el demonio: Que se purifique de tal modo, que no quede en ella una sola mancha; porque aun cuando por justicia se te ha adjudicado, con todo, esta todavia inmunda, y no puede llegar a ti, sino después de purificarse. Y como tú, oh, Juez! Me preguntaste, ahora también pregunto: ¿Cómo debe purificarse y hasta cuándo ha de estar en mis manos?

Respondió el Juez: Te mando, diablo, que no entres en ella, ni la absorbas en ti; pero debes purificarla hasta que esté limpia y sin mancha, pues según su culpa padecera su pena.

De tres modos pecó en la vista, de tres modos en el oído y de otros tres modos en el tacto. Por consiguiente, debe ser castigada de tres modos.

En la vista: Primero, debe ver personalmente sus pecados y abominaciones; segundo, debe verte en tu malicia; tercero, debe ver las miserias y terribles penas de las demás almas.

Igualmente se ha de afligir de tres modos en el oído. Primero, oirá un horrible  ay! porque quiso oir su propia alabanza y lo deleitable del mundo; Segundo, debe oir los horrorosos clamores y burlas de los demonios; Tercero, oirá oprobios e intolerables miserias, porque oyó más y con más gusto el amor y el favor del mundo, que el de Dios, y sirvió con más empeño al mundo que a su Dios.

De tres modos también se ha de afligir en el tacto. Primero, ha de arder en abrasadísimo fuego interior y exteriormente, de manera que en ella no quede ni la menor mancha, que no se purifique en el fuego; Segundo, ha de padecer grandísimo frio, porque ardía en su codicia y era frío en mi amor; Tercero, estará en manos de los demonios, para que no haya ni el menor pensamiento ni la más leve palabra que no se purgue, hasta que se ponga como el oro, que se purifica en el crisol y en la fragua, a voluntad de su dueño.

Salva que foi a alma, resta-lhe ser purificada de todas as faltas cometidas em vida até que nada de impuro subsista. Para essa purificação irá para o Purgatório até que o determine a Justiça Divina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A purificação far-se-á aos três níveis dos sentidos:

Vista,

Ouvido,

Tacto.

Então perguntou o demónio: Até quando estará essa alma nesta pena?

E respondeu o Juiz: Posto que a sua vontade foi viver no mundo, e era tal essa vontade, que de boa gana teria vivido no corpo até o fim do mundo, esta pena há de durar até ao fim do mundo. Justiça minha é, que todo o que me tem Amor Divino, e com todo o empenho Me deseja e anseia por estar coMigo e separar-se do mundo, este sem pena deve obter o Céu, porque a prova da vida presente é a sua purificação. Mas o que teme a morte por causa da pesada pena futura, e quiser ter mais tempo para emendar-se, este deve ter uma pena leve no Purgatório. Mas o que esquecendo-se de Mim, deseja viver até o dia do Juízo, ainda que não peque mortalmente, no entanto, pelo perpétuo desejo de viver que tem, deve ter pena perpétua até o dia do Juízo.

 

Então disse a piadosíssima Virgem Maria: Bendito sejas, Filho meu, pela tua justiça, que é com toda a Misericórdia. Ainda que nós vejamos e saibamos tudo em Ti, diz não obstante, para inteligência dos demais, que remédio deva tomar-se que diminua tão largo tempo de pena, e qual outro para que se apague um fogo tão cruel, e como também possa esta alma livrar-se das mãos dos demónios.

E respondeu o Filho: Nada se te pode negar, porque és a Mãe da Misericórdia, e a todos proporcionas e buscas consolo e Misericórdia.

Três coisas há que fazem diminuir tão grande tempo de pena, que se apague o fogo, e que essa alma se livre das mãos dos demónios.

A primeira é, se alguém devolve o que ele injustamente tomou ou arrancou de outros, ou está obrigado a devolver-lhes em justiça; pois a alma deve purgar-se, ou pelos rogos dos santos, ou por esmolas e boas obras dos amigos, ou por uma suficiente purificação.

A segunda é uma avultada esmola, pois por ela se apaga o pecado, como com a água se apaga a sede.

A terceira é, a oferenda do Meu Corpo feita por sua intenção no altar, e as súplicas dos meus amigos.

Estas três coisas são as que o libertarão daquelas três penas.

 

Entonces preguntó el demonio: ¿Hasta cuando estará esa alma en esta pena?

Y respondió el Juez: Puesto que su voluntad fué vivir en el mundo, y era tal esta voluntad, que de buena gana hubiera vivido en el cuerpo hasta el fin del mundo, esta pena ha de durar hasta el fin del mundo. Justicia mia es, que todo el que me tiene amor divino, y con todo empeño me desea y anhela por estar conmigo y separarse del mundo, éste sin pena debe obtener el cielo, porque la prueba de la vida presente es su purificación. Mas el que teme la muerte por causa de la acerba pena futura, y quisiera tener más tiempo para enmendarse, éste debe tener una pena leve en el purgatorio. Pero el que olvidándose de mí, desea vivir hasta el día del juicio, aunque no peque mortalmente, sin embargo, por el perpetuo deseo de vivir que tiene, debe tener pena perpetua hasta el día del juicio.

Entonces dijo la piadosísima Virgen Maria: Bendito seas, Hijo mío, por tu justicia, que es con toda misericordia. Aunque nosotros lo veamos y sepamos todo en ti, di no obstante, para inteligencia de los demas, qué remedio deba tomarse que disminuya tan largo tiempo de pena, y cual otro para que se apague un fuego tan cruel, y como también pueda esta alma librarse de las manos de los demonios.

Y respondió el Hijo: Nada se te puede negar, porque eres la Madre de la misericordia, y a todos proporcionas y buscas consuelo y misericordia.

Tres cosas hay que hacen disminuir tan largo tiempo de pena, y que se apague el fuego, y que esa alma se libre de las manos de los demonios.

La primera es, si alguien devuelve lo que él injustamente tomó o arrancó de otros, o esta obligado a devolverles en justicia; pues el alma debe purgarse, o por los ruegos de los santos, o por limosnas y buenas obras de los amigos, o por una suficiente purificación.

Lo segundo es una cuantiosa limosna, pues por ella se borra el pecado, como con el agua se apaga la sed.

Lo tercero es, la ofrenda de mi cuerpo hecha por él en el altar, y las súplicas de mis amigos.

Estas tres cosas son las que lo libertarán de aquellas tres penas.

 

A Virgem Maria intercede para abreviar o tempo e a quantidade das penas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Três coisas fazem diminuir o tempo da pena, que se apague o fogo, e que essa alma se livre das mãos dos demónios:

● Devolução do roubado, boas obras dos amigos e tempo de purificação.

● Esmolas.

Missas e orações dos amigos.

 

 

Então disse a Mãe da Misericórdia: E de que lhe servem agora as boas obras que por Ti fez?

E respondeu o Filho: Não perguntas, porque o ignoras, pois tudo sabes e vês em Mim, mas o investigas para mostrar aos outros o Meu Amor. Na verdade, não ficará sem remuneração a mais insignificante palavra, nem o mais leve pensamento que em honra Minha teve; pois tudo quanto por Mim fez, está agora diante dele e dentro da sua mesma pena, e lhe serve de refrigério e de consolo, e por ele sente menos ardor do que sofreria de outro modo.

E voltou a Virgem a dizer a seu Filho: Porquê essa alma está imóvel, como quem não move mãos nem pés contra o seu inimigo e não obstante vive?

E respondeu o Juiz: De Mim escreveu o Profeta, que fui como um cordeiro que emudece diante de quem o tosquia; e a verdade, eu emudeci diante de Meus inimigos; portanto, é justiça, que por não tido interesse pela Minha morte essa alma, e por havê-la considerado de pouca importância, esteja agora como o menino, que nas mãos dos homicidas não pode falar.

Bendito sejas, dulcíssimo Filho Meu, que nada fazes sem justiça, disse a Mãe. Tu disseste antes, Filho Meu, que Teus amigos podiam socorrer esta alma, e bem sabes que ela Me serviu de três modos.

Primeiro, com a abstinência, pois jejuava as vigílias das Minhas festividades e nelas se abstinha em Meu nome;

segundo, porque lia o Meu Ofício;

e terceiro, porque cantava por honra Minha. e assim, Filho Meu, posto que ouves os Teus amigos que Te dirigem preces na Terra, Te rogo, que também Te dignes ouvir-Me a Mim.

E respondeu o Filho: Sempre se ouvem com maior benevolência as súplicas da pessoa predilecta de algum senhor; e como Tu és o que Eu mais amo sobre todas as coisas, pede quanto queiras, e se Te dará.

Esta alma, disse a Mãe, padece três penas na vista, três no ouvido, e outras três no tacto. Te rogo, pois, amadíssimo Filho meu, que lhe diminuas uma pena na vista, e é que não veja os horríveis demónios, ainda que sofra as outras duas penas, porque a Tua justiça assim o exige segundo a justiça da tua misericórdia, à qual não posso opor-Me.

Te suplico, em segundo lugar, que no ouvido lhe diminuas uma pena, e é que não ouça seu opróbrio e confusão. Te rogo, por último, que no tacto lhe tires uma pena, e é que não sinta esse frio maior que o gelo, o qual o merece ter, porque era frio no Teu Amor.

E respondeu o Filho: Bendita sejas, amadíssima Mãe, a Ti nada se Te pode negar; faça-se a Tua vontade, e seja, segundo o que pediste.

Bendito sejas Tu, dulcíssimo Filho Meu, disse a Mãe, por todo o Teu Amor e Misericórdia.

Entonces dijo la Madre de la misericordia: ¿Y de qué le sirven ahora las buenas obras que por ti hizo?

Y respondió el Hijo: No preguntas, porque lo ignores, pues todo lo sabes y ves en mí, sino que lo investigas para mostrar a los otros mi amor. A la verdad, no quedara sin remuneracion la más insignificante palabra, ni el más leve pensamiento que en honra mía tuvo; pues todo cuanto por mí hizo, está ahora delante de él y dentro de su misma pena, y le sirve de refrigerio y de consuelo, y por ello siente menos ardor del que sufriria de otro modo.

Y volvió la Virgen a decirle a su Hijo: ¿Por qué esa alma está inmovil, como quien no mueve manos ni pies contra su enemigo y no obstante vive?

Y respondio el Juez: De mi escribió el Profeta, que fuí como un cordero que enmudece delante de quien lo trasquila; y a la verdad, yo enmudecí delante de mis enemigos; por tanto, es justicia, que por no haberse tomado interés por mi muerte esa alma y por haberla considerado de poca importancia, esté ahora como el niño que en las manos de los homicidas no puede dar voces.

Bendito seas, dulcísimo Hijo mío, que nada haces sin justicia, dijo la Madre. Tú dijiste antes, Hijo mio, que tus amigos podían socorrer a esta alma, y bien sabes que ella me sirvió de tres modos.

Primero, con la abstinencia, pues ayunaba las vigilias de mis festividades y en ellas se abstenia en mi nombre;

segundo, porque leía mi Oficio;

y tercero, porque cantaba por honra mía. Y así, Hijo mío, puesto que oyes a tus amigos que te dan voces en la tierra, te ruego, que también te dignes oirme a mí.

Y respondió el Hijo: Siempre se oyen con mayor benevolencia las súplicas de la persona predilecta de algún señor; y como tú eres lo que yo más amo sobre todas las cosas, pide cuanto quieras, y se te dará.

Esta alma, dijo la Madre, padece tres penas en la vista, tres en el oído, y otras tres en el tacto. Te ruego, pues, amadísimo Hijo mío, que le disminuyas una pena en la vista, y es que no vea los horribles demonios, aunque sufra las otras dos penas, porque tu justicia asi lo exige según la justicia de tu misericordia, a la cual no puedo oponerme. Te suplico, en segundo lugar, que en el oído le disminuyas una pena, y es que no oiga su oprobio y confusión. Te ruego, por último, que en el tacto le quites una pena, y es que no sienta ese frío mayor que el hielo, el cual lo merece tener, porque era frío en tu amor.

Y respondió el Hijo: Bendita seas, amadísima Madre, a ti nada se te puede negar; hágase tu voluntad, y sea, según lo has pedido.

Bendito seas tu, dulcísimo Hijo mío, dijo la Madre, por todo tu amor y misericordia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Virgem Maria intercede, lembrando a devoção que alma Lhe tinha:

Fazia Abstinência.

Rezava-Lhe.

Cantava-Lhe.

 

 

 

 

A pedido da Virgem Maria são reduzidas as penas que devia cumprir.

Naquele instante apareceu un santo com grande acompanhamento, e disse: Louvado sejais, Senhor, Deus nosso, Criador e Juiz de todos. Esta alma foi em sua vida devota minha, jejuou em honra minha, e me louvou fazendo súplicas, da mesma maneira que a estes amigos vossos que se acham presentes. Assim, pois, Vos rogo da parte deles e minha, que tenhais compaixão desta alma, e por nossas súplicas lhe deis descanso numa pena, e é que os demónios não tenham poder para obscurecer a sua consciência; pois se não se os contém, a obscurecerão de tal modo, que nunca haveria de esperar essa alma o fim da sua desdita e alcançar a glória, senão quando fosse tua vontade vê-la especialmente com Tua Graça; e este é un suplício maior que qualquer outro. Portanto, piadosíssimo Senhor, concede-lhe por nossas súplicas, que em qualquer pena em que esteja, saiba positivamente que há de acabar aquela pena, e que há de alcançar a Glória perpétua.

E respondeu o Juiz: Assim o exige a verdadeira justiça, porque essa alma afastou muitas vezes a sua consciência dos pensamentos espirituais e da inteligência das coisas eternas, e quis obscurecer a sua consciência, sem temer agir contra mim, e portanto, justo é, repito, que os demónios obscureçam a sua consciência. Mas porque vós, amadíssimos amigos Meus, ouvistes as Minhas palavras e as pusestes em prática, não se vos deve negar nada, e assim farei o que pedis.

Então responderam todos os santos: Bendito sejais, Deus, em toda a Vossa Justiça, que julgais justamente, e nada deixais sem castigo.

Em seguida disse ao Juiz o Anjo custódio daquela alma: Desde o princípio da união desta alma com o seu corpo, estive eu com ela, e a acompanhei por providência do Vosso Amor, e algumas vezes fazia a minha vontade. Vos rogo, pois, Deus e Senhor meu, que tenhais misericórdia dela.

E respondeu o Senhor: Sim, está bem; mas acerca disto, queremos deliberar. Então desapareceu a visão.

 

En aquel instante apareció un santo con gran acompañamiento, y dijo: Alabado seáis, Señor, Dios nuestro, Creador y Juez de todos. Esta alma fué en su vida devota mía, ayunó en honra mía, y me alabó haciéndome súplicas, de la misma manera que a estos amigos vuestros que se hallan presentes. Así, pues, os ruego de parte de ellos y mía, que tengáis compasión de esta alma, y por nuestras súplicas le deis descanso en una pena, y es que los demonios no tengan poder para obscurecer su conciencia; pues si no se les contiene, la obscureceran de tal modo, que nunca habia de esperar esa alma el término de su desdicha y alcanzar la gloria, sino cuando fuese tu voluntad mirarla especialmente con tu gracia; y este es un suplicio mayor que todo otro. Por tanto, piadosísimo Señor, concededle por nuestras súplicas, que en cualquiera pena en que estuviere, sepa positivamente que ha de acabar aquella pena, y que ha de alcanzar la gloria perpetua.

Y respondió el Juez: Así lo exige la verdadera justicia, porque esa alma apartó muchas veces su conciencia de los pensamientos espirituales y de la inteligencia de las cosas eternas, y quiso obscurecer su conciencia, sin temer obrar contra mi, y por tanto, justo es, repito, que los demonios obscurezcan su conciencia. Mas porque vosotros, amadísimos amigos míos, oísteis mis palabras y las pusísteis por obra, no se os debe negar nada, y asi haré lo que pedís.

Entonces respondieron todos los santos: Bendito seáis, Dios, en toda vuestra justicia, que juzgáis justamente, y nada dejáis sin castigo.

En seguida dijo al Juez el ángel custodio de aquella alma: Desde el principio de la unión de esta alma con su cuerpo, estuve yo con ella, y la acompañé por providencia de vuestro amor, y algunas veces hacía mi voluntad. Os ruego, pues, Dios y Señor mío, que tengáis misericordia de ella.

Y respondió el Señor: Sí, bien está; pero acerca de esto, queremos deliberar. Entonces desapareció la visión.

 

Aqui surgem os Santos a interceder pela alma e conseguem-lhe redução das penas, pois ela era devota deles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Anjo da Guarda pede Misericórdia pela alma…

 

 

 

 

Declaração

Foi este um cavalheiro bondoso e amigo dos pobres, e deu por ele avultadas esmolas a sua esposa, a qual faleceu em Roma, como o tinha anunciado o espírito de Deus, por meio de santa Brígida, a que disse: Entenda-se que esta senhora regressará à sua pátria, mas não morrerá ali. E assim foi, porque a segunda vez que voltou a Roma, ali morreu e foi enterrada.

 

Declaración

Fué éste un caballero bondadoso y amigo de los pobres, y dió por él cuantiosas limosnas su esposa, la cual falleció en Roma, como lo tenía anunciado el espiritu de Dios, por medio de santa Brígida, a la que dijo: Ten entendido que esa señora regresará a su patria, pero no morirá allí. Y asi fué, porque segunda vez volvió a Roma, donde murió y fué enterrada.

 

Este foi um Juízo real de um contemporâneo de Santa Brígida e que era seu conhecido.

 

CONCLUSÕES

Seja esta longa Catequese, sobre os Novíssimos do Homem e demais Doutrina sobre os meios de Salvação disponibilizados por Deus aos homens, aceite e vivida por todos nós, com reverência, gratidão e humildade.

Sejam Nosso Senhor Jesus Cristo e a Virgem Maria, Sua Mãe Santíssima, através destas Revelações, os nossos mestres da Sabedoria Divina. Que as Suas Virtudes, Humildade e Poder de Intercessão que Lhes foram confiados por Deus Pai, nos possam alcançar a Vida Eterna.  Amen.

João Bianchi.

       sD

 

jbianchi3@gmail.com

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