O LIVRO BRANCO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

 


 

BÊNÇÃO ESPECIAL  

 

 

ÍNDICE

 

PREFÁCIO deste Dossier, escrito em finais de 2008                   

 

INTRODUÇÃO                                                                                       

 

NA CAPELINHA DAS APARIÇÕES


1 - Sugestões de Ordem Artística

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

4 - Sugestões de Ordem Operacional

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

NA BASÍLICA


1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

4 - Sugestões de Ordem Operacional

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

NA COLUNATA

1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

NO RECINTO

1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

4 - Sugestões de Ordem Operacional

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

NA ACTUAL “IGREJA” DA SANTÍSSIMA TRINDADE

1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

4 - Sugestões de Ordem Operacional

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

NO CAMINHO PARA A ROTUNDA SUL

1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

NOS ARREDORES DO RECINTO

1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

NOS PARQUES DE ESTACIONAMENTO


1 - Sugestões de Ordem Artística  

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

NA PERIFERIA

1 - Sugestões de Ordem Artística  

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

NO CALVÁRIO HÚNGARO

1 - Sugestões de Ordem Artística  

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

NA LOCA DO CABEÇO

1 - Sugestões de Ordem Artística  

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

NOS VALINHOS

1 - Sugestões de Ordem Artística  

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

SUGESTÕES DE ORDEM VIRTUAL/NET

 

CONCLUSÃO                                                                                        

 


 

 

PREFÁCIO deste Dossier, escrito em finais de 2008, em tempo de confidencialidade

 

“Era voz corrente dizer-se que no Santuário de Fátima se sentia a presença de Nossa Senhora de uma forma mais forte, que havia no ar um clima de Paz, que as pessoas se sentiam bem quando lá se deslocavam. Tudo isto é verdade. E mais verdade é ainda, se se afirmar que nos apercebemos, de uma forma sensível, da presença Divina. Muitos apontam como justificação, uma certa “magia” que o local teria, e daí a sua escolha pela Virgem Maria para ali descer à Terra. Mas a magia nada teve a ver com a escolha do local. Aliás, antes da Virgem Maria descer à Cova d’Iria, o lugar era ermo e sem nenhuma característica sensível da presença Divina.

Foi a partir da escolha e da vinda da Virgem Maria àquele lugar, que as pessoas despertaram para o local, não ainda de uma forma sensível, mas por curiosidade, devoção e desejo de aproximação d’Aquela a quem já todos na região prestavam grande veneração, depois do Milagre da Ortiga, que veio estabelecer uma grande devoção a Nossa Senhora entre o povo das redondezas. Foi naquele pequeno Santuário Mariano, tão esquecido pelas gentes não locais, que a História de Fátima começou.

Mas verdadeiramente o clima Divino de Fátima só começou a sensibilizar as pessoas, a partir do momento que se construiu a Capelinha e o seu Sacrário, com o Jesus escondido, e quando as ordens religiosas e o próprio Santuário começaram a edificar Capelas, com os seus Sacrários, contendo Jesus Eucarístico. Se é verdade que Deus é omnipresente, muito mais verdade é que Ele se faz presente de facto e de uma forma que chega a ser sensível, quando existe uma presença Eucarística, quer só com Hóstias Consagradas, quer em Exposição para Adoração. Aí, pode-se dizer com rigor, que Deus está presente de uma forma real, especial, mais eficaz e mesmo sensível. Foi esta proliferação de Hóstias Consagradas pelas inúmeras Capelas existentes no Santuário de Fátima, e nas suas redondezas, que tal como as “partículas radioactivas”, encheram de uma forma sensível todo o clima de Fátima. Se fossemos comparar a “densidade Eucarística” de Fátima e a de outros locais, certamente descobriríamos que é Fátima onde existem mais “Hóstias por m2”, e daí o Clima de Paz que se respira. Esse Clima de Paz deve-se no fundo a uma presença Eucarística muito grande, que se torna forte e sensível. Se aliarmos a este facto, a oração que se faz com espírito e desejo de conversão, facilmente compreenderemos que o Clima que se respira, é diferente e mais propício à Oração, à Oração de Coração, à Meditação, à Contemplação, à Comunhão com Deus.

Foi esta consciência que me fez mudar, em 2001, a minha casa de Cascais para Fátima. Pode-se dizer que foi uma mudança de uma terra de pecado para uma terra de Santidade, ou de Santificação, na procura de uma ambiente mais propício à oração.

Foi aos poucos que fui conhecendo os locais, as pessoas, as Imagens, as construções, as liturgias, os hábitos, os modos de vida, o pulsar da terra.

Por saber que toda a nossa obra é imperfeita, e sempre haver lugar a um possível aperfeiçoamento, é que venho dar, o que considero, um pequeno contributo para que eventualmente se melhorem certas coisas, certos hábitos e procedimentos, com os quais tenho convivido diariamente nestes últimos anos, e neles vi possibilidade de melhoria.

Adoptei uma mera óptica de Peregrino.

Estas sugestões são absolutamente pessoais e confidenciais, sendo só disponíveis para o Senhor Bispo da Diocese de Leira Fátima, Dom António Marto, e para o Reitor do Santuário, Padre Virgílio Antunes. Estará nas mãos do Dom António Marto decidir da divulgação deste Dossier.”

 

Este Dossier foi entregue na madrugada de 1 de Janeiro de 2009 a estes 2 responsáveis pelo Santuário de Fátima, após as comemorações de passagem de Ano Novo.

Mantive-o confidencial durante estes mais de 7 anos, na expectativa de que alguma silenciosa contribuição pudesse ter dado para melhoria do clima anímico e litúrgico do Santuário de Fátima. Por isso lhe chamei “Livro Branco”. Agora, volvidos todos estes anos, penso que seria mais adequado lhe chamar “Livro Negro do Santuário de Fátima”, pois parece que as trevas se abateram com força e eficácia sobre o Santuário.

Infelizmente, tenho de reconhecer que grande parte das sugestões e chamadas de atenção que fiz, num espírito de confidencialidade, pouco serviram, e ainda por cima, o clima anímico, de oração e da liturgia, só pioraram, parecendo Fátima, muitas vezes, mais um clube de férias e mero destino turístico, do que um Santuário Mariano e Casa da Virgem Maria e local de Oração.

Como esta é uma opinião partilhada por todos os Católicos, no íntimo dos seus corações, venho agora publicar este Dossier, em que adicionei pequenos temas de actualização da vida do Santuário, bem como o organizei por locais e não por temas.

Espero, uma vez mais, que possa ser semente de Oração e despertar das mentes fechadas dos responsáveis pelo Santuário de Fátima, para que ele possa, de novo, passar a ser local de conversão e não de diversão, local de Oração e não de visita turística, local de castidade e não de despudor, local de prática de Virtudes e não de sacrilégios, local de interiorização e não de dispersão.

 

 


INTRODUÇÃO 

 

Para facilitar o cariz das várias sugestões, agreguei-as segundo uma lógica de inter-relacionamento dentro das seguintes ópticas ou Ordens:

1 - Sugestões de ordem artística

2 - Sugestões de ordem arquitectónica/funcional

3 - Sugestões de ordem urbanística

4 - Sugestões de ordem operacional

5 - Sugestões de ordem sinalética

6 - Sugestões de ordem litúrgica

7 - Sugestões de ordem virtual/net

 

Darei uma breve explicação sobre cada uma destas diferentes Ordens.

 

1 - Sugestões de ordem artística

Estas sugestões referir-se-ão a quadros, esculturas, azulejos, etc. Serão apontamentos sobre situações de deterioração ou problemas de representação, bem como a emendas ou melhorias quanto à sua apresentação e visualização.

Poder-se-ão também encontrar sugestões de acrescento, retirada ou substituição, tendo em conta o facto da Arte Sacra se dever submeter à Liturgia e à Doutrina da Igreja, e de se defender o princípio de que a Arte Sacra deve ser sempre figurativa, do melhor nível possível, evitando-se a todo o custo a introdução de formas aberrantes de alguma dita “arte moderna ou contemporânea”, que resultam sempre numa forma de linguagem blasfema contra o Sagrado. Da mesma forma que se blasfema através da linguagem falada contra o Sagrado, também as diversas artes têm uma forma blasfema de se referirem ao Sagrado. Estas formas blasfemas assumem normalmente uma linha não figurativa, mas sim abstracta, minimalista, simplificadora, redutora, expressionista ou qualquer uma das múltiplas adulterações/aberrações a que assistimos no século XX, em que a representação bela da realidade, foi substituída por uma representação ridicularizadora da Obra Divina. Este tipo de arte deve ser totalmente exorcizado pela Igreja na Arte Sacra.

Quando estão em jogo grandes obras de arte, acorrem sempre grande número de artistas que desejam se promover através delas. Na maioria esmagadora, estes artistas são criaturas não católicas, e muitas vezes, não só ignorantes, mas também inimigos da Fé Católica. Nestes casos a Igreja deve defender corajosamente os Princípios da sua Doutrina, obrigando a Arte a se submeter à Igreja, e não deixar que a Igreja, sob qualquer pretexto se submeta à Arte. O Artista contratado para executar uma dada Obra para a Igreja, tem de ser, em princípio, Católico e em tudo submisso às suas orientações representativas, estando-lhe vedado a introdução de devaneios “artísticos”, normalmente de proveniência duvidosa. Os “júris” de algum concurso que se faça para seleccionar o artista, deve naturalmente ser substituído por os Sacerdotes responsáveis do Santuário, pois a Igreja não se pode reger pelos princípios da sociedade civil, dita democrática, mas sim pelos princípios da Igreja Hierárquica Católica Romana, em que a Obediência é virtude. Foi a adopção de princípios da sociedade civil, que levou a tantos abusos e desvios da Arte Sacra no Santuário de Fátima. Esta dessacralização tem vindo a aumentar progressivamente com os anos, tendo atingido o seu clímax com a construção da ISST, Igreja da Santíssima Trindade, onde quase todos os artefactos são profundamente pagãos e blasfemos.

 

2 - Sugestões de ordem arquitectónica/funcional

Estas sugestões referir-se-ão aos aspectos de organização e localização das diversas funções do Santuário, bem como do funcionamento dos serviços e apoios aos peregrinos nas suas diversas facetas.

 

3 - Sugestões de ordem urbanística

Estas sugestões referir-se-ão a todas as intervenções que se podem fazer ao nível espacial e da organização das diversas actividades e da sua inter-relação.

 

4 - Sugestões de ordem operacional

Estas sugestões referir-se-ão aos aspectos de como actuam os operacionais do Santuário, tais como os Servitas, os Guardas, os auxiliares voluntários, as equipes de televisão, os assalariados e eventualmente outros grupos a criar. Para além desta operacionalidade haverá as sugestões relacionadas com as políticas adoptadas quanto à forma como decorrem as actividades no Santuário.

 

5 - Sugestões de ordem sinalética

Estas sugestões referir-se-ão a todo o tipo de informação que se poderá dar ao peregrino, para melhor o elucidar quantos aos locais, bem como ao historial dos acontecimentos quer passados quer actuais. Introdução de melhoramentos quanto a todo o tipo de placards e sinalizações.

 

6 - Sugestões de ordem litúrgica

Estas sugestões referir-se-ão a todos os actos litúrgicos que se desenrolam nos vários locais do Santuário. A forma como decorrem as orientações dos diversos actos de culto bem como os seus intervenientes. As irregularidades que se podem detectar habitual ou esporadicamente. Correcções possíveis para melhorar a adesão dos peregrinos, mantendo a pureza, o rigor, a disciplina e a obediência às regras estabelecidas pela Igreja no que se refere à Liturgia.

De certa maneira, pode gerar-se uma certa sobreposição conceptual quanto a Liturgia e Operacionalidade, e por isso, estas sugestões de Ordem Litúrgica devem ser intimamente tidas em conta com as 4 - Sugestões de Ordem Operacional.

Em reforço de todas as sugestões que aqui faço, deve-se ter em atenção o Dossier - Oração - Bem Rezar e a cujos capítulos farei referência no seguimento do texto.

7 - Sugestões de ordem virtual/net

Estas sugestões referir-se-ão às inovações que se podem introduzir ao nível do site oficial na internet e das melhorias possíveis dentro do próprio espaço do Santuário.

 

 

 

Estas Sugestões nas diversas ópticas, foram feitas em relação aos diversos locais mais importantes de Fátima:

Na Capelinha das Aparições                                                                                        

Na Basílica                                                                                                                         

Na Colunata                                                                                                                      

No Recinto                                                                                                                        

Na actual “Igreja” da Santíssima Trindade

No caminho para a Rotunda Sul

Nos arredores do Recinto

Nos Parques de Estacionamento

Na periferia

No Calvário Húngaro

Na Loca do Cabeço

Nos Valinhos                                                                                                                    

 

 

 

NA CAPELINHA DAS APARIÇÕES

Sugestões de Ordem Artística

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

Sugestões de Ordem Operacional

Sugestões de Ordem Sinalética 

Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística 

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - O Crucifixo que se encontra ao lado do altar, em que o madeiro da Cruz foi substituído por um painel de vidro em que se encontra pintado ou prensado uma folha em forma de cruz, deve ser substituído por um Crucifixo verdadeiro, tal como existiu até por volta do ano 2000.

 

 

O que actualmente lá se encontra é uma mera imitação. O Crucifixo verdadeiro tem de obrigatoriamente conter os elementos reais que tinha o madeiro onde foi crucificado Jesus, e Este tem de ser representado com as características que o diferenciam de qualquer outro crucificado.

O objecto que actualmente simboliza o crucifixo junto ao altar, até pode ser plasticamente muito bonito, mas não é de facto um Crucifixo. Se pode haver um Crucifixo real, porquê substituí-lo por uma imitação ou adulteração?

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Devia ser ampliada a cobertura da Capelinha, dando assim um espaço coberto fundamental para protecção dos peregrinos que sempre sobrelotam aquele espaço tão querido de todos. Infelizmente, nos Terços nocturnos, momento alto da espiritualidade de Fátima, grande parte fica diariamente de pé e em condições difíceis, o que é certamente injusto, dado que muitos ficam sentados. Tanto quanto possível devem ser dadas condições de igualdade a todos.

 

2 - Deve ser construída uma cobertura sobre o passadiço dá acesso da Capelinha à Sacristia. Em dias de chuva é muito desejável.

 

 

3 - Enquanto não é ampliada a cobertura da Capelinha, deviam ser disponibilizadas imediatamente bancos suplementares.

 

4 - Deve ser criado um perímetro à volta da Capelinha, onde o silêncio seja absoluto.

 

 

 

4 - Sugestões de Ordem Operacional

 

1 - Deviam ser criados, urgentemente, os Guardiães do Silêncio, encarregues de advertir, com delicadeza e caridade, os peregrinos para manterem silêncio absoluto dentro e no perímetro da Capelinha. Só assim se pode manter um clima de oração. Em especial nas grandes peregrinações, as pessoas, muitas das vezes, não adquirem a consciência de que estão a perturbar o clima de oração. Este facto muito se fica a dever a não haver educação e advertência sobre a necessidade de manutenção do silêncio. Cria-se um clima de feira ou romaria, contrário ao espírito de recolhimento e de oração. Quando advertidas, imediatamente se calam e até pedem perdão, o que significa que não o fizeram por querer, e de que, de facto, estão abertas ao silêncio. Por isso é que será necessário, com paciência e persistência, ir advertindo para se manter o silêncio, pois só este pode conduzir a uma Oração de Coração. Só no Silêncio se dá o encontro com Deus. Os actuais Guardas deviam ser sensibilizados para este objectivo, pois actualmente nota-se que há demasiada tolerância da sua parte para com este problema. Este clima de silêncio desejável para o Recinto de Fátima, já é vivido há longos anos à volta da Gruta de Lourdes.

 

2 - Devia ser dada uma especial atenção ao controlo da altura do som nos altifalantes, e aos diversos altifalantes que são usados, para que as cerimónias em curso sejam devidamente acompanhadas pelos peregrinos. Aquando das celebrações das Missas e da oração do Rosário, é fundamental que os altifalantes que se encontram nas abas do alpendre da Capelinha estejam ligados, pois são um precioso auxiliar para que os peregrinos que se vêm aproximando, oiçam que se está a rezar, e baixem as vozes.

 

3 - Nas Missas, em que haja sobrelotamento, deve ser sempre distribuída a comunhão no topo das cadeiras, ou seja, em que o guarda de serviço deverá abrir a porta de acesso à zona rodeada pelas correntes, no lado sul da Capelinha.

 

4 - Os leitores devem ser escolhidos pela sua humildade e amor à Igreja, pela sua boa dicção, pela sua boa entoação, pela sua boa apresentação.

 

5 - Os leitores devem ser instruídos de que a primeira coisa a fazer quando chegam ao ambão, é o de ajustar a altura do microfone à altura da sua boca.

 

6 - No início das Celebrações deve ser pedido pelo Guardas, através do microfone, de que sejam desligados os telemóveis.

 

7 - Além do som ser difundido pelos altifalantes existentes, também devia ser difundido por uma antena FM, para ser recebido via rádio em qualquer rádio portátil do mercado, numa frequência livre no local e com uma potência reduzida, que só cubra pouco mais que a área do Santuário.

 

8 - Devia ser feita tradução simultânea nas intervenções do Rosário da noite. Estas traduções seriam também emitidas via rádio em frequências adjacentes.

 

9 - Estas transmissões não se deviam limitar a ser difundidas em frequência rádio, mas também na Internet, com som e imagem.

 

10 - As transmissões televisivas dos Actos Litúrgicos, dos Terços e das Eucaristias no Altar da Capelinha, devem obedecer a regras estritas a serem observadas escrupulosamente pelos camera-men, pelos pivots e comentaristas.

Durante o decorrer das cerimónias, muito em especial durante a Eucaristia e o Terço das 18:30, a imagem deve se limitar a mostrar os celebrantes e os icons sagrados.

O controlo deve incidir particularmente nas transmissões desaustinadas da Canção Nova, do Terço diário das 18:30.

A transmissão deve se limitar a mostrar, com rigor e se possível com mais pormenor, o que um peregrino vê ou gostaria de ver mais de perto.

Como tal, devem ser proibidos os grandes planos individuais deste ou daquele peregrino mais carismático, preservando a intimidade de cada um, e não transformando o Recinto num local de vaidades, onde se vai ou se está para aparecer na televisão. O máximo de zoom deve pelo menos mostrar simultaneamente 10 pessoas e só durante breves segundos em todo um mistério.

O enquadramento deve incidir sobre o Sacerdote que dirige o Terço e sobre a Imagem de Nossa Senhora.

 

11 - Deve ser restringido ao Sacerdote a Oração do Terço, e não irem magotes de pessoas para o Altar. Muita gente só dispersa a atenção de quem acompanha a Oração, e parece que só vão lá para se exibirem e como forma de retribuição de algum favor, ou simpatia, nas suas paróquias de origem. Muitas vezes, infelizmente, assiste-se a tristes cenas de pessoas que nem rezam correctamente, se enganam e provocam a reprovação de quem as vê.

 

12 - Deve ser proibido o acesso de mulheres ao ambão, e muito menos fazerem leituras de passagens dos Evangelhos.

 

13 - Se porventura, por alguma razão excepcional, for com o Sacerdote alguém rezar o Terço, o Sacerdote deve fazer a enunciação do Mistério e uma pequena meditação contemplativa, seguida do Pai Nosso. O acompanhante, ou freirinha com o seu hábito, rezará as “Avé-Maria”, o “Glória”, o “Oh Maria concebida sem pecado”, e o “Oh meu Jesus”.

 

14 - Devem ser excluídos os cânticos entre os Mistérios do Rosário, pois são verdadeiras aberrações cantantes e não participados pelo povo. Quando muito, alguma estrofe de Fátima que todos cantem. Tal como se verifica actualmente, parece que é só para dar trabalho aos parasitas do Santuário e às escolas de organistas e de cantores que pouco ou nada rezam, e muito mal cantam. Os cânticos devem ser para ser cantados pelo povo, e portanto que todos conheçam, e não devem ser simplesmente tristes espectáculos de mau cantar de coros, e que nenhum Louvor dão ao tão merecido por Deus e pela Virgem Maria. O Coro deve Louvar a Deus cantando, e não se limitar a cantar cânticos sacros, com muitos e ridículos trinadinhos.

 

15 - Durante as celebrações principais na Capelinha da Oração do Terço, deve ser banida a figura ridícula do maestro para o povo, pois é escusado e degradante. Ninguém lhe presta atenção e só desvia a atenção dos peregrinos para aspectos supérfluos e muitas vezes anedóticos.

 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.


 

1 - Devia ser dada vida, voz e mensagem, aos locais, através de Placards com textos elucidativos. Desta forma as pessoas podê-los-ão fotografar com as suas câmaras digitais e levar preciosa informação, sobre as Aparições de Fátima, para suas casas.

 

2 - Deviam ser colocados painéis nas colunas Sul da Capelinha com os Diálogos e a descrição das 5 Aparições de Nossa Senhora no local.

 

 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

1 - Devia haver sempre Água Benta na entrada da Capelinha, para o que seria necessário criar novas Pias. O incentivo ao uso da Água Benta é mais importante do que nunca nestes tempos que vivemos. A Água Benta é a arma mais poderosa que temos ao nosso alcance para afastar o demónio, tal como dizia Santa Tereza d’Ávila. »  

 

2 - As Missas não deviam ser cantadas quando celebradas na Capelinha. O local pede uma simplicidade e recolhimento que não se coaduna com a forma como são utilizados os cânticos dirigidos debaixo da orientação dos actuais maestros e maestrinas do Santuário.

O Canto na celebração Eucarística deve elevar a alma, através de uma melodia suave que faça com que o que é cantado, nos aproxime mais de Deus, do que se fosse simplesmente dito em voz corrente. Se assim for, o Cântico é útil para aumentar a nossa ligação a Deus e conseguir que a nossa oração seja mais forte e eficaz. Para isso, o canto deve brotar do Coração e ser dirigido directamente para Deus ou para a Virgem Maria, que de seguida o entrega a Deus. A eficácia do Cântico advêm-lhe de pôr toda a assembleia a cantar em uníssono, num facho único e poderoso que se eleva da Terra ao Céu, em Louvor e Acção de Graças. Para isso, o estratagema é o de usar melodias e letras muito conhecidas de todos e que são sugeridas por um coro, ou simplesmente por um cantor a solo, que inicia o cântico e depois se esbate no clamor dos fiéis que cantam em uníssono. Os olhos estarão postos no sacerdote, no altar, numa imagem sagrada, na hóstia consagrada, ou estaremos com os olhos fechados…

O que acontece sistematicamente com os cânticos nas Missas da Capelinha e da Basílica e da ISST, é coisa bem diferente. Com raras excepções, quase todos os cantores e cantoras a solo, são infelizmente uma desgraça. Em vez de cantarem melodiosamente, quase que metem o microfone dentro da boca, berram e guincham desalmadamente, retirando-nos por completo do espírito de oração. As suas cantorias não nos enlevam, mas pelo contrário, nos revoltam, por, tão despudoradamente, interromperem momentos que deviam ser de encontro com Deus. Muitos deles, ainda se dão ao requinte de ondularem e quase saltitarem à nossa frente, tentando nos dirigir no canto. Ora isto é totalmente escusado, pois ou sabemos a música, e não precisamos dos ademanes que fazem, ou não conhecemos a música, e é escusado os seus volteios ridículos. Por alguma razão, antigamente, os coros eram na parte de trás das igrejas, precisamente para os fiéis não se distraírem com os cantores. Além disso, para apresentarem serviço, todos os dias cantam de uma forma diferente as mesmas palavras, e numa altura que não é adequada a quem pretender rezar cantando. O resultado destas mudanças diárias, é que as pessoas em vez de se juntarem aos cânticos, ficam caladas e frustradas, ouvindo a berraria que se desenrola à sua frente, de um personagem estranho à Missa, e que não está ali para rezar, mas sim para se mostrar e destruir o espírito de oração. Mesmo os mais proeminentes cantores, deviam ser admoestados a cantar mais serenamente, não tão alto, sem afunilarem a boca fazendo uma berraria e uma ridícula imitação de voz de tenor. »  

 

3 - Os cantores não deviam subir ao Altar da Capelinha, e deviam cantar muito serenamente num dos muitos microfones do coro, junto ao órgão. O ver constantemente um pulgão negro, em contraste com as alvas dos sacerdotes, sempre a entrar e a sair do Altar, é inconveniente e desaconselhável. São elementos estranhos à Eucaristia, e como tal, a existirem, devem ser invisíveis.

 

4 - A haver uma Missa cantada na Capelinha, podia ser exclusivamente a das 12:30, mas com cânticos muito discretos.

 

5 - O salmo responsorial e a oração dos fiéis nunca deviam ser cantados, pois torna-se enfadonho, desnecessário e retira a intensidade das petições. Com o folclore, desaparece a vernaculidade dos pedidos. O espírito dissipa-se. »  

 

6 - As leituras devem ser feitas exclusivamente por leitores homens, tal como o exige o Código de Direito Canónico. Pôr mulheres a fazer leituras e a deixar que elas subam ao altar, é um passo no sentido da rebelião de que cada vez mais elas também queiram ser sacerdotisas. De mansinho, foi essa a intenção dos inimigos da Igreja. Receosamente de contrariarem esta situação, é com o inferno que pactuam os que permitem este estado de coisas. »  

 

7 - A Sagrada Comunhão deve passar a ser dada exclusivamente na boca. Deve ser abolida de imediato a comunhão sacrílega na mão. Sempre foi esta a orientação da Igreja, e só os abusos diabólicos levaram à comunhão na mão e de pé. Foi esta a orientação do Papa João Paulo II, que determinou que na sua Dioceses de Roma, nunca tenha havido a autorização para comungar na mão. Foi esta a orientação do Papa Bento XVI, que só dá comunhões na boca e de joelhos. »  

 

8 - Os auxiliares que levam a bandeja para a comunhão, devem ser instruídos que a bandeja deve ser sempre mantida na horizontal, para evitar o caírem partículas para o chão. Assiste-se com frequência, que no fim de ser dada a comunhão, ver auxiliares não preparados, irem entregar as bandejas na vertical, ao longo do corpo.

 

9 - Os ministros da comunhão devem ser só homens, devidamente credenciados, e quando muito, freirinhas devidamente credenciadas. Mulheres leigas devem ser proibidas de dar a comunhão. Há videntes satânicas e espíritas a serem ministras da comunhão. Que tristeza tão grande isto ser permitido em Fátima.

 

10 - Os membros do coro e cooperantes do Santuário, devem ser exemplo para todos os peregrinos. Devem receber uma especial atenção a sua formação a todos os níveis. Devem ser advertidos neste sentido, e evitar que se dêem casos como o de uma das cantoras, mulher de idade com cabelo todo branco, sempre de calças, que sempre se coloca nos lugares mais visíveis do coro, e de que comunga ostensivamente na mão, volta as costas para o altar e traz a hóstia levantada para o lugar, só a metendo na boca quando chega à sua fila. Já tinha assistido várias vezes a esta cena decadente, até que decidi fotografar uma destas comunhões sacrílegas. O meu amigo J. B. também assistiu a esta cena, ficando igualmente horrorizado. É ele que está atrás desta mulher, na fotografia.

 

 

Este caso é, não só, uma comunhão sacrílega na mão, como ainda viola todos os princípios consignados pela Igreja, para comunhão na mão.

 

11 - Para a oração do Rosário das 12:00, deve ser fornecido uma lista escrita dos procedimentos, para que não se deixem de cumprir todos os passos habituais. É frequente não rezarem o Angelus ao meio dia. Quando o rezam, muitas vezes é mal rezado. Depois, muitas vezes esquecem de benzer os objectos religiosos. Outras vezes esquecem-se de dar a Bênção. Enfim, uma série de irregularidades que podem ser evitadas com zelo e uma lista de procedimentos. Esta Lista deve ser dada pelos Guardas aos sacerdotes, bem como lembrá-los de que deve ser seguida escrupulosamente.

 

12 - Quando se reza o Pai-Nosso durante o Rosário, deve-se dizer “Amen” no fim. Mesmo muitos padres, erradamente e por ignorância, não dizem o Amen no fim do Pai-Nosso. Deviam também lembrar este ponto crucial ao povo. Como ensina o Catecismo, o Amen no fim é uma parte fulcral, pois reafirma tudo o resto. Numa fase de arranque, devia ser disponibilizada uma folhinha para os peregrinos, em que este ensinamento fosse transmitido, reafirmando que só na Missa não se diz o Amen. »  

 

13 - A Oração da Salve Rainha deve ser tida em atenção em 3 das suas passagens:

“Degredados“ e não “degradados“.

“Sempre Virgem Maria” e não “Virgem Maria”.

“Mostrai-nos a Jesus” e não “mostrai-nos Jesus”. »  

 

14 - Nunca tratar, abusivamente e denotando uma grande falta de educação e uma fraca sensibilidade, Nossa Senhora simplesmente por “Maria”, mas sim e sempre, “Virgem Maria”. »  

 

15 - No Rosário da noite, o sacerdote nunca deve se armar em maestro dos fiéis, pois a sua missão é bem mais alta. Por vezes assistem-se a cenas verdadeiramente degradantes e ridículas por parte de alguns sacerdotes, que se mostram mais interessados em se afirmarem como maestros do que como ministros de Jesus Cristo. Dão mais importância à encenação cantórica, do que à pregação e ao encaminhamento das almas.

 

16 - Na Santa Missa, quando o sacerdote se dirige para o ambão para fazer a leitura do Evangelho, deve passar pela parte da frente do altar, e então fazer a vénia. Se assim não for, o que se passa, é de que volta as costas para o sacrário e faz a vénia para o público, o que é verdadeiramente triste. Estas pequenas coisas ferem os leigos a que elas assistem, mas é muito pior para quem as praticam. Por isso, devem ser dadas instruções rigorosas quanto a este procedimento.

 

17 - Quando porventura se cante um cântico de entrada, ele deve acabar com o beijar do Altar pelo presidente da Celebração. O que se assiste habitualmente, é de que ficam todos os sacerdotes imenso tempo à espera que suas excelências os cantores acabem a sua função. Há que respeitar as prioridades, e não fazer que coisas menores submetam as maiores. É uma inversão total de valores. O Sacerdote é a figura principal da Celebração Eucarística, e não se o pode fazer esperar pelos cantores, infelizmente ainda por cima, que estão numa gritaria desenfreada habitual. A haver este Cântico de entrada, ele deve ser feito discretamente a partir do coro junto ao órgão, e nunca, em circunstância alguma, deixar que o solista suba ao ambão, sempre carregado de livros, ponha os óculos, tudo feito com grande proa, pompa e circunstância, em oposição absoluta com a habitual sobriedade dos Sacerdotes em seus Paramentos, que sobem discretamente para o Altar.

 

18 - Deve ser colocado em cima do Altar, para as Celebrações Eucarísticas um Crucifixo, tal como definido pelo Papa Bento XVI. »    

 

 


NA BASÍLICA

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

Sugestões de Ordem Operacional

Sugestões de Ordem Sinalética 

Sugestões de Ordem Litúrgica 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - Toda a parede por trás do Altar, podia ser embelezada com placas com as descrições das diversas Curas Milagrosas que ocorreram em Fátima. Actualmente a parede está muito despida e não dignifica o ambiente.

 

 

2 - Os painéis laterais da zona do Altar também podiam ser enriquecidos com pinturas alegóricas das Aparições de Fátima, ou mesmo, com quadros referentes ao Fim dos Tempos e à Vinda Gloriosa de Jesus Cristo.

 

3 - Os nichos existentes na zona do Altar podiam ser preenchidos com Imagens importantes para a História de Fátima.

 

4 - Devia ser substituída a lâmpada fundida, já há vários anos, que se encontra por trás da Pombinha da Santíssima Trindade na cúpula por cima do Altar.

 

 

5 - Podiam ser substituídas as campas rasas dos Pastorinhos de Fátima, por túmulos salientes e mais dignificantes. Esta medida facilitaria a veneração destes grandes “Santos” Portugueses.

 

6 - Devem ser retiradas as estatuetas do Francisco e da Jacinta que se encontram por cima das suas campas. Pelo menos a da Jacinta. São uns monstrengozinhos que não deixam transparecer, de forma alguma, a beleza dos pastorinhos em vida e muito menos a sua beleza no Céu. As imagens que porventura se coloquem nos seus túmulos devem ser de rara beleza, para que assim seja feita justiça à sua santidade a à beleza das suas almas em vida. Estas formas de expressão artística são formas encapotadas de chacota e blasfémia.

 

 

Porque não convidar o escultor do Parque Benson?

 

Escultura do Parque Benson

 

 

7 - Podia ser dada mais atenção e ênfase à imagem do Menino Jesus de Praga que se encontra na 2ª Capela lateral esquerda, quem olha para o Altar.

 

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Devia ser dado acesso às Galerias superiores laterais da Basílica, com a introdução de cadeiras e genuflexórios, bem como de um ecrã de televisão gigante, no topo da galeria, onde seria visível o que se passa no altar.

 

2 - Podia ser desmontado o antigo, colossal e obsoleto órgão existente, que já não funciona convenientemente e cuja manutenção custa uma fortuna.

 

 

Este órgão antigo, podia ser vendido a alguma entidade exterior interessada, sendo a verba da sua venda destinada ao arranjo da zona do coro.

 

 

3 - A área do coro podia avançar uns metros. Assim seria libertado e ampliado um precioso espaço ao qual teriam também acesso os fiéis.

 

4 - Podia ser estabelecida uma ligação directa entre as alas laterais superiores e o coro.

 

 

5 - Podia ainda ser, eventualmente, criada uma escadaria de acesso ao coro, por dentro ou por fora do espaço da Basílica.

 

6 - Com o acesso às alas laterais e ao coro, conseguir-se-iam cerca de mais 300 lugares sentados dentro da Basílica. Actualmente, todos estes espaços são áreas absolutamente perdidas e que podiam ser muito bem aproveitadas para cerimónias importantes, sem ter que recorrer ao ambiente frio e desnudado da ISST.

 

 Filme com Sugestão de Ampliação

da Basílica de Fátima

http://youtu.be/q1MQU6Y6QRI

 

7 - Deviam ser encurtados os bancos nas imediações das colunas que sustentam os púlpitos, para permitirem a passagem desafogada de cadeiras de rodas.

 

 

O que acontece actualmente, é que os bancos são empurrados e ficam a obstruir a coxia lateral.

 

8 - O actual Altar, com os seus 3 candelabros laterais, colocado em 2016, deve ser substituído, pois a cor de magma e a sua configuração, apresentando um grosso rasgão, faz lembrar o inferno e as suas zonas cavernosas.

 

Novo e tenebroso Altar da Basílica de Fátima com 3 candelabros

Deve ser reposto o antigo e belo Altar que foi removido, e em que havia um baixo relevo em bronze da Última Ceia, muito bonito e apropriado, com os seus 4 candelabros laterais, em mármore clarinho.

 

Antigo Altar da Basílica de Fátima com 4 candelabros

 

9 - Os 3 candelabros grandes ao lado do Altar devem ser substituídos por 4, 2 de cada lado. Os 3 candelabros actuais, só são usadas nos altares maçónicos para a celebração de missas negras.

 

Altar maçónico com 3 candelabros para celebrar missas negras

 

 

 

4 - Sugestões de Ordem Operacional

 

1 - Deviam ser colocados todos os altifalantes a funcionar, e não só os que se encontram à frente do Altar. Já há bastantes anos que os desligaram, o que faz com que o som seja péssimo. A maioria das pessoas que participam nas Missas são já de uma certa idade, e por conseguinte, o som deve ser forte e eficaz.

 

2 - No início das Celebrações deve ser pedido pelos Guardas, através do microfone, de que sejam desligados os telemóveis.

 

3 - Podiam se organizadas visitas guiadas e pagas, ao coro e à torre do sino da Basílica.

 

4 - Não podem ser admitidas as entradas de mulheres vestidas de forma indecorosa, como shorts, braços e peitos à mostra, barrigas à mostra, com decotes indecorosos, com os ombros e pernas todas à mostra, shorts e licras provocativos, etc..

 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.


 

1 - Devia ser dada vida, voz e mensagem aos locais, através de Placards com textos elucidativos. Desta forma as pessoas podê-los-ão fotografar com as suas câmaras digitais e levar preciosa informação, sobre as Aparições de Fátima, para suas casas.

 

2 - Deviam ser colocados letreiros, na base das imagens dos Santos, mais legíveis, ou seja, letras um pouco maiores e a preto sobre branco.

 

3 - Deviam ser colocados mais painéis explicativos de quem são as Imagens de Santos nos nichos na parte superior das paredes, bem como dos vitrais existentes, e que estão esquecidos e pouco visíveis.

 

4 - Deviam ser colocados mais painéis explicativos nos túmulos dos Pastorinhos, com dados biográficos.

 

5 - Deviam ser colocadas placas com os nomes dos arquitectos, artistas e datas, junto das diversas obras de arte que produziram.


 

 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

1 - Devia haver sempre Água Benta junto às Entradas principais, nas duas Pias a criar. O incentivo ao uso da Água Benta é mais importante do que nunca nestes tempos que vivemos. A Água Benta é a arma mais poderosa que temos ao nosso alcance para afastar o demónio, tal como dizia Santa Tereza d’Ávila. »  

 

2 - As Missas não deviam ser cantadas, com excepção das Missas Solenes em datas especiais. O local pede uma sobriedade e recolhimento que não se coaduna com a forma como são utilizados os cânticos dirigidos debaixo da orientação actual do maestro do Santuário.

O Canto na celebração Eucarística deve elevar a alma, através de uma melodia suave que faça com que o que é cantado, nos aproxime mais de Deus, do que se fosse simplesmente dito em voz corrente. Se assim for, o Cântico é útil para aumentar a nossa ligação a Deus e conseguir que a nossa oração seja mais forte e eficaz. Para isso, o canto deve ser brotado do Coração e dirigido directamente para Deus ou para a Virgem Maria, que de seguida o entrega a Deus. A eficácia do Cântico advêm-lhe de pôr toda a assembleia a cantar em uníssono, num facho único e poderoso que se eleva da Terra ao Céu, em Louvor e Acção de Graças. Para isso, o estratagema é o de usar melodias e letras muito conhecidas de todos e que são sugeridas por um coro, ou simplesmente por um cantor a solo, que inicia o cântico e depois se esbate no clamor dos fiéis que cantam em uníssono. Os olhos estarão postos no sacerdote, no altar, numa imagem sagrada, na hóstia consagrada, ou estaremos com os olhos fechados…

O que acontece sistematicamente com os cânticos nas Missas da Capelinha e da Basílica e da ISST, é coisa bem diferente. Com raras excepções, quase todos os cantores e cantoras a solo, são infelizmente uma desgraça Em vez de cantarem melodiosamente, quase que metem o microfone dentro da boca, e berram e guincham desalmadamente, retirando-nos por completo do espírito de oração. As suas cantorias não nos enlevam, mas pelo contrário, nos revoltam, por, tão despudoradamente, interromperem momentos que deviam ser de encontro com Deus. Muitos deles, ainda se dão ao requinte de ondularem e quase saltitarem à nossa frente, tentando nos dirigir no canto. Ora isto é totalmente escusado, pois ou sabemos a música, e não precisamos dos ademanes que fazem, ou não conhecemos a música, e é escusado os seus volteios ridículos. Por alguma razão, antigamente, os coros eram na parte de trás das igrejas, precisamente para os fiéis não se distraírem com os cantores. Além disso, para apresentarem serviço, todos os dias cantam de uma forma diferente as mesmas palavras, e numa altura que não é adequada a quem pretender rezar cantando. O resultado destas mudanças diárias, é que as pessoas em vez de se juntarem aos cânticos, ficam caladas e frustradas, ouvindo a berraria que se desenrola à sua frente, de um personagem estranho à Missa, e que não está ali para rezar, mas sim para se mostrar e destruir o espírito de oração. Mesmo o Padre Artur, devia ser admoestado a cantar mais serenamente, não tão alto, sem afunilar a boca fazendo uma berraria e uma ridícula imitação de voz de tenor. »  

 

3 - Os cantores não deviam subir à zona do Altar, e deviam cantar muito serenamente num microfone do coro, junto ao órgão. O ver constantemente um pulgão negro, em contraste com as alvas dos sacerdotes, sempre a entrar e a sair do Altar, é inconveniente e desaconselhável. São elementos estranhos à Eucaristia, e como tal, a existirem, devem ser invisíveis.

 

4 - A haver uma Missa cantada na Basílica, podia ser exclusivamente a das 11:00, mas com cânticos muito discretos. Há pessoas que fogem das Missas por causa das cantorias. Seria uma medida de grande incentivo à participação fervorosa dos leigos, e certamente aumentaria o número das participações.

 

5 - O salmo responsorial e a oração dos fiéis nunca deviam ser cantados, pois torna-se enfadonho, desnecessário e retira a intensidade das petições. Com o folclore, desaparece a vernaculidade dos pedidos. O espírito dissipa-se. »  

 

6 - As leituras devem ser feitas exclusivamente por leitores homens, tal como o exige o Código de Direito Canónico. Pôr mulheres a fazer leituras e a deixar que elas subam ao altar, é um passo no sentido da rebelião de que cada vez mais elas também queiram ser sacerdotisas. De mansinho, foi essa a intenção dos inimigos da Igreja. Receosamente de contrariarem esta situação, é com o inferno que pactuam os que permitem este estado de coisas. »  

 

7 - A Sagrada Comunhão deve passar a ser dada exclusivamente na boca. Deve ser abolida de imediato a comunhão sacrílega na mão. Sempre foi esta a orientação da Igreja, e só os abusos diabólicos levaram à comunhão na mão e de pé. Foi esta a orientação do Papa João Paulo II, que determinou que na sua Dioceses de Roma, nunca tenha havido a autorização para comungar na mão. É esta a orientação do actual Papa Bento XVI, que só dá comunhões na boca e de joelhos. »  

 

8 - Os auxiliares que levam a bandeja para a comunhão, devem ser instruídos que a bandeja deve ser sempre mantida na horizontal, para evitar o caírem partículas para o chão. Assiste-se com frequência, que no fim de ser dada a comunhão, ver auxiliares não preparados, irem entregar as bandejas na vertical, ao longo do corpo.

 

9 - Os ministros da comunhão devem ser só homens, devidamente credenciados, e quando muito, freirinhas devidamente credenciadas. Mulheres leigas devem ser proibidas de dar a comunhão. Há videntes satânicas e espíritas a serem ministras da comunhão. Que tristeza tão grande isto ser permitido em Fátima.

 

10 - Os membros do coro e cooperantes do Santuário, devem ser exemplo para todos os peregrinos. Devem receber uma especial atenção a sua formação a todos os níveis.

 

11 - Quando o sacerdote se dirige para o ambão para fazer a leitura do Evangelho, deve passar pela parte da frente do altar, e então fazer a vénia. Se assim não for, o que se passa, é de que volta as costas para o sacrário e faz a vénia para o público, o que é verdadeiramente triste. Esta situação é muito grave na Basílica, pois o sacrário está ali visível. Há sacerdotes que habitualmente, para pouparem 2 metros de caminho, vão pela parte de trás do Altar, voltam as costas ao sacrário e fazem a vénia para o Altar. Mas, quando se encontra presente um Bispo, já fazem bem o circuito, ou seja, passam pela frente do Altar, e virados para o Altar e Sacrário, fazem a vénia. Este devia ser o procedimento correcto e habitual. Estas pequenas coisas ferem os leigos a que elas assistem, mas é muito pior para quem as praticam. Por isso, devem ser dadas instruções rigorosas quanto a este procedimento.

 

12 - Quando porventura se cante um cântico de entrada, ele deve acabar com o beijar do Altar pelo presidente da Celebração. O que se assiste habitualmente, é de que ficam todos os sacerdotes imenso tempo à espera que suas excelências os cantores acabem a sua função. Há que respeitar as prioridades, e não fazer que coisas menores submetam as maiores. É uma inversão total de valores. O Sacerdote é a figura principal da Celebração Eucarística, e não se o pode fazer esperar pelos cantores, infelizmente ainda por cima, que estão numa gritaria desenfreada habitual. A haver este Cântico de entrada, ele deve ser feito discretamente a partir do coro junto ao órgão, e nunca, em circunstância alguma, deixar que o solista suba ao ambão, sempre carregado de livros, ponha os óculos, tudo feito com grande proa, pompa e circunstância, em oposição absoluta com a habitual sobriedade dos Sacerdotes em seus Paramentos, que sobem discretamente para o Altar.

 

13 - Nunca tratar, abusivamente e denotando uma grande falta de educação e uma fraca sensibilidade, Nossa Senhora simplesmente por “Maria”, mas sim e sempre, “Virgem Maria”. »  

 

14 - Deve ser colocado em cima do Altar, para as Celebrações Eucarísticas um Crucifixo, tal como definido pelo Papa Bento XVI. »    

 

 

 

 

NA COLUNATA

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

Sugestões de Ordem Sinalética 

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - O painel de azulejos na 11ª Estação da Via-Sacra devia ser totalmente substituído, pois a cena é irrealista. Os pés de Jesus não foram pregados com a cruz já erguida. Os pés de Jesus devem estar sobrepostos na crucificação, e não um ao lado do outro.

 

 

 

 

2 - O painel de azulejos na 12ª Estação da Via-Sacra devia ser corrigido, com a substituição dos azulejos necessários, de tal maneira que os pés de Jesus estejam sobrepostos na crucificação.

 

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Deviam ser criadas rampas de acesso a cadeiras de rodas, desde o nível da Via Sacra/Altar do Recinto, até ao nível da entrada da Basílica. Assim, as pessoas que se deslocam de cadeira de rodas não se veriam obrigadas a sair do Recinto e a dar uma longa e penosa volta exterior para chegarem à Basílica.

 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.



1 - Deviam ser colocados letreiros, na base das imagens dos Santos, mais legíveis, ou seja, letras um pouco maiores e a preto sobre branco.

 

 

NO RECINTO

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

Sugestões de Ordem Operacional

Sugestões de Ordem Sinalética 

Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - Deviam ser substituídas as esculturas actuais do Francisco e da Jacinta, e acrescentada a estátua não benzida da irmã Lúcia junto das imagens do Francisco e da Jacinta, à semelhança do que já foi feito com as dos Papas. As Actuais imagens são uns pequenos monos de pedra, sem qualquer beleza.

 

 

Ainda há excepcionais escultores que podiam fazer as imagens dos três Pastorinhos, como por exemplo o escultor do Parque Benson.

 

Escultura do Parque de Benson

 

 

Escultura do Parque de Benson

 

Não somos obrigados a engolir os sapos produzidos por “artistas” sem talento, só porque são conhecidos nos meios maçónicos e pseudo-cultos. Estas formas de expressão artística são  formas encapotadas de chacota e blasfémia.

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Deviam ser remendados os buracos no pavimento do Recinto, pois alguns podem provocar quedas em idosos ou crianças.

 

2 - Devia ser criado um corredor coberto desde a Capelinha até à ISST. Podia ser uma pérgula coberta, mais larga, cobrindo simultaneamente também o actual caminho dos penitentes de joelhos. O ideal seria uma entrada em túnel que levaria directamente ao nível das capelas subterrâneas.

 

3 - No novo Altar/Presbitério do Recinto, o Altar devia ser substituído por outra cor, pois o negro não é adequado à Celebração da Eucaristia. Assim, parece mais apropriado para a celebração de missas negras.

 

Altar novo do Recinto do Santuário de Fátima com 6 candelabros

Na parede vê-se um mamarracho desproporcionado e fora da cruz

 

4 - Devia ser retirado o mamarracho e simulacro de cruz sem cristo, ou cristo fora da cruz, aposto à parede por trás do Altar. No seu lugar devia ser colocado um verdadeiro Crucifixo. Assim, nem há Crucifixo, nem verdadeiramente se representa Jesus ressuscitado, pois se encontra nu e com o pés sobrepostos, o que é claramente uma anedota ofensiva da Verdade.

 

5 - Devia haver só 4 velas ao lado do Altar. Actualmente existem 6, que não encontra justificação possível, a não ser na aproximação do 666, o número da besta do Apocalipse.

 

6 - Deve ser colocado em cima do Altar, para as Celebrações Eucarísticas, um Crucifixo, tal como definido pelo Papa Bento XVI. »  

 

 

 

4 - Sugestões de Ordem Operacional

 

1 - As Confissões deviam permanecer nas antigas Capelas da Reconciliação, debaixo da Colunata, e só serem nas novas Capelas subterrâneas, em dias das Grandes Peregrinações dos dias 13 e outras festas maiores, à semelhança do que se fazia com o Centro Pastoral Paulo VI.

O facto das confissões terem sido transpostas para as capelas subterrâneas, é uma tremenda desmobilização e acarreta uma imensa perda de Estado de Graça entre os peregrinos. A actual transferência para as capelas subterrâneas, fica-se mais a dever ao facto de se pretender publicitar a ISST, tentando justificar a terrível aberração que foi a sua construção, do que propriamente a busca de incrementar o Sacramento da Reconciliação. A quebra nas receitas provenientes das esmolas, não é só um reflexo da crise económica nacional, é também uma forma de mostrar o seu desagrado quanto ao destino das esmolas que deram para o Santuário.

Penso que neste ponto se deva seguir as tendências naturais dos peregrinos, muitos deles velhotes e cambaleantes, e colocar as Confissões onde elas são de longe mais acessíveis e fáceis de lá chegar.

 

2 - O Laus Perene também podia muito bem continuar na antiga Capela da Colunata durante a época “baixa” de inverno, e se assim se o justificasse, no horário de Verão, então ir para a Capela Subterrânea da ISST. A maioria dos “adoradores” são, de uma forma geral, pessoas já com uma certa idade, para quem o deslocamento para a Capela subterrânea constitui um verdadeiro impedimento. Neste caso, como em todos, deve prevalecer a caridade, especialmente com os mais necessitados.

 

3 - Sempre que possível deviam ser afastados os ciganos e ciganas que forçam as esmolas junto às entradas do Santuário. Penso que seria sempre de pedir ajuda à GNR, força policial muito dedicada e que tem actualmente um comandante muito sensível aos problemas da ordem pública.

 

4 - Deviam ser reparados e postos de novo a funcionar os altifalantes gigantes da Cruz Alta, pois estão sem som nas Procissões nocturnas com o andor de Nossa Senhora.

 

5 - Deviam ser colocados altifalantes em todas as entradas do Recinto, túneis, escadarias e topos, com uma altura de som adequada e suave, pelos quais seriam difundidos apelos ao silêncio, ao respeito, à paz e à oração. Seriam também colocados Painéis bem apelativos destes princípios.

 

6 - Deviam ser proibidas de entrar todas as pessoas vestidas de uma forma indecorosa, principalmente na época de Verão, em que se podem ver autênticas afrontas ao pudor. É assim no Vaticano e Basílica de São Pedro, e noutros santuários Marianos e não só, e devia ser um ponto de honra, também em Fátima.

Um Santuário é casa de Deus. Se nos vestimos exemplarmente para ser recebidos por alguma visita a um dignitário governamental, também o devemos fazer, e com muito mais razão, quando vamos visitar o Rei dos Reis e Sua Mãe Maria Santíssima, a Rainha dos Céus e da Terra.

A pouca vergonha no que diz respeito aos trajes, não só provoca desatenção e tentação para quem a vê, mas muito particularmente causa dano na alma que a pratica. Tem forçosamente que se chamar a atenção para este flagelo, que é a ponta de lança, do relativismo laico que inunda a nossa sociedade, em que se pretende fazer passar a ideia de que tudo está bem e tudo é permitido, inclusivamente os piores pecados.

A anteceder estas providências, dever-se-á fazer uma campanha informativa a nível nacional e internacional, nos media escritos e televisão, notas pastorais, etc., advertindo da necessidade de quem se dirigir ao Santuário de Fátima, deverá ir vestida decentemente, e não com barrigas à mostra, com decotes indecorosos, com os ombros e pernas todas à mostra, shorts e licras provocativos, etc..

 

7 - Nas entradas, em especial nos túneis e escadarias, deviam haver placards com a afixação dos horários de todas as celebrações diárias na Capelinha, Basílica e ISST, tal como existe já, mas só na Capelinha, Balcão de Informações e na Basílica. Esta folha também devia ser posta diariamente na página oficial do Santuário na Internet.

 

8 - As reportagens televisivas devem ser proibidas dentro do Recinto, pois todo ele deve ser local exclusivo de Oração e não de reportagem. Infelizmente, a maior parte das reportagens e pequenas entrevistas feitas a peregrinos, visam realçar o ridículo de se ser devoto e crente, pois são levadas a cabo pela odiosa comunicação social, veículo das opiniões contrárias à Doutrina e à Igreja Católica, levada a cabo por profissionais ateus, agnósticos e inimigos da Doutrina de Cristo. Para aquela gentalha, o que interessa é fazer furor junto das suas audiências, mesmo que o preço a pagar seja o de deturpar a realidade, com perguntas tendenciosas ou limitativas.

As reportagens que viessem a público, deverão ser autorizadas caso a caso, e revistas e auditadas antes de serem divulgadas. Qualquer reportagem divulgada sem autorização ou revisão, deverá implicar a proibição do canal e dos responsáveis de voltarem a pisar o solo Sagrado do Santuário “ad aeternum”. Quem manda no Santuário, e no que deve ser mostrado, deve ser a Igreja e não os repórteres, a seu bel-prazer. Dentro do Solo Sagrado do Santuário não pode haver liberdade de imprensa, pois esta choca frontalmente com os desígnios Santos e Eternos da Vontade de Deus.

 

9 - As transmissões televisivas dos Actos Litúrgicos, das Eucaristias no Altar do Recinto, devem obedecer a regras estritas a serem observadas escrupulosamente pelos camera-men, pelos pivots e comentaristas.

A transmissão deve se limitar a mostrar, com rigor e se possível com mais pormenor, o que um peregrino vê ou gostaria de ver mais de perto.

Como tal, devem ser proibidos os grandes planos individuais deste ou daquele peregrino mais carismático, preservando a intimidade de cada um, e não transformando o Recinto num local de vaidades, onde se vai ou se está para aparecer na televisão.

Durante o decorrer das cerimónias, muito em especial durante a Eucaristia, a imagem deve se limitar a mostrar os celebrantes e os icons sagrados.

Os comentários devem ser banidos definitivamente, para que quem está em sua casa possa acompanhar a Cerimónia, tal como se estivesse no Recinto. Que um Acto de Culto não seja transformado numa sessão de cultura, de história e de efemérides. Que explicações escusadas e supérfluas dos repórteres e comentaristas não substituam os intervenientes na Liturgia e as orações Litúrgicas, dispersando a atenção de quem acompanha as Cerimónias em sua casa.

 

10 - Durante as celebrações Eucarísticas, deve ser banida a figura ridícula do maestro para o povo, pois é escusado e degradante. Ninguém lhe presta atenção e só desvia a atenção dos peregrinos para aspectos supérfluos e muitas vezes anedóticos.

 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.


 

1 - Devia ser dada vida, voz e mensagem aos locais, através de Placards com textos elucidativos. Desta forma as pessoas podê-los-ão fotografar com as suas câmaras digitais e levar preciosa informação, sobre as Aparições de Fátima, para suas casas.

 

2 - Deviam ser colocados nas Entradas para o Recinto, Poente, Escadarias e Túneis e Topos Laterais da Basílica, Mapas do Santuário de Fátima, com a localização dos seus principais Pontos históricos e importantes para o Peregrino.

 

3 - Deviam ser colocadas em todas as Entradas do Recinto, as Folhas Informativas das Celebrações Diárias no Santuário, tal como o já são na Capelinha, Basílica e Guichet de Informações.

 

4 - Deviam ser colocados pequenos postes de 1m de altura encimados com pequenos placards, em frente de cada uma das imagens dos Santos, com uma pequena explicação sobre a sua escolha e historial.

 


 

 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

 

1 - Nas grandes celebrações aniversárias das Aparições, o tempo que é tão tristemente, e de uma forma perfeitamente inútil, gasto a ensaiar os cânticos que vão ser cantados pelo coro do Santuário, podia ser usado para promover a interiorização, o espírito de oração e a desenvolver a consciência do que se vai passar na Sagrada Eucaristia. O ensaio dos cânticos é fútil e desnecessário, pois na altura própria, o povo vai atrás do coro. Ainda por cima, normalmente, esse período de ensaio é levado a cabo por um sacerdote. Acontece que a missão do Sacerdote é bem mais importante e elevada do que a de fazer de maestro de serviço. A missão do Sacerdote é a de Salvar Almas, e por isso não deve ser rebaixado ao nível de comediante ensaísta, que ajuda a passar o tempo antes da Missa. Antes pelo contrário, o Sacerdote deve ajudar os fiéis a se compenetrarem para a grandiosidade do que vai dentro de momentos ter início. Sob nenhum pretexto deve distraí-los com coisa acessórias, tais como dar os trinadinhos certos, sempre diferentes, e inventados pelos “muitos maestros” do santuário.

 

2 - A comunhão distribuída no Recinto, deve, para além das justificações doutrinais, por razões óbvias, mais do que em qualquer outro local, ser sempre distribuída exclusivamente na boca. Assim se evitará o desleixo de conspurcar o Corpo de Cristo com a falta de higiene existente em locais ao ar livre, bem como o roubo das Hóstias para missas negras e outras práticas satânicas. joelhos. »  

 

3 - Podiam ser disponibilizadas cadeirinhas articuladas nas entradas do Recinto.

 

4 - Os longos períodos de cânticos podiam ser encurtados ao máximo.

 

5 - Podiam ser instalados ecrans gigantes de televisão, para os peregrinos melhor poderem acompanhar o desenrolar da Missa celebrada no Altar do Recinto.

 

 

NA ACTUAL “IGREJA” DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Sugestões de Ordem Artística  

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

Sugestões de Ordem Operacional

Sugestões de Ordem Sinalética 

Sugestões de Ordem Litúrgica 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

Nas imediações e na própria “igreja” da Santíssima Trindade, deviam ser feitas intervenções profundas nas ditas “obras de arte” (?) que a transformam num triste e horrendo museu de arte moderna, em substituição do que devia ter sido “Arte Sacra”, embelezando a Casa de Deus. Infelizmente, tendo sido a ISST construída à revelia do Espírito de Oração e Penitência pedidos por Nossa Senhora do Rosário de Fátima, este espaço gigantesco veio responder aos delírios megalómanos de um reitor que quis ficar para a história de Fátima, da mesma forma que Duarte Pacheco ou o Marquês de Pombal ficaram para a história de Lisboa. Tal como eles, não brilhou pela sua espiritualidade, mas tão só pelo volume da obra construída à custa da espoliação e delapidação do erário público, neste nosso caso, das esmolas dos peregrinos.

De facto, a construção desta ISST só veio enriquecer os lobys da construção civil, mas empobrecer o espírito de oração e penitência, desdenhando os singelos pedidos simples e amorosos de Nossa Senhora. Ela, nas Suas Aparições, só pediu a construção de uma Pequena Capela.

Foi projectada por um arquitecto grego, como se não houvessem arquitectos portugueses capazes.

Foi projectada por um arquitecto não Católico, como se não houvessem arquitectos Católicos capazes.

Os artistas que produziram as pinturas e as imagens, não são Católicos. Alguns, são mesmo inimigos da Igreja Católica. Não têm qualquer talento e só fizeram autênticas blasfémias artísticas contra Deus e a Virgem Maria. Em vez de fazerem obras de arte que nos encantem, enlevem e elevem o nosso coração para um Espírito de Oração, só nos horrorizam pela sua fealdade.

 

1 - O grande “crucifixo” implantado no lugar da Cruz Alta, nem sequer pode ser considerada uma representação simbólica de Jesus Cristo, pois o ferro contorcido que substitui o corpo de Jesus, não tem nem os cravos, nem a coroa de espinhos, nem a chaga do lado nem a placa de JNRJ.

 

 

Assim sendo, não pode ser considerado uma forma simplista e minimalista da representação de Jesus Crucificado. Logo não é admissível a sua presença. De facto, o que lá se encontra actualmente é uma forma rigorosa e completa de blasfémia artística.

Por isso, deve ser feita uma de três opções alternativas:

a) Retirar o ferro contorcido que pretende simbolizar o corpo de Jesus Cristo, fazendo com que subsista simplesmente uma Cruz, e não um simulacro falhado de crucifixo.

b) Colocar uma imagem figurativa, realista, bela, de Jesus Cristo Crucificado, em substituição do ferro contorcido que lá se encontra actualmente. Acrescentar a placa de JNRJ, que está em falta.

c) Na pior das hipóteses, ter-se-à que colocar na actual forma minimalista, a chaga do lado, a coroa de espinhos e a Placa JNRJ. Tal como está, só pode ser um dos ladrões crucificados com Jesus. Certamente, o artista que fez aquela blasfémia, é um ladrão dos símbolos do Crucificado, e um ladrão da Igreja, que se vê assim delapidada nos seus tesouros da Fé.

 

2 - Os actuais painéis, que deviam ser representativos dos Mistérios do Rosário, que se encontram de um e outro lado da porta principal da ISST, deverão ser substituídos por Painéis Figurativos e que representem fielmente os Mistérios do Rosário. Tal como estão, só podem ser considerados uma anedota de mau gosto e uma tentativa bem conseguida de ridicularizarem a Vida de Jesus Cristo e da Virgem Maria.

Tem que se optar pela total substituição de todos os painéis, pois todos eles são absurdas representações dos Mistérios:

 

 

 

1º Gozoso - Não se vê Nossa Senhora.

2º Gozoso - Nossa Senhora está um monstro.

3º Gozoso - Nossa Senhora não aparece.

4º Gozoso - Figuras monstruosas e não se percebe nada.

5º Gozoso - Figura monstruosa e não se percebe nada.

1º Luminoso - Devia-se ver Jesus e São João Baptista e o rio

2º Luminoso - Só se vêm talhas, e Jesus e Sua Mãe estão ausentes.

3º Luminoso - Elementos errados.

4º Luminoso - Uma trapalhada.

5º Luminoso - Só se vê um cálice e uma hóstia, o que é errado. Jesus não está presente.

1º Doloroso - Mal se percebe o que está representado.

2º Doloroso - Não se percebe o que está representado.

3º Doloroso - Não se vê Jesus, mas só a coroa de  espinhos.

4º Doloroso - Uma trapalhada.

5º Doloroso - Só se vê os pés de Jesus e dos ladrões.

1º Glorioso - Jesus está com a cabeça cortada.

2º Glorioso - Só se vêem os pés de Jesus.

3º Glorioso - Só se vêem umas mãos, mas não o Espírito Santo nem a Virgem Maria e os Apóstolos.

4º Glorioso - Nossa Senhora está monstruosa.

5º Glorioso - Nossa Senhora está monstruosa.

Em suma, se se pedisse a um blasfemo confesso para ridicularizar os Mistérios do Rosário, podia muito bem ter sido este o resultado da sua obra.

 


3 - Dentro da ISST tem forçosamente de ser retirado o mamarracho monumental e ofensivo que substitui Jesus Crucificado, e que se encontra suspenso por cima do Altar.

 

Crucifixo blasfemo da ISST

 

Por várias razões, aquele mastodonte monumental não pode ser tomado, sob pena de pecado grave, por Jesus Crucificado. Quando se coloca um Crucifixo numa Igreja, há uma razão subjacente fundamental para o fazer. Não é só para dar azo a introduzir uma obra de um artista, mais ou menos conhecido e aplaudido pelo mundo.

Quando se constrói um Crucifixo, é para representar realmente o momento da nossa Salvação. Assim, a Cruz deve ser uma Cruz, e não umas placas metálicas sem sentido realista. A figura de Jesus Cristo, deve representar Jesus, o mais Belo dos Filhos do Homem, e não uma tentativa ridícula de o substituir por uma representação dos dois sexos e das cinco raças humanas. Ainda não encontrei ninguém que não esteja horrorizado com aquela figura. Depois, um Crucifixo tem de ter Jesus pregado na Cruz, o que não acontece ali. Depois Jesus não tem a Coroa de Espinhos. Não existe a Placa de JNRJ. Por todas estas razões, aquela representação feia e medonha, não é a de Jesus Crucificado, não é um Crucifixo. Logo, falta na Igreja um Crucifixo, que é um elemento imprescindível.

Além disso, aquela enorme monstruosidade está à frente do Cordeiro de Deus, representado no lindíssimo Painel Mural.

Já por mais de uma vez ouvi, da boca dos reitores, a exaltação daquele mamarracho blasfemo e monumental. Foram apresentadas justificações, produzidas pela “artista” que o fez, tal como se não houvesse outra alternativa, senão a de o justificar e tentar explicar. Mas há, sim, outra alternativa - o de o substituir. Aquele monstro não é um Crucifixo. Um Crucifixo tem de representar Jesus Crucificado, e não, tentar arranjar uma figura que represente, a nível da imagem, toda a humanidade. A Igreja não pode seguir representações blasfemas de um Crucifixo, e muito menos, tentar explicá-las e tentar justificá-las. A Igreja não se pode submeter a visões deturpadas de pseudo-artistas ignorantes e alucinados. A Igreja tem é de corrigi-los, e se necessário, rejeitá-los.

Ouvi dizer, da boca dos reitores, que há pessoas que gostam e outras que não gostam. Pois eu nunca falei nem encontrei ninguém que gostasse daquele mamarracho blasfemo. Ouvi, sim, um só comentário favorável, o do antigo reitor: “Os meus amigos agnósticos gostam dele”! Pudera…

 

4 - No lugar do monumental mamarracho blasfemo, deve ser colocado um Crucifixo lindíssimo com dimensões mais reduzidas, que vá desde a parte Superior da Cadeira do presidente até a parte inferior do Cordeiro. Ainda tem umas dimensões muito consideráveis e proporcionais ao espaço do Altar.

 

5 - Deve ser diminuída a altura da Cadeira do Presidente.

 

6 - Deve ser colocado um belíssimo Sacrário por cima e atrás da Cadeira do presidente das celebrações, com portas de acesso anterior e posterior.

Assim, será verdadeiramente uma Igreja. Pois uma Igreja, define-se como sendo a Casa de Deus. Que Casa será então aquela, donde é irradiado, expulso, o seu Senhor. Será ainda a Sua Casa? A desculpa esfarrapada de que existem Sacrários atrás do Painel Mural e nas Capelas subterrâneas, não pode proceder, pois são outros espaços, que não pertencem à Igreja Principal, inclusivamente tendo-se de vir a céu aberto para lá chegar. De facto, tal como está, não é uma Igreja, mas sim um Salão onde se celebram Missas. Para se manter assim, dever-se-á mudar o seu nome Para Salão da Santíssima Trindade.

 

Como devia ser o Altar da ISST, com Crucifixo e Sacrário

 

7 - A escultura de pedra branca que pretende representar Nossa Senhora, deve ser substituída por uma belíssima escultura que represente de facto com perfeição e beleza a Santíssima Virgem Maria. A que lá está é um verdadeiro mamarracho.

 

 

8 - Deve ser colocada nas paredes laterais da ISST uma Via-Sacra muito bela.

 

9 - No corredor principal das Capelas subterrâneas, devem ser retirados e substituídos os azulejos que contêm aqueles desenhos horrorosos do artista blasfemo que os rabiscou.

 

Todas estas obscenas intervenções, ditas “artísticas”, referidas nos números anteriores, devem ser deixadas para espaços laicos e frequentados por ateus, agnósticos e inimigos da Igreja Católica, que se deliciam a aplaudir e a dizer bem das porcarias que produzem. São obras dos filhos das trevas, cujo principal afano, é o de poluir o ambiente e fazer pouco da Obra de Deus, toda Bela e toda Pura.

Se gostamos de Louvar a Deus com Belas Obras, não deixemos que os filhos das trevas venham conspurcar o Espaço mais Sagrado que a Igreja tem - A Casa de Deus.

Ainda tenho esperança em artistas que produzem belas obras, tais como as da Via-Sacra de Lourdes, as da Via Sacra de Amarillo no Texas ou as do Parque Benson.

 

Estação da Via-Sacra de Lourdes

 

Estação da Via-Sacra de Amarillo no Texas

 

Não se fazendo as alterações que apontei, penso que se devia seriamente pensar em alterar o nome desta Igreja, para Salão da Santíssima Trindade. Porque um espaço onde não exista um Sacrário e um Crucifixo, não pode ter a designação de Igreja, pois que se a Igreja é a casa de Deus, Ele tem de ocupar o Principal lugar, aliás, como manda o Código de Direito Canónico.

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Já que não se pode demolir a ISST, ou introduzir mudanças estruturais, há que enriquecer o seu interior com a beleza de novas peças de arte, desta vez figurativas e de rara beleza estética, numa óptica de ordem natural e humanista.

 

2 - Devia ser dado acesso interior e coberto, do espaço principal da ISST para as Capelas subterrâneas, abrindo algumas portas da zona da sacristia, no nível térreo, para a zona de Exposições, já subterrânea.

 

3 - Devia haver uma escadaria rolante de acesso às Capelas subterrâneas.

 

 

 

4 - Sugestões de Ordem Operacional

 

1 - Devia haver um placard luminoso junto ao coro com indicação dos números dos Cânticos, tal como existe na Basílica.

 

2 - No livro de cânticos, presente em todos os genuflexórios, deve ser emendada a mais espantosa frase que já alguma vez vi escrita. Logo na Introdução, o autor referindo-se à ISST, escreveu:

“A simplicidade, a grandeza e a luminosidade convidam à arte”.

Ora, eu sempre esperei que o ambiente de uma Igreja devesse ser para um convite à oração… e não um convite à arte… Quem vai para a Igreja com o desejo de fazer arte, mais vale não ir, e deixar-se ficar no atelier, ou na câmara de som, com as suas cantorias…

 

3 - Dificilmente poderá ser emendado o erro deste mesmo livrinho, que quando pousado na estante do genuflexório, fica com as letras da lombada, de pernas para o ar. Parece que a escolha das opções erradas, é o moto prevalecente de quem tem a obrigação de orientar a assembleia de Deus…

 

4 - Não podem ser admitidas as entradas de mulheres vestidas de forma indecorosa, como shorts, braços e peitos à mostra, barrigas à mostra, com decotes indecorosos, com os ombros e pernas todas à mostra, shorts e licras provocativos, etc..

 

5 - Durante as celebrações Eucarísticas, deve ser banida a figura ridícula do maestro para o povo, pois é escusado e degradante. Ninguém lhe presta atenção e só desvia a atenção dos peregrinos para aspectos supérfluos e muitas vezes anedóticos.

 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.



 

 

6 - Sugestões de Ordem Litúrgica 

1 - Devia haver sempre Água Benta em todas as entradas da ISST nas Pias a criar. O incentivo ao uso da Água Benta é mais importante do que nunca nestes tempos que vivemos. A Água Benta é a arma mais poderosa que temos ao nosso alcance para afastar o demónio, tal como dizia Santa Tereza d’Ávila. »  

 

2 - No cortejo de entrada só devem ir os Sacerdotes, os acólitos e auxiliares, evitando-se a todo o custo a cena ridícula e triste a que já tenho assistido, ver todos os de direito vestidos de branco, e no meio, uma rapariguinha qualquer vestida de castanho a carregar, ainda por cima, o Evangeliário. É de bradar aos Céus.

 

3 - Todas as outras recomendações feitas para a Capelinha e para a Basílica, feitas acima, também se aplicam à ISST, no que diz respeito aos Cânticos, aos Leitores, à distribuição da Eucaristia, etc.

 

4 - Em particular durante os Cânticos, deve ser retirada a intervenção maestrina do sacerdote que habitualmente vai comentando e orientando a celebração, pois é desnecessária e assume um papel ridicularizante. Ou é totalmente desnecessário ele estar com os ademanes maestrinos, ou peca pelo ridículo e nos retira a atenção para o que de importante se passa no Altar, ou no nosso recolhimento. O sacerdote não foi ordenado para descer à condição de maestro supérfluo da assembleia. A assembleia não necessita de maestro. Quando se dá demasiada importância à forma, perde-se o conteúdo.

 

5 - Deve ser colocado em cima do Altar, para as Celebrações Eucarísticas um Crucifixo, tal como definido pelo Papa Bento XVI. »    

 

 

 

 

NO CAMINHO PARA A ROTUNDA SUL

Sugestões de Ordem Artística 

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - No Caminho Pedonal a criar, que permitirá o acesso dos peregrinos à Via-Sacra dos Valinhos, dever-se-ão introduzir belas cenas escultóricas alusivas às Aparições de Fátima. Este Caminho deverá ladear a Av. Dom José Alves Correia da Silva, por dentro dos Parques de Estacionamento, permitindo uma caminhada protegida e tranquila que servirá de introdução à Via-Sacra, meditando sobre a Vida Jesus, e na vinda, sobre as Aparições de Fátima.

 

 

 

NOS ARREDORES DO RECINTO

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Devia haver uma intervenção junto da Câmara de Ourém para desbloquear o embargo do prédio de esquina ao pé dos Correios, que está por acabar, vai já para muitos anos. Penso que tenha sido embargado por ter 4 andares. Mas se formos a ver, do outro lado, a Residência Aleluia também tem 4 andares, bem como os hotéis de Fátima e dos Três Pastorinhos, e mesmo a ISST tem uma altura bem superior. Aquele prédio inacabado, tal como está, é um estigma feio, mesmo colado ao Santuário.

 

 

 

 

NOS PARQUES DE ESTACIONAMENTO

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

 

 

2 - Sugestões de Ordem Arquitectónica/Funcional

 

1 - Devia ser criado um Heliporto no Parque nº 5. Daria a possibilidade de acesso a dignitários da Igreja e outras entidades importantes de se deslocarem mais eficazmente, bem como possibilitaria a evacuação rápida de doentes ou acidentados graves de Fátima, para Hospitais distritais.

 

 

2 - Deviam ser nivelados individualmente, em socalcos e com separadores salientes, os parqueamentos para Auto-caravanas no Parque nº 5. Actualmente as Auto-caravanas ficam inclinadas, o que é extremamente desconfortável para os seus utentes.

 

 

3 - Devia ser criado um Parque de Campismo para Auto-caravanas, ou no Parque nº13 ou no Parque nº14, com todos os equipamentos de Apoio necessários. Seria um espaço dedicado e protegido a nível de segurança individual. Cada vez mais as caravanas são um modo de viagem utilizado a nível mundial e muito desejado por muitas famílias de peregrinos. Podia ser um Parque Pago.

 

 

 

 

 

 

NA PERIFERIA

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Urbanística

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

 

 

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

1 - Devia ser incentivada, junto das entidades governamentais, a abertura do Aeródromo de Fátima, para facilitar e incrementar os acessos Internacionais.

 

2 - Devia ser fechado um Parque de Pesados de carga que existe na Avenida Dom José Alves Correia da Silva, junto à Estação de Camionagem. Parece que já foi.

 

3 - O Plano Urbanístico de Fátima devia se submeter inteiramente aos interesses e à Aprovação da Reitoria do Santuário de Fátima.

 

4 - Os Parques de Estacionamento, especialmente os de Poente, podiam sofrer melhoramentos paisagísticos.

 

5 - Devia ser criado um Caminho desde a Entrada Sudoeste do Santuário, junção com o Centro Pastoral Paulo VI, até à Via-Sacra dos Valinhos, acompanhando a poente, sensivelmente, a Avenida Dom José Alves Correia da Silva. Este Caminho seria ladeado de obras de Arte Figurativa e Painéis com história e ensinamentos sobre Fátima, bem como de uma Via Luccis, permitindo um percurso pedonal protegido e edificante para os peregrinos que quisessem ir a pé até os Valinhos, Loca do Cabeço ou Calvário Húngaro. Muitas pessoas inválidas ou idosas passariam a ter possibilidade de lá se deslocarem, coisa muito difícil de fazer agora.

 

 

Este Caminho seria sobre-elevado em relação às cotas do terreno, e na sua ida para a Rotunda Sul teria à sua direita os painéis com a Via Luccis. Na volta ao Santuário, teria à sua direita Painéis com a história das Aparições de Fátima.

 

6 - Devia ser urgentemente requerido à Câmara de Ourém para ser melhorado, no mínimo, o pavimento da Estrada de Minde até ao desvio para Torres Novas, e o ramal que leva ao Aeródromo.

 

 

 

NO CALVÁRIO HÚNGARO

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Urbanística

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

1 - Devia ser corrigida a Imagem de pedra de Jesus Crucificado, por cima da Capela, de maneira que as pernas estivessem cravadas com um só cravo.

 

 

Na XII Estação Jesus está cravado correctamente com um só cravo e os pés sobrepostos. Mesmo assim, é o pé direito que devia sobrepor o esquerdo, e não o contrário. Estas incongruências são fruto da ignorância, ou má fé, dos artistas, e reflectem falta de zelo da parte dos eclesiásticos que permitem tais erros. É também o reflexo da confusão que se infiltrou na Igreja, com a muda permissividade de algum clero responsável. É o fumo de Satanás, de que falou o Papa Paulo VI, e que atinge todas as áreas da Igreja.

 

 

O facto de Jesus ter sido cravado com os pés sobrepostos, com um só cravo, é a Tradição da Igreja que assim o ensina, e também facilmente explicável pela lógica. Os crucificados eram sempre cravados com 4 cravos. Os algozes levaram os cravos à conta para crucificarem Jesus, só que, ocorreu uma excepção naquela crucificação. Pilatos mandara colocar uma placa por cima de Jesus. Ela foi a primeira a ser pregada, e por isso, por faltar um cravo, brutalmente, os algozes resolveram pregar Jesus com um só cravo nos pés.

 

 

 

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

1 - Podia ser criado uma via alcatroada de acesso automóvel ao Calvário Húngaro, que terminaria num Parque de Estacionamento a construir. Muitas pessoas inválidas ou idosas passariam a ter possibilidade de lá se deslocarem.

 

2 - Seriam ampliadas as Instalações Sanitárias existentes. Algumas já foram.

 

 

 

 

 

NA LOCA DO CABEÇO

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Urbanística

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

 

 

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

1 - Podia ser criado um caminho pedonal de ligação ao Calvário Húngaro, mantendo um nivelamento quase horizontal, evitando-se os actuais grandes desnivelamentos, que muito dificultam os incapacitados e mais idosos.

Muitas pessoas inválidas ou idosas passariam a ter possibilidade de lá se deslocarem, coisa muito difícil de fazer agora.

 


 

 

 

 

NOS VALINHOS

Sugestões de Ordem Artística 

Sugestões de Ordem Urbanística

Sugestões de Ordem Sinalética 

 

 


1 - Sugestões de Ordem Artística  

 

As sugestões que aqui faço, e são transversais a todas as zonas do Santuário, devem ter em conta o que está exposto no Dossier em que abordei estes assuntos - Erros introduzidos na Iconografia e nas Artes

 

 

 

3 - Sugestões de Ordem Urbanística

 

1 - Podia ser criado um caminho pedonal de ligação ao Calvário Húngaro, mantendo um nivelamento quase horizontal, evitando-se os actuais grandes desnivelamentos, que muito dificultam os incapacitados e mais idosos.

Muitas pessoas inválidas ou idosas passariam a ter possibilidade de lá se deslocarem, coisa muito difícil de fazer agora.

 


 

 

5 - Sugestões de Ordem Sinalética 

 

Deviam ser colocados Códigos QR com o Link para textos elucidativos e adequados a este Local.


 


1 - Devia ser dada vida, voz e mensagem aos locais, através de Placards com textos elucidativos. Desta forma as pessoas podê-los-ão fotografar com as suas câmaras digitais e levar preciosa informação, sobre as Aparições de Fátima, para suas casas.

 

2 - Devia ser colocado um painel com o Diálogo e a descrição da Aparição de Nossa Senhora no local no dia 19 de Agosto de 1917.

 

 


 

SUGESTÕES DE ORDEM VIRTUAL/NET 

 

1 - Devia ser Criada uma Página com as Live Webcams a instalar no Santuário.

 

2 - As Câmaras Web deviam ser instaladas nos seguintes lugares:

a) 1 Webcam na Basílica. Já existe mas só funciona ocasionalmente durante as Eucaristias.

b) 4 Webcams na Coluna do Sagrado Coração, a apontarem para a Capelinha, para a Reitoria, para a ISST e para a Basílica.

c) 1 Webcam dentro da Capelinha a apanhar só a zona do Altar. Já existe.

d) 1 Webcam na Cruz Alta apontada para a Basílica.

 

3 - Devia ser Criada uma Página com as Folhas Informativas das Celebrações Diárias no Santuário, tal como o já são afixadas na Capelinha, Basílica e Guichet de Informações.

 

4 - Devia ser Criada uma Página com a transmissão em directo de todas as Celebrações na Capelinha das Aparições. A Webcam não é suficiente, pois nesta página seria dada informação suplementar Litúrgica e sobre os celebrantes e grupos de peregrinos.

 

5 - Deviam ser Criadas Páginas com a Visita Virtual dos Principais locais de Fátima, incluindo a Capelinha, Basílica, Colunata, Recinto, ISST, Valinhos, Calvário Húngaro, Loca do Cabeço, Aljustrel, Museu Fátima Luz e Paz. A descrição de cada uma das Imagens de todos estes locais, de Santos e Membros da Igreja, seriam de louvar.

 

4 - Deviam ser Criadas Páginas com a listagem de toda a Documentação existente no Centro de Informação, que infelizmente está escondido e inacessível ao público. Para além da Listagem, deve ser disponibilizada on-line toda a informação contida nas obras arquivadas. Só desta forma se pode abandonar o modelo egoísta de esconder a informação existente só para alguns.

 

 

CONCLUSÃO  

 

No passado mandato do antigo reitor, o grande moto foi dado à construção civil estrutural.

Quanto à parte espiritual, ao que se assistiu, foi o descalabro. Os seminários fecharam. As freiras abandonaram os seus hábitos. As freiras passaram a comungar na mão e de pé. A maioria dos padres abandonou as suas batinas e os cabeções. O uso da gravatinha enforcou muitos sacerdotes. As comunhões sacrílegas na mão por parte dos peregrinos proliferaram. O barulho inundou o Recinto. As formas de vestir indecorosas foram avassaladoras. O número de confissões baixou quase para metade, com a mudança de local para as Capelas subterrâneas. As receitas de esmolas caíram assustadoramente, como forma de expressar a insatisfação quanto ao destino dos dinheiros do Santuário.

Face a este triste panorama, só há que voltar a nossa atenção para os pedidos plangentes de Nossa Senhora, e definir Três Grandes Objectivos:

 

A Santificação dos Peregrinos
A Conversão dos Pecadores
A Salvação das Almas

 

Neste Percurso de voltar às Origens, há que estabelecer a ligação da Mensagem de Fátima com as Grandes Profecias Apocalípticas, nomeadamente às Aparições de La Salette, às Aparições de Garabandal e às Mensagens dadas ao Padre Gobbi, cujo Movimento Sacerdotal Mariano nasceu precisamente aqui em Fátima. Uma especial atenção deve ser dada às Aparições de Garabandal, na linha do que fez o grande Bispo de Leiria-Fátima, Dom João Pereira Venâncio, o qual afirmava a toda a gente que Garabandal era a continuação de Fátima. Isto também o confirmou o Papa Paulo VI e o Santo Padre Pio.

 

 

www.amen-etm.org/Santuario.htm